Dia dos Veteranos

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O Dia dos Veteranos ( Veterans Day) é um feriado nacional nos Estados Unidos no que a população rende homenagem àqueles que têm servido às Forças armadas dos Estados Unidos.

A festividade ocorre em 11 de Novembro e coincide com outros feriados como o Dia da Lembrança, o qual se celebra a nível internacional o fim da I Guerra Mundial.


O Presidente Woodrow Wilson foi o primeiro político a declarar o 11 de novembro de 1919 o Dia do Armistício depois de assinar com Alemanha o tratado que pôs fim à I Guerra Mundial em 1918.


Sete anos depois o Congresso redigiu uma resolução em que o 4 de junho de 1926 o Presidente Calvin Coolidge aprova que o 11 de novembro seja celebrado com cerimônias.

Em 13 de maio de 1938 foi aprovada a ata constitucional: 52 Stat. 351; 5 Ou.S. Code, Sec. 87a em que tal dia cobra oficialidade segundo as leis do Governo.


Depois de finalizar a II Guerra Mundial, o veterano Raymon Weeks, originário de Birmingham, Alabama sugeriu que no Dia do Armistício incluísse todos os veteranos de qualquer contenda. O General Dwight Eisenhower, que esteve de acordo com a ideia, se encarregou que se criasse o Dia Nacional dos Veteranos. Weeks foi o encarregado de liderar a primeira celebração em 1947 até seu falecimento em 1985 em sua Cidade natal.

Em 1982, Ronald Reagan homenageou Weeks com a Medalha Presidencial e nomeou-lhe “Pai do Dia dos Veteranos”.


O membro da Câmara de Representantes: Ed Rees apresentou uma emenda para que a festividade fosse aprovada pelo Congresso sendo sancionado em 26 de maio de 1954 por Eisenhower.


Em 1 de junho do mesmo ano ,o Dia do Armisticio passou a denominar-se “dia dos Veteranos” permanecendo assim até os dias de hoje.


Tal dia não deve se confundir com o Memorial Day em que a população recorda aqueles homens e mulheres que faleceram em combate.


Fonte: Wikipedia

Como surgiu o Halloween?

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O Dia das Bruxas é conhecido mundialmente como um feriado celebrado principalmente nos Estados Unidos, onde é chamado de Halloween.
 
Mas hoje em dia é celebrado em diversos outros países do mundo, inclusive o Brasil, onde hábitos como o de ir de porta em porta atrás de doces, enfeitar as casas com adereços “assustadores” e participar de festas a fantasia vêm se tornando mais comuns.
 
Mas sua origem pouco tem a ver com o senso comum atual sobre esta festa popular. Entenda a seguir como ela surgiu.
 
O Halloween tem suas raízes não na cultura americana, mas no Reino Unido. Seu nome deriva de “All Hallows’ Eve”.
“Hallow” é um termo antigo para “santo”, e “eve” é o mesmo que “véspera”. O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro.
 
Mas uma coisa é a etimologia de seu nome, outra completamente diferente é a origem do Halloween moderno.
 
Desde o século 18, historiadores apontam para um antigo festival pagão ao falar da origem do Halloween: o festival celta de Samhain (termo que significa “fim do verão”).
O Samhain durava três dias e começava em 31 de outubro. Segundo acadêmicos, era uma homenagem ao “Rei dos mortos”. Estudos recentes destacam que o Samhain tinha entre suas maiores marcas as fogueiras e celebrava a abundância de comida após a época de colheita.
O problema com esta teoria é que ela se baseia em poucas evidências além da época do ano em que os festivais eram realizados.
 
A comemoração, a linguagem e o significado do festival de outubro mudavam conforme a região. Os galeses celebravam, por exemplo, o “Calan Gaeaf”. Há pontos em comum entre este festival realizado no País de Gales e a celebração do Samhain, predominantemente irlandesa e escocesa, mas há muitas diferenças também.
 
Em meados do século 8, o papa Gregório 3º mudou a data do Dia de Todos os Santos de 13 de maio – a data do festival romano dos mortos – para 1º de novembro, a data do Samhain.
 
