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A águia símbolo representante dos Estados Unidos

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A águia-de-cabeça-branca, águia-careca, águia-americana ou pigargo-americano (Haliaeetus leucocephalus) é uma águia nativa da América do Norte. Águias carecas não são realmente carecas. Sua distribuição geográfica inclui a maioria do Canadá e Alaska, todos os Estados Unidos contíguos, e norte do México. Encontra-se perto de grandes lagos com abundância de alimento e árvores antigas para seus ninhos.
 
A águia careca é um predador oportunista que se alimenta principalmente de peixes,  sobrevoa a superfície da água e apanha os peixes com suas garras. Ele constrói o maior ninho de qualquer pássaro norte-americano e os maiores ninhos de árvores já registrados para qualquer espécie animal, 1,1 metro de comprimento, 1,8 a 2,3 m de envergadura das asas, e 3 a 6,3 kg de peso e velocidade de 120 a 160 km/h (mergulho). A maturidade sexual é atingida na idade de quatro a cinco anos.
 
Os sexos são idênticos na plumagem, mas as fêmeas são cerca de 25 por cento maiores do que os machos. O bico é grande e enganchado.
O emblema da nação estadunidense é a famosa águia careca conhecida como Bald Eagle em inglês. Além de estar presente como brasão do país em diversos prédios públicos, a águia atua como um reflexo do espírito do país, inspirando orgulho nos cidadãos americanos.
 
A Bald Eagle foi escolhida em 20 de junho de 1782 como emblema da nação por conta da sua longevidade, força, coragem e aspecto majestoso.
 
A águia careca é o símbolo nacional dos Estados Unidos da América, sendo o pássaro nacional. A águia careca aparece em seu selo. No final do século 20 estava à beira da extinção ao longo dos Estados Unidos. As populações já se recuperaram e a espécie foi removida da lista de espécies ameaçadas de extinção pelo governo dos EUA em 12 de julho de 1995 e transferida para a lista de espécies ameaçadas. Foi removido da Lista de Animais Selvagens Ameaçados em 28 de junho de 2007.

Touro de Wall Street

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O Touro de Wall Street (conhecido como Charging Bull, em inglês; “Touro em investida” em tradução livre) é uma escultura de bronze situada em Bowling Green, no distrito financeiro de Manhattan, na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos.

A obra pesa 3,5 toneladas, mede 3,4 metros de altura e 4,9 metros de comprimento.

Já estabelecido entre as atrações turísticas mais visitadas de Nova York, a escultura original em bronze é reconhecida no mundo dos negócios como um símbolo de sorte. Diz a lenda que coçar o focinho, agarrar seus chifres ou testículos traz sucesso.

No entanto, ela chegou ao centro do mundo capitalista após a crise financeira de 1987.

O touro foi esculpido pelo artista italiano Arturo di Modica

Por que a compra do Alasca pelos EUA foi um dos melhores negócios da história

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Em 1867, uma autoridade dos EUA se viu alvo de piadas impiedosas por ter autorizado uma compra considerada extravagante com recursos públicos.
 
Os Estados Unidos tinham acabado de pagar US$ 7,2 milhões ao governo imperial russo pelo território do Alasca, uma imensidão isolada que não parecia ter utilidade econômica alguma.
 
Os críticos zombavam da “loucura de Seward”. Era assim que eles chamavam a compra do Alasca, associando-a com o então secretário de Estado, William Seward, que tinha feito o negócio.
 
Na última quinta (30 de março), fez 150 anos que os Estados Unidos compraram o território. O tempo acabou dando razão à Seward: a aquisição se mostrou um dos negócios mais rentáveis da história.
 
Uma pechincha
Se for levada em conta a inflação do período, os US$ 7,2 milhões pagos pelos Estados Unidos em 1867 ao czar Alexandre 2º equivalem a cerca de US$ 100 milhões (R$ 313 milhões) hoje.
Ou seja, pagou-se uma verdadeira pechincha pelo que hoje é o maior Estado dos EUA.
 
A compra do Alasca adicionou mais de 1,5 milhão de quilômetros quadrados aos EUA. Com isso, se analisarmos apenas o preço do quilômetro quadrado hoje naquele Estado, estima-se que o território vale 150 vezes mais do que Washington pagou por ele.
 
Mas o Alasca é muito mais que um pedaço de terra gelada. É também um enorme depósito de recursos naturais: menos de 20 anos depois de o negócio ser fechado, instalou-se uma corrida por ouro na região.
 
Além disso, em meados do século 20 petroleiras encontraram enormes reservas no norte do Estado que, desde então, tem sido exploradas de maneira intensa e rendem milhares de dólares.
 
O Alasca se transformou numa poderosa economia. Tem uma população que se aproxima de 1 milhão de habitantes e um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 44 bilhões anuais. Em outras palavras, produz anualmente mais de 400 vezes o que a Rússia ganhou ao vender o território.
 
Poder militar
O Alasca sempre foi considerado estratégico do ponto de vista militar.
 
Acredita-se que, entre as razões pelas quais a Rússia vendeu a terra, estaria o receio de que o Reino Unido tivesse ambições expansionistas. Naquela época, os britânicos eram uma superpotência mundial e já controlavam o Canadá.
 