Não se tem certeza se Gregório 3º ou seu sucessor, Gregório 4º, tornaram a celebração do Dia de Todos os Santos obrigatória na tentativa de “cristianizar” o Samhain.
Mas, quaisquer que fossem seus motivos, a nova data para este dia fez com que a celebração cristã dos santos e de Samhain fossem unidos. Assim, tradições pagãs e cristãs acabaram se misturando.
 
O Dia das Bruxas que conhecemos hoje tomou forma entre 1500 e 1800.
Fogueiras tornaram-se especialmente populares a partir no Halloween. Elas eram usadas na queima do joio (que celebrava o fim da colheita no Samhain), como símbolo do rumo a ser seguido pelas almas cristãs no purgatório ou para repelir bruxaria e a peste negra.
 
Outro costume de Halloween era o de prever o futuro – previa-se a data da morte de uma pessoa ou o nome do futuro marido ou mulher.
 
Em seu poema Halloween, escrito em 1786, o escocês Robert Burns descreve formas com as quais uma pessoa jovem podia descobrir quem seria seu grande amor.
Muitos destes rituais de adivinhação envolviam a agricultura. Por exemplo, uma pessoa puxava uma couve ou um repolho do solo por acreditar que seu formato e sabor forneciam pistas cruciais sobre a profissão e a personalidade do futuro cônjuge.
 
Outros incluíam pescar com a boca maçãs marcadas com as iniciais de diversos candidatos e a leitura de cascas de noz ou olhar um espelho e pedir ao diabo para revelar a face da pessoa amada.
 
Comer era um componente importante do Halloween, assim como de muitos outros festivais. Um dos hábitos mais característicos envolvia crianças, que iam de casa em casa cantando rimas ou dizendo orações para as almas dos mortos. Em troca, eles recebiam bolos de boa sorte que representavam o espírito de uma pessoa que havia sido liberada do purgatório.
 
Igrejas de paróquias costumavam tocar seus sinos, às vezes por toda a noite. A prática era tão incômoda que o rei Henrique 3º e a rainha Elizabeth tentaram bani-la, mas não conseguiram. Este ritual prosseguiu, apesar das multas regularmente aplicadas a quem fizesse isso.
 
Como o festival chegou à América?
 
Em 1845, durante o período conhecido na Irlanda como a “Grande Fome”, 1 milhão de pessoas foram forçadas a imigrar para os Estados Unidos, levando junto sua história e tradições.
 
Não é coincidência que as primeiras referências ao Halloween apareceram na América pouco depois disso. Em 1870, por exemplo, uma revista feminina americana publicou uma reportagem em que o descrevia como feriado “inglês”.
 
A princípio, as tradições do Dia das Bruxas nos Estados Unidos uniam brincadeiras comuns no Reino Unido rural com rituais de colheita americanos. As maçãs usadas para prever o futuro pelos britânicos viraram cidra, servida junto com rosquinhas, ou “doughnuts” em inglês.
 
O milho era uma cultura importante da agricultura americana – e acabou entrando com tudo na simbologia característica do Halloween americano. Tanto que, no início do século 20, espantalhos – típicos de colheitas de milho – eram muito usados em decorações do Dia das Bruxas.
 
Foi na América que a abóbora passou a ser sinônimo de Halloween. No Reino Unido, o legume mais “entalhado” ou esculpido era o turnip, um tipo de nabo.
 
Uma lenda sobre um ferreiro chamado Jack que conseguiu ser mais esperto que o diabo e vagava como um morto-vivo deu origem às luminárias feitas com abóboras que se tornaram uma marca do Halloween americano, marcado pelas cores laranja e preta.
 
Foi nos Estados Unidos que surgiu a tradição moderna de “doces ou travessuras”. Há indícios disso em brincadeiras medievais que usavam repolhos, mas pregar peças tornou-se um hábito nesta época do ano entre os americanos a partir dos anos 1920.
 
As brincadeiras podiam acabar ficando violentas, como ocorreu durante a Grande Depressão, e se popularizaram de vez após a Segunda Guerra Mundial, quando o racionamento de alimentos acabou e doces podiam ser comprados facilmente.
 
Mas a tradição mais popular do Halloween, de usar fantasias e pregar sustos, não tem qualquer relação com doces.
Ele veio após a transmissão pelo rádio de Guerra do Mundos, do escritor inglês H.G. Wells, gerou uma grande confusão quando foi ao ar, em 30 de outubro de 1938.
 
Ao concluí-la, o ator e diretor americano Orson Wells deixou de lado seu personagem para dizer aos ouvintes que tudo não passava de uma pegadinha de Halloween e comparou seu papel ao ato de se vestir com um lençol para imitar um fantasma e dar um susto nas pessoas.
 
E quanto ao Halloween moderno?
Hoje, o Halloween é o maior feriado não cristão dos Estados Unidos. Em 2010, superou tanto o Dia dos Namorados e a Páscoa como a data em que mais se vende chocolates. Ao longo dos anos, foi “exportado” para outros países, entre eles o Brasil.
 
Por aqui, desde 2003, também se celebra neste mesma data o Dia do Saci, fruto de um projeto de lei que busca resgatar figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Dia das Bruxas.
 
Em sua “era moderna”, o Halloween continuou a criar sua própria mitologia. Em 1964, uma dona de casa de Nova York chamada Helen Pfeil decidiu distribuir palha de aço, biscoito para cachorro e inseticida contra formigas para crianças que ela considerava velhas demais para brincar de “doces ou travessuras”. Logo, espalharam-se lendas urbanas de maçãs recheadas com lâminas de barbear e doces embebidos em arsênico ou drogas alucinógenas.
 
Atualmente, o festival tem diferentes finalidades: celebra os mortos ou a época de colheita e marca o fim do verão e o início do outono no hemisfério norte. Ao mesmo tempo, vem ganhando novas formas e dado a oportunidade para que adultos brinquem com seus medos e fantasias de uma forma socialmente aceitável.
 
Ele permite subverter normais sociais como evitar contato com estranhos ou explorar o lado negro do comportamento humano. Une religião, natureza, morte e romance. Talvez seja este o motivo de sua grande popularidade.
 
Fonte: BBC

4 de Julho – Dia da Independência dos Estados Unidos.

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No dia 4 de julho é comemorado o Dia da Independência dos Estados Unidos – É um feriado nacional que celebra a Declaração de Independência de 1776, ano em que as Treze Colônias declararam a separação formal do Império Britânico. O Dia da Independência é o feriado mais festejado dos Estados Unidos e têm forte influência sobre a cultura americana em geral, tendo sido retratado nos mais diversos veículos de mídia.

Segundo o John Adams, nessa data deve ser feito um grande festival de aniversário, para comemorar o dia da libertação. “Deve ser solenizado com pompa e circunstância, com shows, jogos, esportes, canhões, sinos, fogueiras e iluminações, de uma ponta a outra do continente, de agora para todo o sempre.”. E os americanos levaram as palavras do fundador tão a sério, que transformaram o dia 4 de julho em um grande feriado e na maior festa do país. Todos comemoram, cada um a sua maneira. Alguns fazem piqueniques ou churrascos, para reunir a família; outros viajam para a praia para aproveitar o calor. Mas o que mais encanta são as queimas de fogos, que acontecem em todos os Estados Unidos.

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O National Mall recebe a maior queima de fogos de todo o país, e o espetáculo é tão bonito que milhões de pessoas fazem questão de assistir. A música também tem vez nessa grande comemoração, e ela fica por conta da banda do Exército americano que, todos os anos, se apresenta ao lado da Orquestra Pops de Boston. E não é só isso! Cada lugar do país faz sua própria comemoração, com direito a desfiles do Dia da Independência, concursos (como aqueles de tortas, que estamos acostumados a ver em filmes), cerimônias de naturalização e shows com músicas para todos os gostos. Quem presencia o evento pela primeira vez fica impressionado, não só pela grandeza da festa, mas pela emoção e pela paixão que os americanos têm pelo seu país e pelo respeito que eles têm pela data.

Baladas em Miami

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 A vida noturna de Miami é muito agitada, com pessoas do mundo todo vindo para curtir as baladas. A maior parte fica em Miami Beach.  