Mal imaginaria o czar que, quase um século depois, em 1945, início da Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, o Alasca se tornaria um posto militar de valor inestimável – permitia que tropas, radares e aviões americanos estivessem praticamente na porta da Rússia.
 
Logo, vista com as lentes da modernidade, a venda feita em 1867 pelos russos pode ser encarada como um erro comercial e uma falha estratégica.
 
Consolo
Mas essa não foi a única compra de terras a favorecer os EUA no século 19.
 
Em 1803, décadas antes da aquisição do Alasca, os americanos compraram da França a área conhecida como Louisiana.
 
Era um território ainda maior que o Alasca, com 2,1 milhões de quilômetros quadrados que compreendem hoje 15 Estados dos EUA – vai da cidade de Nova Orleans, no sul, até Montana, no noroeste do país.
 
O custo da compra de Louisiana foi de US$ 15 milhões, o equivalente a aproximadamente US$ 300 milhões hoje.
 
No século 19, os EUA conseguiram um aumento territorial expressivo mediante o pagamento de quantias irrisórias para potências europeias.
 
Mas uma coisa é verdade: naquela época, era difícil prever a expansão econômica que o país iria contabilizar décadas mais tarde.
 
No Alasca, comemorou-se o 150º aniversário do negócio assinado por Seward em 1867. E ele acabou entrando para história não como um louco, como previam seus contemporâneos, mas como o arquiteto de um dos maiores negócios de todos os tempos.
 
Fonte: BBC / Globo

Guia – Precauções para a Temporada de Furacões nos EUA

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O Centro Nacional de Furacões (National Hurricane Center-NHC), sediado em Miami, prevê que a temporada de furacões de 2018, que se iniciou oficialmente em 1º de junho último, deverá desenvolver-se dentro da média histórica, embora em níveis inferiores aos registrados durante o mesmo período em 2017. Até 30 de novembro deste ano, estão previstas entre 10 a 16 tempestades tropicais, sendo que 5 a 9 podem resultar em furacões.
 
As temperaturas próximas à média das águas do Oceano Atlântico e do Mar do Caribe e a possibilidade de um fraco desenvolvimento do fenômeno climático “El Niño” este ano seriam os fatores climáticos determinantes para a previsão.
O NHC anunciou que os diversos investimentos em tecnologia realizados no último ano permitirão aos cientistas do centro realizar previsões mais precisas, incrementando a capacidade do instituto em prenunciar e monitorar a ocorrência de furacões de maneira sem precedentes.
 
Conforme recomendação das autoridades locais, planejar-se com antecedência e manter estoques de suprimentos vitais para o caso de emergências é fundamental.
 
O Consulado-Geral do Brasil em Miami elaborou um guia de preparativos para a temporada de furacões, que pode ser acessado aqui. Recomenda-se a leitura atenta dessas informações.

Informações básicas A despeito de as últimas temporadas terem sido calmas, não é possível prever, com segurança, quando outro furacão passará pelo estado da Flórida. É necessário, portanto, estar preparado. Conforme recomendação das autoridades locais, planejar-se com antecedência e manter estoques de suprimentos vitais para o caso de emergências é fundamental. Este breve guia tem o objetivo de oferecer à comunidade brasileira algumas orientações úteis para o planejamento familiar no contexto da temporada de furacões, bem como facilitar a busca por informações oferecidas pela rede de assistência do estado da Flórida.

Prepare um Plano É fortemente recomendável a elaboração de um plano preventivo para você e sua família, tendo em vista as dificuldades normalmente encontradas pelos agentes dos serviços oficiais de emergência e da defesa civil em prestar socorros a elevado número de pessoas logo após a passagem de um furacão de grande escala ou de qualquer outro desastre natural similar. Não deixe para preparar um plano quando um furacão já estiver em curso. A Divisão de Gerenciamento de Emergências do Estado da Flórida possui aplicativo “on-line” que permite a rápida criação de planos de emergência em poucos passos para famílias e empresas. O acesso pode ser feito por meio da página eletrônica http://flgetaplan.com O Consulado-Geral também aconselha os cidadãos brasileiros a manterem-se informados sobre o plano preventivo elaborado pelo Condado de Miami-Dade, disponível na página eletrônica www.miamidade.gov/hurricane/

Além de inteirar-se sobre os cuidados necessários, o brasileiro poderá, por meio daquela página, inscrever-se para receber alertas em seu aparelho celular, obter rotas de evacuação, entre outros. Verifique, ainda, se sua residência localiza-se em área de risco de inundação em http://gisweb.miamidade.gov/communityservices/ Além de conferir essas páginas eletrônicas do governo norte-americano, leia atentamente as recomendações abaixo para o adequado preparo de sua família: Recomendações importantes:

Hurricane 2 Antes do Furacão: – Prepare um “kit” de emergência (veja abaixo o que incluir no “kit”); – Verifique, com antecedência, a validade e a cobertura da sua apólice de seguro; – Combine antecipadamente com familiares e amigos que vivam em outras áreas da cidade a possibilidade de hospedagem, na hipótese de sua residência estar localizada em região de evacuação (http://www.floridadisaster.org/publicmapping/ ou http://gisweb.miamidade.gov/communityservices); – Tenha sempre registrado um número de telefone de fora do Estado da Flórida, para comunicação com amigos e familiares; – Acompanhe permanentemente os noticiários locais ou registre-se para receber alertas sobre furacões ou tempestades tropicais; – Obedeça fielmente às instruções dos órgãos oficiais, transmitidas via rádio/TV/jornais/internet; – Mantenha sua família informada de todos os acontecimentos e instruções; – Em caso de alerta de furacão, mantenha dinheiro e documentos acondicionados em bolsas ou embrulhos de plástico, para evitar que sejam danificados por excesso de umidade; – Em caso de alertas de furacão, mantenha cheia d’água a banheira e outros recipientes de grande volume para uso comedido durante e após a tempestade; – Cumpra as determinações de evacuação; – Informe-se antecipadamente sobre os abrigos públicos mais próximos de sua casa, por meio da página http://floridadisaster.org/shelters/; – Providencie, com antecedência, um lugar para deixar os animais domésticos (animais domésticos não são permitidos nos abrigos da Cruz Vermelha, nem na maioria de abrigos de outras instituições); – Apare as árvores de sua propriedade – árvores bem aparadas resistem melhor às ventanias; – Mantenha sempre cheio o tanque de combustível do seu veículo; – Não instale geradores dentro de sua residência ou em lugar sem ventilação, pois há perigo de explosão, emissão de gás carbônico, entre outros; – Retire todo o lixo da residência e do jardim.

hurricane-florida-residents Durante o furacão: – Monitore, por rádio ou televisão, as informações sobre o tempo e instruções de oficiais da segurança pública; – Evite sair de casa durante a tempestade, mesmo se sua residência estiver localizada fora de zona de evacuação; – Se sua residência estiver sujeita a alagamento, desligue a chave geral de energia elétrica; – Use lanternas como fonte de iluminação. Não use velas ou querosene; e – Evite tomar banho ou usar o telefone durante a tempestade.

Após o furacão: – Não saia do abrigo (em caso de evacuação) ou de casa (se não for evacuado) até que as autoridades expressamente o permitam. Segundo o governo do Condado de Miami-Dade, a maior parte dos acidentes ocorre logo após o furacão, por choques elétricos, inundações ou acidentes com detritos, e não durante a passagem da tempestade; – Não transite por áreas inundadas: além da possibilidade de contrair doenças e ser contaminado, existe o risco, por exemplo, de cabos elétricos rompidos estarem em contato até mesmo com simples poças d’água, o que poderia ocasionar um acidente fatal; – Verifique as condições de sua residência e certifique-se de que não há riscos à segurança dos moradores. Confira se não há vazamentos de gás ou outros perigos; – Não utilize grelhas a carvão ou a gás no interior de sua residência; – Não atrapalhe os trabalhos da defesa civil ou da polícia na tentativa de prestar auxílio voluntário sem autorização ou supervisão do agentes públicos envolvidos; e – Continue monitorando, por rádio ou televisão, as condições do tempo e instruções de oficiais da segurança pública.

“Kit” de Emergência Providenciar quantidade suficiente para o prazo de 15 dias: – Um galão de água por pessoa, por dia (1 galão = 3.78 litros); – Alimentos não perecíveis (exemplo: enlatados, cereais, leite em pó etc); – Abridor de latas manual; – Rádio ou televisão portátil à pilha; – Pilhas extras; – Lanterna, velas, fósforos e isqueiros; – Em caso de estar sob tratamento médico, estocar medicamento extra; – Protetor solar e repelente; – Produtos de higiene pessoal; – Utensílios descartáveis (ex: pratos, talheres, copos); – Medicamentos e kits de primeiros socorros (incluir: aspirina, cremes para dores musculares, material para curativos etc); – Baterias extras para aparelhos celulares; e – Lista impressa com números telefônicos e contatos importantes.

mochila de emergencia OBS: MANTENHA O SEU “KIT” DE EMERGÊNCIA PRONTO E EM LOCAL DE FÁCIL ACESSO. “Kit” complementar: – Originais e cópias de documentos importantes, tais como carteiras de identidade,apólices de seguro, escritura da propriedade e inventário dos bens (fotos ou vídeo), hipoteca ou contratos, conta bancária, caderneta de telefone, entre outros (guardar os documentos em proteção plástica, a fim de protegê-los contra a umidade); – Dinheiro, cheques e cartões de crédito; e – Lençóis e travesseiros, para o caso de sua família dirigir-se a abrigos.