Dicas para aproveitar as baladas em Miami:
1. Chegue cedo na balada. Elas abrem por volta das 23 horas, então chegando perto desse horário, ou pelo menos antes da meia-noite, você evita filas.
2. O visual para sair nas baladas de Miami tem que ser o melhor possível. A ideia é mostrar que você vai gastar lá dentro, mesmo que não vá. Vestidos, camisa social e calça jeans ou social, sapato e NUNCA tênis, e salto alto são looks garantidos.
3. A decisão de você entrar ou não nas baladas está nas mãos dos seguranças que ficam na porta. Se, por um acaso, ele deixar você esperando, aguente pacientemente. Se não der certo, vá para outra balada, eles podem implicar por motivos que não ficam claros, mas é difícil discutir e nem vale a pena.

As dicas são de 2022, a cidade abre e fecha bares e boates do dia pra noite.

Saiba mais sobre elas e planeje sua visita a cada uma delas:

Mynt Loung 

Endereço: 1921 Collins Ave, Miami, FL 33139

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É uma balada incrível que tem uma super decoração e é super elegante e sofisticada. É uma das baladas mais procuradas de Miami Beach. Ela é o lugar ideal para quem gosta de se divertir de verdade à noite, tendo uma decoração super elegante e sofisticada. Na Mynt Lounge você vai encontrar gente bonita e os melhores DJs da Flórida, em um ambiente super animado e com um bar de bebidas de todos os tipos possíveis, como drinks, tequila, cerveja e vodka.
Horário: quintas-feiras, sextas-feiras e sábados, das 00h às 5h

LIV

Endereço: 4441 Collins Ave, Miami Beach 33140

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Esse club fica dentro do Hotel Fontainebleau, e continua sendo o melhor lugar para encontrar celebridades. Com as músicas mais tocadas pelos DJs do mundo todo. Lugar incrível e super luxuoso. Isso significa que não é uma balada barata e você tem que caprichar no visual.
Horário: os dias de festas variam ao longo da semana, mas basta conferir o calendário do site oficial

Mango´s Tropical Café

Endereço: 900 Ocean Drive 33139

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É um restaurante latino, muito divertido e extravagante, tem sempre shows com mulheres exóticas e travestis. arada obrigatória para quem gosta de curtir a noite. Localizado na Ocean Drive, em Miami Beach, o Mango’s Tropical é uma balada de salsa e merengue que agita as noites de Miami Beach. Você vai se sentir como se estivesse naquelas festas em Cancun. Muita cor, luz, música latina, dançarinas e tequilas fazem com que a noite no Mango’s Tropical Café seja inesquecível – e muito famosa. O Night Club Mango’s Tropical oferece coquetéis e drinks latinos que são imperdíveis e shows em cima do balcão, com dançarinas e dançarinos fantasiados de acordo com a música. Apesar de funcionar como um bar durante o dia, está na lista das melhores baladas de Miami e é sem dúvidas a mais divertida também.
Horário: todos os dias, das 11h45 às 5h

Story

Endereço: 136 Collins Ave, Miami Beach 33139

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Fica em South Beach. Pertence aos mesmos donos da Liv, mas tem um espaço muito maior. A balada Story NightClub é divertida e sempre recebe ótimas atrações. A casa costuma ficar cheia em todas as festas, ideal para quem gosta de música eletrônica. Por esse e outros motivos, ela é uma das melhores boates da cidade, com direito a camarote e outros ambientes dividindo a casa.
Horário: aos sábados, das 23h às 5h

Clevelander

Endereço: 1020 Ocean Drive, Miami Beach, 33139

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É um verdadeiro ícone entre os hotéis da Ocean Drive, Miami Beach bem agitado e recomendado para quem quer se divertir até a madrugada. Durante o dia acontecem as Pool Parties. E à noite vira um bar balada todo iluminado, com pista de dança e ao som de ótimos DJs.  Muito animada e acessível, indicada para passar uma noite maravilhosa regada a drinks saborosos e ao ar livre.
Horário: os dias de festas variam ao longo da semana, mas basta conferir o calendário do site oficial

Nikki Beach  

Endereço: 1 Ocean Drive, Miami Beach 33139

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Restaurante/Boate super chic com balada a céu aberto na beira da praia de Miami Beach, a parte aberta fica na areia com cabanas, para curtir e relaxar. Dependendo do dia tem festa de manhã e à noite.
Uma das melhores baladas de Miami Beach. O Nikki Beach Club tem a parte fechada, com a pista de dança, e a parte aberta, na areia, cheia de cabanas e camas para você curtir e relaxar ao mesmo tempo – a proposta é diferente, mas interessante.
Horário: varia de acordo com a estação. 