Notas Importantes: – Se você reside em um trailer, é pessoa com deficiência ou é dependente de qualquer tipo de aparelho elétrico, deverá proceder à evacuação do local em qualquer categoria de tempestade tropical ou furacão; as ordens de evacuação, no caso de sua casa situar-se em zona de risco, não significam que você está obrigado a viajar para outro Estado. É importante mencionar que as estradas poderão ficar congestionadas, os postos de gasolina poderão não dispor de combustível suficiente, entre outras dificuldades. Portanto, procure abrigar-se, sempre que possível, em casas de amigos ou parentes na região, desde que residam em zonas livres de perigo, ou busque, antecipadamente, informações sobre abrigos oficiais; e – Se você possuir animal de estimação, informe-se sobre os abrigos que aceitam animais ou abrigos exclusivos para animais por meio da página http://floridadisaster.org/shelters/

Turistas Em caso de furacão, contate a gerência de seu hotel para informações sobre planos locais de evacuação. Além disso, existe linha telefônica específica do Condado de Miami-Dade destinada a turistas: (305) 468-5900. Em geral, os hotéis são obrigados a terem um plano de evacuação próprio e possuem parcerias com estabelecimentos hoteleiros fora das áreas de risco para abrigar os hóspedes.

Assistência do Consulado-Geral em Miami – No site do Consulado-Geral (http://miami.itamaraty.gov.br/ptbr/preparativos_para_a_temporada_de_furacoes.xml), encontram-se informações sobre a rede de assistência disponível à população na Flórida, bem como providências a serem tomadas em caso de furacões; – No caso de ocorrência de furacão, o Consulado-Geral funcionará em regime de plantão de emergência, por meio dos seguintes números telefônicos: (305) 801-6201/ (305) 801-6202. Outros números poderão ainda ser designados no regime de plantão e serão informados à comunidade por meio da página eletrônica do Consulado-Geral e de outros meios de comunicação; – Após a passagem do furacão, quando as autoridades locais permitirem o funcionamento da sede do Consulado-Geral, os casos de emergência passarão a ser atendidos, também, pelos seguintes telefones: (305) 285-6251/(305) 285-6258/ (305) 285-6208; – Em último e extremo caso, na hipótese de total colapso das comunicações com Miami, igualmente estará disponível o Plantão da Assistência Consular em Brasília, por meio do seguinte número telefônico: + 55 61 9976-8205; – Caso necessário, o Consulado-Geral montará equipe voltada para a localização de brasileiros e eventual contato com seus familiares no Brasil; os contatos da equipe serão então informados à comunidade por meio da página eletrônica do Consulado-Geral e de outros meios de comunicação; – É importante ressaltar que durante uma situação de emergência, o Consulado Geral estará concentrado em localizar brasileiros desaparecidos ou emitir documentos de emergência. A emissão de documentos de rotina estará suspensa; – Se a sede do Consulado-Geral vier a ser localizada em zona de evacuação, será informado local temporário para atendimento consular; e – Durante uma emergência, o Consulado-Geral utilizará todos os meios de comunicação disponíveis, como página eletrônica, lista de e-mails e Facebook, para prestar informações para a comunidade brasileira.

Abrigos Públicos: Informe-se sobre os abrigos públicos mais próximos de sua residência no seguinte endereço eletrônico: – Florida Division of Emergency Management – http://floridadisaster.org/shelters Localização de pessoas

É recomendável o registro no serviço gratuito “Safe and Well” (www.safeandwell.org)da Cruz Vermelha, que, no caso de desastres naturais, facilita a localização de pessoas. Em geral, os abrigos também utilizam o serviço da Cruz Vermelha para registrar pessoas desabrigadas. A própria equipe de assistência consular do Consulado-Geral utiliza essa ferramenta no trabalho de localização de brasileiros.

Fonte: Consulado-Geral do Brasil em Miami

Friendsgiving: Dia de Ação de Graça com amigos

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Friendsgiving é um termo que combina “friend” (amigo) e “Thanksgiving” (Ação de Graças), referindo-se a um jantar ou celebração informal entre amigos no período do feriado de Ação de Graças. É uma forma de celebrar com amigos, seja antes ou depois da data oficial, compartilhando uma refeição farta, expressando gratidão e fortalecendo os laços de amizade. 

Características principais:

  • Origem: É uma tradição informal que surgiu nos Estados Unidos para permitir que as pessoas comemorem com seus “amigos escolhidos”, especialmente aquelas que precisam viajar para ficar com a família no feriado oficial.
  • Objetivo: A celebração foca na gratidão pelas amizades e na criação de memórias. Ao contrário do jantar de Ação de Graças, que é tradicionalmente familiar, o Friendsgiving é uma oportunidade de honrar as amizades.
  • Flexibilidade: Por não ser um feriado oficial, o Friendsgiving é flexível e pode acontecer em qualquer dia, geralmente em um fim de semana antes ou depois da data oficial do Dia de Ação de Graças.
  • Formato: Pode variar desde um jantar completo com pratos tradicionais de Ação de Graças até algo mais casual, com jogos, partilha de habilidades ou até mesmo uma iniciativa de voluntariado. 

Fonte Wikipedia

De onde vem o nome Black Friday? Dez curiosidades sobre a data

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Um dos dias mais aguardados no ano por lojistas e consumidores, a Black Friday teve origem nos Estados Unidos e hoje é adotada em vários países do mundo, como o Brasil.
 
Com início nesta sexta-feira. Os organizadores preveem um crescimento nas vendas em comparação com o ano passado – movimentando cerca de R$ 2 bilhões.
 
Nos EUA, o evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com filas a perder de vista. Todos os consumidores têm um único objetivo: garimpar produtos com descontos que podem chegar a até 90% do preço original.
 