Wynwood Walls – O bairro da arte e da cultura

Wynwood Walls
Endereço: 2516 Northwest 2nd Avenue, Miami, FL 33127

O bairro de Wynwood wall em Miami é o lugar perfeito para quem gosta de arte. A região de Wynwood Art District possui inúmeras galerias de arte ao ar livre. Vários artistas famosos em 2009 pintaram as paredes e muros da região no intuito de revitalizar o lugar e torná-lo mais bonito. São mais de 50 galerias de artes de todos os tipos.
Os enormes muros e paredes que viraram obras de arte foram pintadas por artistas famosos como: Cobra, Os Gêmeos, Barry McGee, Carmem Gusmão, Soco Freire entre outros.
Reserve um dia inteiro no seu roteiro para apreciar essa exposição maravilhosa ao ar livre.

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Dolphin Mall – Outlet

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 Dolphin Mall

 Endereço: 11401 NW 12th St, Miami, FL 33172

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É o Outlet de Miami mais próximo ao Aeroporto Internacional de Miami, fica aproximadamente 15 quilômetros de distância. O shopping oferece mais de 240 lojas entre as quais você pode encontrar Michael Kors, Polo Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, Aeropostale, Armani Exchange, Forever 21,  Marshalls entre muitas outras.

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A distância do Dolphin Mall até o Aeroporto Internacional de Miami 15 Km

Comparado com o Sawgrass, o melhor outlet da região, o Dolphin Mall tem boas opções de lojas e restaurantes.  O Sawgrass  tem mais opções de lojas. Praticamente tudo que você encontra no Dolphin Mall você pode encontrar no Sawgrass e muito mais.

Mapa da distância entre Dolphin Mall e Sawgrass Mills

(47,8 Km)

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Aventura Mall

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  Aventura Mall

Endereço: 19501 Biscayne Blvd, Aventura, FL 33180

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Aventura Mall é um dos shoppings Centers da Florida, um dos cinco shoppings de maior receita bruta por metro quadrado do país, o principal destino de compras de visitantes e residentes locais e , no geral, o sonho dos compradores.

Melhores lojas do Shopping Aventura Mall em Miami
Muitas das lojas mais procuradas pelos brasileiros estão no Shopping Aventura Mall, por isso é impossível sair de lá sem várias sacolas! Como já dissemos, ele é um shopping realmente enorme, e vale a pena já saber as principais lojas de cada setor, para se planejar na hora das compras. Confira quais são elas:

Lojas de eletrônicos: Apple, AT&T, Microsoft, Game Shop, Horizon Electronics, Nutronics, World Phone.

Lojas de roupa feminina e acessórios: Abercrombie, Adidas, Agua de Coco, Allegra, American Eagle, Ann Taylor, Armani, Banana Republic, Bebe, Burberry, Calvin Klein, Cartier, Chanel, Claire’s, Coach, Desigual, Diesel, Fendi, Gucci, Gap, Guess, H&M, Hollister, Kipling, Lacoste, Louis Vitton, Longchamp, Macy’s, Michael Kors, Nordstrom, Tommy Hilfiger, Tiffany, Urban Outfitters, Ray Ban, Victoria’s Secret, Pink, Prada, Sears, Forever 21, Zara.

Lojas de roupa masculina: Abercrombie, Adidas, All Saints, American Eagle, Armani, Banana Republic, Burberry, Calvin Klein, Cartier, Cole Haan, Damiani, Desigual, Diesel, Gucci, Gap, H&M, Hollister, Kipling, Lacoste, Longchamp, Michael Kors, Tommy Hilfiger, Urban Outfitters, Just Cavalli, La Martina, Philip Plein, Ray Ban, Vince Camuto, Zumiez, True Religion.