Mas quando surgiu a Black Friday? Por que o evento ganhou esse nome? Confira dez curiosidades envolvendo um dos dias mais famosos do varejo.
 
1) O termo Black Friday se referia a crises na Bolsa
Embora esteja hoje associado ao maior dia de compras dos Estados Unidos, o termo Black Friday (literalmente “Sexta-Feira Negra” em inglês) se referia originalmente a eventos muito diferentes.
 
“O adjetivo negro foi usado durante muitos séculos para retratar diversos tipos de calamidades”, afirma o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do site Vocabulary.com.
Nos EUA, a primeira vez que o termo foi usado foi no dia 24 de setembro de 1869, quando dois especuladores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Nova York.
 
Quando o governo foi obrigado a intervir para corrigir a distorção, elevando a oferta da matéria-prima ao mercado, os preços caíram e muitos investidores perderam grandes fortunas.
 
2) Os desfiles de Papai Noel antecederam a Black Friday
Para muitos americanos, o desfile do Dia de Ação de Graças, promovido pela loja de departamentos Macy’s, tornou-se parte do ritual do feriado.
 
Mas o evento, na verdade, foi inspirado nos vizinhos do norte. A loja de departamentos canadense Eaton’s realizou o primeiro desfile do Papai Noel em 2 de dezembro de 1905. Quando o Papai Noel aparecia ao final do desfile, era um sinal de que a temporada de festas havia começado – e, por sua vez, a corrida às compras. É claro que os consumidores eram incentivados a fazer compras na Eaton’s.
 
Lojas de departamento, como a Macy’s, inspiraram-se no desfile e passaram a patrocinar eventos semelhantes ao redor dos Estados Unidos.
 
Em 1924, por exemplo, Nova York viu pela primeira vez um desfile da Macy’s com animais do zoológico do Central Park, totalmente organizado por funcionários da própria loja.
 
3) A data do Dia de Ação de Graças foi determinada pelas vendas
De meados do século 19 ao início do século 20, em um costume iniciado por Abraham Lincoln, o presidente dos EUA declararia o “Dia de Ação de Graças” na última quinta-feira de novembro. O dia poderia, assim, cair na quarta ou quinta quinta-feira do mês.
 
Em 1939, porém, algo aconteceu – a última quinta-feira foi coincidentemente o último dia de novembro.
 
Preocupados com o curto período de compras para as festividades de fim de ano, lojistas enviaram então uma petição a Franklin Roosevelt (1882-1945) para declarar o início das festas uma semana mais cedo, o que foi autorizado pelo então presidente.
 
Pelos próximos três anos, o Dia de Ação de Graças foi apelidado de “Franksgiving” (uma mistura de Franklin com “Thanksgiving”, como a data festiva é chamada em inglês) e celebrado em dias diferentes – e em diferentes partes do país.
 
No final de 1941, uma resolução conjunta do Congresso finalmente solucionou o problema. Dali em diante, o Dia de Ação de Graças seria comemorado na quarta quinta-feira de novembro, garantindo uma semana extra de compras até o Natal.
 
4) A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças
Segundo Bonnie Taylor-Blake, pesquisador da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance – uma newsletter do mercado de trabalho – reivindica a autoria do uso do termo Black Friday.
 
Em 1951, uma circular da empresa chamou atenção para a incidência de profissionais doentes naquele dia.
 
“A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio e todo ausente estava doente”, dizia a circular.
 
5) Black ou Big Friday?
Esse termo ganhou popularidade pela primeira vez na Filadélfia – policiais frustrados pelo trânsito causado pelos consumidores naquele dia começaram a se referir dessa forma à Black Friday.
 
Os lojistas evidentemente não gostaram de ser associados ao tráfego e à poluição. Eles, então, decidiram repaginar o termo para “Big Friday” (“A Grande Sexta”, em tradução literal), segundo um jornal local de 1961.
 
6) Com o tempo, Black Friday passou a significar ‘voltar ao azul’
Os lojistas conseguiram dar uma interpretação positiva ao termo ao dizer que ele se referia ao momento em que os estabelecimentos retornavam ao azul, ou seja, voltavam a ter lucro. Mas não há provas de que isso tenha realmente acontecido.
 
É verdade, por outro lado, que o período de festas corresponde à maior parte dos gastos de consumo do ano.
Mas quanto dessas receitas realmente se torna lucro não está claro, dado que os lojistas costumam trabalham com margens mais apertadas, oferecendo grandes descontos.
 
7) A Black Friday não se tornou referência nacional até a década de 1990
O termo Black Friday permaneceu restrito à Filadélfia por um tempo surpreendentemente longo.
 
“Você podia vê-lo sendo usado de maneira moderada em Trenton, Nova Jersey, mas não ultrapassou as fronteiras da Filadélfia até os anos 80”, disse Zimmer.
“O termo só se espalhou a partir de meados dos anos 90.”
 
8) Ela só se tornou o maior dia de compras do ano em 2001
Embora a Black Friday seja considerada o maior dia de compras do ano, a data não ganhou esse título até os anos 2000.
 
Isso porque, por muitos anos, a regra não era que os americanos adoravam uma liquidação, mas sim que adoravam procrastinar. Ou seja, até tal ponto, era no sábado – e não na sexta-feira – que as carteiras ficavam mais vazias.
 
9) Data gerou ‘inveja’ e ganhou o mundo
Por muito tempo, os lojistas canadenses morriam de inveja de seus colegas americanos, especialmente quando seus clientes fiéis colocavam o pé na estrada rumo ao sul em busca de boas compras.
 
Mas agora eles passaram a oferecer as suas próprias liquidações – apesar de o Dia de Ação de Graças no Canadá acontecer um mês antes.
 
No México, a Black Friday ganhou novo nome – ‘El Buen Fin’, ou “Bom fim de semana”. A comemoração é associada ao aniversário da revolução de 1910 no país, que às vezes cai na mesma data que o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.
 
Como o próprio nome sugere, o evento dura o fim de semana inteiro.
 
No Brasil, onde o feriado de Ação de Graças não existe, a data passou a ser incluída no calendário comercial do país quando lojistas perceberam o potencial de vendas do dia.
 
10) A Black Friday corre risco de extinção?
O Walmart, o maior varejista do mundo, quebrou a tradição do Black Friday em 2011, quando abriu sua loja a clientes na noite do feriado de Ação de Graças.
 
Desde então, lojistas por todos os Estados Unidos estão de olhos nos cerca de 33 milhões de americanos ávidos por fazer compras após se deliciar com generosas fatias de peru.
 
Mas não se preocupe – os lojistas também já inventaram um nome para batizar o dia adicional de compras: “Quinta-feira Cinza”.
 
Fonte: Kim Gittleson, BBC, BBC business reporter, New York

Entenda o que é o Memorial Day.

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O Memorial Day é um feriado nacional americano que acontece anualmente na última segunda-feira de maio. Anteriormente conhecido como Decoration Day (Dia da Condecoração), o feriado homenageia os militares americanos que morreram em combate.

O Memorial Day é um dia para lembrar os homens e mulheres que morreram enquanto serviam nas Forças Armadas dos Estados Unidos, criado após a Guerra de Secessão, para celebrar os soldados da União e os Confederados que morreram na Guerra Civil. Durante o século 20, o Memorial Day foi ampliado para honrar a todos os americanos que morreram no exercício do serviço militar. Geralmente marca o início da temporada de férias de verão, enquanto o Dia do Trabalho (primeira segunda-feira de setembro, nos EUA) marca o seu final.

Muitas pessoas visitam cemitérios e memoriais, especialmente para homenagear aqueles que morreram em serviço militar. Muitos voluntários colocam uma bandeira americana em cada sepultura em cemitérios nacionais.

Dias anuais de condecoração para alguns cemitérios em particular são realizadas em um domingo no final da primavera ou início do verão em algumas áreas rurais no sul dos Estados Unidos, principalmente nas montanhas. Nos casos que envolvem um cemitério da família onde estão enterrados ancestrais remotos, bem como aqueles que se foram mais recentemente, este dia pode assumir as feições de uma reunião de toda a família, para a qual algumas pessoas viajam centenas de quilómetros. As pessoas se reúnem no dia designado e colocam flores em túmulos e renovam contatos com parentes e outros. Muitas vezes há uma celebração religiosa e um piquenique, o termo tradicional para uma Festa americana em que as pessoas espalham os pratos em lençóis ou toalhas sobre a grama. Acredita-se que esta prática começou antes da Guerra de Secessão e, portanto, pode refletir a verdadeira origem da ideia do “Memorial Day”.

O Memorial Day não deve ser confundido com o Dia dos Veteranos. O Memorial Day é um dia para lembrar os homens e mulheres que morreram enquanto serviam, enquanto o Dia dos Veteranos celebra o serviço de todos os veteranos militares dos EUA .

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A prática de colocar flores em túmulos de soldados é um costume antigo. Túmulos de soldados americanos foram decorados antes e durante a Guerra de Secessão. Afirmou-se em 1906 que a primeira sepultura de um soldado da Guerra de Secessão a ser decorada foi em Warrenton, Virginia, em 3 de Junho de 1861 e este seria o primeiro Memorial Day da história.

Bandeira dos Estados Unidos

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A Bandeira dos Estados Unidos consiste em 13 faixas horizontais, sendo 7 faixas na cor vermelha e 6 na cor branca. Num retângulo azul no canto superior esquerdo aparecem 50 estrelas brancas, cada uma simbolizando um Estado do país. Cada uma das faixas representa uma das antigas Treze Colônias.
O vermelho simboliza resistência e coragem, o branco simboliza a pureza e inocência, e o azul representa vigilância, perseverança e justiça.
A Bandeira dos Estados Unidos da América é comumente chamada de The Stars and Stripes (Estrelas e Faixas) ou Old Glory (Velha Glória).
O codinome Old Glory foi dado pelo Capitão William Driver, de Salem, Massachusetts, em 1831, e foi muito usada durante o período no qual a bandeira possuía 48 estrelas, entre 1912 e 1959.
 