Lojas para crianças: Action Kids, Abercrombie, Baby Gap, Baby Cottons, Justice, Janie & Jack, Jouney’s Kidz, Kidz, Ledo, Melissa, Norkinas, Pretty Ballerinas, Splendid, Tous, Faber Castell, Lego.

Lojas de artigos esportivos: Stella Mccartney (Adidas), Adidas, Aventura Racquet Sport, Champs Sports, Foot Locker, Lululemon Athletica, New Balance, Oakley, Quicksilver.

Lojas de departamento: H&M, Macy’s, Sears, Nordstrom, Bloomingdale’s, JCPenney.

Lojas de produtos estéticos: The Art of Shaving, Bath & Body Works, Bayside Brush, The Body Shop, Chanel, GNC, Inglot, Kiehl’s, L’occitane, Lush, MAC, Origins, Perfumania, Sephora.

Lojas de tênis e calçados: Adidas, Aldo, Bally, Camper, Louboutin, Coach, Crocs, Emilio Pucci, Geox, Guess, Melissa, New Balance, Pretty Ballerinas, Sam Edelman, Schutz, Skechers, Steve Madden, Vans, The Walking Company.

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Fácil acesso de qualquer lugar de Miami.

Central Park

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O Central Park é o maior parque urbano de Nova York e um dos maiores do mundo.

Mede mais de 4 quilômetros de comprimento e 800 metros de largura. Foi o primeiro parque público nos Estados Unidos, inaugurado em 1857.

Nos 340 hectares que o Central Park ocupa podemos encontrar pradarias, lagos artificiais, cascatas e áreas que parecem um autêntico bosque.

Dentro do próprio parque também se encontra o Zoo do Central Park e outras atrações.

Além de ser o principal pulmão de Manhattan, esse parque é um dos lugares preferidos dos nova-iorquinos para passear, tomar sol ou praticar esporte.

É considerado, por muitos nova-iorquinos, um oásis dentro da grande floresta de arranha-céus existente na região.

Do Central Park à ponte do Brooklyn: como curtir NY em 24 horas

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Vale a pena passar apenas um dia em Nova York? A verdade é que “depende”.
Um roteiro com as principais atrações que dá para visitar em 24 horas.
  
Pensando em pessoas que tenham pouco tempo para explorar a Big Apple, segue abaixo o roteiro:
 
Café da manhã americano
Para começar o dia, um bom brunch, afinal, essa é uma das melhores formas de mergulhar na cultura local, comendo. Os melhores lugares para comer clássicos americanos, como Eggs Benedict e Panquecas, selecionei um deles, o Clinton St. Baking.
 
De lá, caminhe pelo Soho e Greenwich Village (um dos bairros mais bonito de NY) e ver a fachada do prédio da série “Friends”, anote aí o endereço: 90 Bedford Street.
 
Seguiremos de metrô para Wall Street, onde está um velho conhecido dos turistas, o famoso touro de metal, acompanhado da nova super heroína da cidade, a escultura de uma menina feita do mesmo material, que corajosamente o encara.

O passeio de barco até a estátua da Liberdade, vamos até o Battery Park dar um tchauzinho para ela e tirar algumas fotos é claro.
 
Cenários de filmes
Pegar o metrô e seguir para o Shake Shack do Madison Square Park, comer um dos melhores hambúrgueres da cidade e ver uma das construções mais icônicas da Big Apple, o Flatiron Building, também conhecido como o “prédio do homem aranha”.
 
Falando em super heróis, vá para a estação Grand Central, onde foram gravados inúmeros filmes, como “Os Vingadores”. Ali pertinho está a Biblioteca Pública de Nova York, que ficou conhecida pelo filme “Bonequinha de Luxo”, entre outros clássicos, e cuja arquitetura já vale a visita – é possível fazer um “audio tour” gratuito em inglês ou espanhol pelo local.
 
Depois, seguiremos de metrô até o Central Park, mais especificamente à estação 72nd Street, que fica pertinho da fonte de Betesda. Sim, se você tem pouco tempo na cidade, precisa decidir previamente o que verá no Central Park, já que o lugar é gigantesco.
 