História
O projeto atual da bandeira dos E.U.A é o 27º; O design da bandeira foi modificado oficialmente 26 vezes desde 1777. A bandeira de 48 estrelas estava em vigor por 47 anos até a versão de 49 estrelas se tornar oficial em 4 de julho de 1959. A bandeira de 50 estrelas foi ordenada pelo então presidente Eisenhower, em 21 de agosto de 1959, e foi adotado em julho de 1960. É a versão mais usada da bandeira dos E.U.A e foi usada por mais de 57 Anos.O Vermelho é o sangue dos que lutaram,o branco pela paz, o azul os rios, as estrelas representam os estados.
 
A primeira bandeira tem desenho atribuído a norte-americana Betsy Ross (1/1/1752 – 30/9/1836).
 
O Dia da Bandeira (Flag Day) nos Estados Unidos é comemorado em 14 de junho.
 
Conheça os 50 estados americanos e suas capitais
Listamos os estados americanos por ordem alfabética e suas respectivas capitais. O país é grande e tem uma cultura muito rica de canto a canto. Conheça agora cada um deles.
 
1. Alasca: capital Juneau
2. Alabama: capital Montgomery
3. Arizona: capital Phoenix
4. Arkansas: capital Little Rock
5. Califórnia: capital Sacramento
6. Carolina do Norte: capital Raleigh
7. Carolina do Sul: capital Colúmbia
8. Colorado: capital Denver
9. Connecticut: capital Hartford
10. Dakota do Norte: capital Bismarck
11. Dakota do Sul: capital Pierre
12. Delaware: capital Dover
13. Flórida: capital Tallahassee
14. Geórgia: capital Atlanta
15. Havaí: capital Honolulu
16. Idaho: capital Boise
17. Illinois: capital Springfield
18. Indiana: capital Indianápolis
19. Iowa: capital Des Moines
20. Kansas: capital Topeka
21. Kentucky: capital Frankfort
22. Luisiana: capital Baton Rouge
23. Maine: capital Augusta
24. Maryland: capital Annapolis
25. Massachusetts: capital Boston
26. Michigan: capital Lansing
27. Minnesota: capital Saint Paul
28. Mississippi: capital Jackson
29. Missouri: capital Jefferson City
30. Montana: capital Helena
31. Nebraska: capital Lincoln
32. Nevada: capital Carson City
33. Nova Hampshire: capital Concord
34. Nova Iorque: capital Albany
35. Nova Jérsei: capital Trenton
36. Novo México: capital Santa Fé
37. Ohio: capital Columbus
38. Oklahoma: capital Oklahoma City
39. Oregon: capital Salem
40. Pensilvânia: capital Harrisburg
41. Rhode Island: capital Providence
42. Tennessee: capital Nashville
43. Texas: capital Austin
44. Utah: capital Salt Lake City
45. Vermont: capital Montpelier
46. Virgínia: capital Richmond
47. Virgínia Ocidental: capital Charleston
48. Washington: capital Olympia
49. Wisconsin: capital Madison
50. Wyoming: capital Cheyenne
 
Fonte: Wikipédia / Estudo Pratico

5 parques nos Estados Unidos que você precisa conhecer.

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À beira de lagos, montanhas e florestas, as paisagens deslumbrantes dessa seleção são um convite para a aventura. Quando se fala em parques nos Estados Unidos, a primeira coisa que vem à cabeça dos viajantes são os encantos do tradicional Central Park em Nova York ou os divertidos brinquedos dentro de Orlando, no gigantesco complexo da Disney. No entanto, o país reserva muitas outras boas – e belas – surpresas. Com uma área ambiental muito vasta, repleta de paisagens diversas dentre as quais se destacam florestas e montanhas, o país inclui opções de parques bem preservados. Entre as paixões de moradores e visitantes, destacam-se os já conhecidos Yellowstone, Yosemite, Grand Canyon e Olympic. No entanto, há muitos outros nomes menos conhecidos do grande público que são um verdadeiro convite aos olhos. Na seleção acima, você confere alguns parques pouco mencionados, mas que não devem nada no que diz respeito a belezas naturais. Desbrave a natureza!   nati 1 north-cascades-national-park-2-thinkstock1. North Cascades National Park, em Washington Suas trilhas de difícil acesso lhe renderam o título de parque menos visitado dos Estados Unidos. No entanto, a variedade de ecossistemas impressiona, bem como suas quedas d’água. As águias, visitantes ilustres do lugar, dão um ar ainda mais selvagem às suas paisagens, localizadas a menos de três horas de Seattle.   great-basin-national-park-frank-kovalchek-flickr 2. Great Basin National Park, em Nevada Nevada está localizada em uma região demarcada por montanhas rochosas. Não à toa, o único parque nacional do Estado é cercado por elas. A floresta de coníferas e o lago da reserva são um verdadeiro convite a atividades como pescas, caminhadas e camping. Além disso, os visitantes podem fazer uma visita guiada na Lehman Caves – caverna repleta de estalactites e outras formações raras.   isle-royale-national-park-robert-engberg-flickr   Isle-Royale-National-Park3. Isle Royale National Park, em Michigan O clima frio e chuvoso não impede que os viajantes se encantem com a paisagem local. Os mais corajosos podem, inclusive, se aventurar no Lago Superior, em mergulhos supervisionados que incluem embarcações naufragadas.   lassen-volcanic-national-park-patrick-mueller-creative-commons-flickr lassen-volcanic-national-park-jankgo-creative-commons-flickr4. Lassen Volcanic National Park, na Califórnia É um dos parques surpreendentemente menos visitados do Estado – o que não deixa de ser uma injustiça. Com vulcões ativos e lindas nascentes de água quente, o lugar é uma ótima pedida para viajantes mais curiosos e que não dispensam a chance contar uma boa história. Suas trilhas, por outro lado, são propensas a passeios em família. Um bônus: é aberto 24 horas ao público.   wrangell-national-park-alaska-alaska-nps-divulgacao-2-flickr wrangell-national-park-alaska-alaska-nps-divulgacao-flickr5. Wrangell St. Elias National Park and Preserve, no Alasca No que diz respeito à natureza selvagem, o Alasca está sempre um passo à frente. Disso Chris McCandles sabia bem! O monte que dá nome à reserva é simplesmente o segundo mais alto do país. Aqui, a extensa área de mais de 50 mil m² só pode ser acessada por duas estradas de cascalho. Pra compensar, o parque oferece uma estrutura totalmente voltada ao turismo de aventura. Fonte: Viaje aqui