Outra dica é: compre um bilhete ilimitado do metrô, para facilitar o seu deslocamento pela cidade.
 
Nós cruzaremos andando o parque até o Metropolitan, o mais completo museu de Nova York. Sim, lá dá para ver múmias, esculturas, quadros e muito mais. E no fim de semana ainda tem bar no hall com música ao vivo tocada em um lindo piano de cauda, a partir das 18h.
 
Compras
Depois de descansar um pouquinho tomando vinho nesse bar, siga seu passeio andando pela Quinta Avenida
Nesse passeio a pé visite também a Catedral de St. Patricks e o Rockefeller Center, e tenha a difícil missão de escolher se comerá morangos com chocolate na loja da Godiva ou os famosos cupcakes e Banana Pudding da Magnolia Bakery.
 
Energizadas pelo doce, siga andando até a Times Square, não só porque o local é muito fotogênico, mas também porque abriga uma loja linda da Disney, com preços incríveis, que te faz querer comprar todos os brinquedos.
 
Ninguém dorme
Pegue o metrô para o Empire State Building, que fica aberto até de madrugada.
Faça uma caminhada até a 14th Street, onde estão duas das pizzarias mais gostosas da cidade: a Artichoke e a Joe’s Pizza, onde você consegue comer bem por menos de US$ 10, no melhor estilo.
 
Pode seguir andando para um dos muitos bares do East Village, de preferência para ouvir jazz no excelente Rue B.
 
Para o dia nascer feliz
Como o voo para Londres parte apenas às 10h, dá para madrugar para ver o sol nascer atravessando a ponte do Brooklyn andando. De lá seguir de metrô para o aeroporto.
Sua última imagem de Nova York será a linda paisagem que dá para ver do Brooklyn Bridge Park, que irá deixá-los com muita vontade de voltar com mais tempo.
 
Fonte:Talita Ribeiro/ Viagem Turismo Abril
 

Dia Internacional da Lembrança do Holocausto

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Dia Internacional da Lembrança do Holocausto ou Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é um dia internacional da lembrança das vítimas do Holocausto, o genocídio cometido pelos nazistas e seus adeptos que ceifou a vida de milhões de pessoas judias, ciganas, poloneses, homossexuais, deficientes, comunistas e outras, durante a II Guerra Mundial.


Foi designado ao dia 27 de janeiro, pela resolução 60/7 da Assembleia Geral das Nações Unidas em 1 de novembro de 2005, durante a 42ª sessão plenária desta organização.


A resolução veio após a sessão especial realizada em 24 de janeiro de 2005, durante a qual a Assembleia Geral marcou o 60º aniversário da libertação dos campos de concentração e do fim do Holocausto.


Auschwitz foi o maior e mais terrível campo de extermínio do regime de Hitler. Em suas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas.

No auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se sinônimo do genocídio de judeus e tantos outros grupos perseguidos pelos nazistas.


As tropas soviéticas chegaram a Auschwitz, Polônia, na tarde de 27 de janeiro de 1945, um sábado. A forte resistência dos soldados alemães causou um saldo de 231 mortos entre os soviéticos. Oito mil prisioneiros foram libertados, a maioria em situação deplorável devido ao martírio que enfrentaram.

O 27 de Janeiro foi escolhido por ter sido a data, em 1945, que aconteceu a libertação do campo de concentração de Auschwitz.


O regime nazista e seus colaboradores assassinaram cerca de 6 milhões de judeus, entre homens, mulheres e crianças, durante a Segunda Guerra Mundial, em um programa continental de destruição de todas as comunidades judaicas que fossem encontradas.


Guiada por uma ideologia fundamentalmente racista, a Alemanha nazista também perseguiu e matou milhões de outras pessoas por serem consideradas de “raça inferior”, e outras por razões políticas, ideológicas ou comportamentais, como ciganos, poloneses, homossexuais, deficientes, comunistas, testemunhas de Jeová, adventistas e entre outros.


Temos que lembrar para nunca repetir

Prometemos que nunca esqueceremos. Prometemos contar as suas histórias e honrá-las, defendendo o direito de todos de viver com dignidade em um mundo justo e pacífico.

Fonte: Wikipedia