Thanksgiving Day / Dia de Ação de Graças.

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Thanksgiving Day, é um feriado celebrado nos Estados Unidos e no Canadá, observado como um dia de gratidão a Deus, com orações e festas, pelos bons acontecimentos ocorridos durante o ano.
Nos Estados Unidos da América primeiramente, o dia de Ação de Graças era comemorado na quarta quinta-feira do mês de novembro, na região da Nova Inglaterra, eram festivais em agradecimento às boas colheitas realizadas no ano. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é comemorado no outono (do hemisfério norte), após a colheita ter sido recolhida e atualmente é comemorado na última quinta-feira de novembro.
O primeiro deles foi celebrado em Plymouth, Massachusetts, pelos colonos que fundaram a vila em 1620, no ano seguinte, depois de más colheitas e inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621. Por ordem do governador da vila, em homenagem ao progresso desta safra em anos anteriores, a festa foi marcada no início do outono de 1621. Homens de Plymouth mataram patos e perus. Outros alimentos que faziam parte do cardápio foram peixes e milho. Cerca de noventa índios também participaram do festival. Todos comeram ao ar livre em grandes mesas.
No entanto, durante muitos anos, o Dia de Ação de Graças não foi instituído como feriado nacional, sendo observado como tal em apenas certos estados, como Nova York, Massachusetts e Virgínia. Em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou que a quarta quinta-feira de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças.
Mas em 1939, o presidente Franklin Delano Roosevelt instituiu este dia será celebrado na terceira semana de novembro, a fim de ajudar o comércio, aumentando o tempo disponível para propagandas e compras antes do Natal (na época, era considerado inapropriado para produtos publicitários à venda antes do dia de Ação de Graças). Como a declaração de Roosevelt não era mandatória, 23 estados adotaram a medida instituída por Roosevelt e 22 não o fizeram, com o restante tomando ambas quintas-feiras (a terceira e a quarta semana de novembro) como Dia de Ação de Graças.
O Congresso dos Estados Unidos, para resolver esse impasse, então instituiu que o Dia de Ação de Graças seria comemorado definitivamente na quinta-feira da quarta semana de novembro e que seria um feriado nacional.
Tanto nos Estados Unidos e no Canadá, Dia de Ação de Graças é geralmente um dia quando as pessoas usam seu tempo livre para estar com a família, fazendo grandes reuniões e jantares familiares. É também um dia em que muitas pessoas dedicam seu tempo para pensamentos religiosos, orações e missas.
 
Curiosidades sobre o Dia de Ação de Graças
Existe uma cerimônia no Dia de Ação de Graças, onde o Presidente americano em exercício perdoa dois perus (um oficial e um reserva), salvando assim os animais do mesmo destino dos outros 46 milhões de perus – a estimativa de perus que são consumidos durante o feriado.
 
O Dia de Ação de Graças é também muito conhecido por grandes desfiles. O mais conhecido desfile de todos é o da Macy’s em Nova Iorque, onde participam centenas de figuras mediáticas e personagens do mundo infantil e da fantasia como Mickey, Homem Aranha, entre outros. Neste dia também é disputado um jogo de futebol americano, um dos esportes mais apreciados nos Estados Unidos.
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Balloons are paraded down 7th avenue during the 83rd Macy's Thanksgiving day parade in New York November 26, 2009.  REUTERS/Brendan McDermid (UNITED STATES SOCIETY)
A Sexta-feira depois do dia de Ação de Graças é conhecida como Black Friday (Sexta-feira Negra em português). Nesse dia, várias lojas fazem promoções surpreendentes, e por esse motivo, as lojas ficam superlotadas, de tal forma que todos os anos, há sempre casos de confrontos entre clientes que tentam obter os mesmos produtos, ou pessoas que passam mal por estarem em locais com muitas pessoas juntas.