Coconut Grove paraíso boêmio e mais charmoso de Miami.

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Originalmente inaugurado em 1800, Coconut Grove continua uma vila costeira charmosa dentro da dinâmica urbana de Miami. O Grove, como é comumente chamado, é o bairro mais antigo em Miami.
O centro da vila para pedestres em Coconut Grove é repleto de cafés na calçada, galerias e butiques. A sensação de pequena vila boêmia é contrastada por famosas cadeias de restaurantes, mas pequenos cafés locais, bares universitários e butiques independentes ainda tomam conta das ruas. Puxe uma cadeira ao ar livre, veja a variedade de compradores, frequentadores de bares, estudantes e turistas que passeiam pelas ruas e desfrute de um ambiente descontraído.
O ambiente descontraído de Coconut Grove estende-se aos muitos parques ao ar livre de frente para baía na região, incluindo Peacock Park, Kennedy Park, Barnacle Historic State Park (Parque Estadual Histórico Barnacle) e muitos outros.

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O bairro Village West em Coconut Grove é o atual enclave histórico de descendentes das Bahamas e afro-americanos dos primeiros colonos de Coconut Grove. A presença deles como a primeira comunidade negra no continente South Florida começou aqui no final de 1870, quando os negros, principalmente oriundos das Bahamas, chegaram via Key West para trabalhar no Peacock Inn.
Coconut Grove é o lar de muitos eventos anuais populares.

Velejar

Coconut Grove sempre foi a capital da vela em Miami. A localização, bem na Baía Biscayne, faz dele o anfitrião perfeito para um iate clube, clube de vela e marina, todos situados a uma distância que pode ser percorrida a pé. Precisa de um último motivo para ir para Coconut Grove e velejar em busca de uma aventura? Não há dúvida de que a melhor maneira de ver tudo de Miami, de Miami Beach a Key Biscayne e até a área residencial do sul, mesmo tão longe quanto Florida Keys.
Deixe a brisa soprar nas suas costas, as águas salgadas baterem nas laterais do barco e o sol acariciar sua pele. Um dia de vela, para o veterano, o marinheiro experiente ou novato, é uma ótima forma de passar o dia em Coconut Grove. Venha velejar por um dia, junte-se a uma regata ou voluntarie-se para navegar por uma boa causa no mar aberto de Coconut Grove.

Compras

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Esse paraíso boêmio é o bairro mais antigo de Miami. Hoje, ele mantém o clima descontraído à beira-mar, com as ruas repletas de restaurantes e bares, galerias e lojas. Você encontrará lojas hippies antigas, butiques chiques e lojas básicas de shopping.
Em CocoWalk, você pode fazer de tudo. É o centro de Coconut Grove e uma combinação única de destinos de varejo, cinemas, butiques exclusivas, refeições casuais ao ar livre, galerias de arte e muito mais. É mais do que um shopping comum, você pode tomar sol, tomar ar puro e a brisa do mar e passear, fazer compras até se acabar e ouvir música ao vivo com uma piña colada na mão em um só lugar.

Gastronomia

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A vibração da vida boêmia é evidente na arquitetura incomum, uma mistura de casas históricas inspiradas nas Bahamas, moradias arrojadas, belas mansões e centros básicos de compras. Mas o melhor exemplo da vibração distinta de Coconut Grove são os restaurantes onde você encontrará um pouco de tudo.
Desfrute de pratos favoritos do bairro, à beira-mar com vista para a baía, em restaurantes de hotéis de luxo e bares de mergulho do bairro, tudo em apenas alguns quarteirões. Se você estiver procurando uma refeição saborosa em um restaurante confortável e aconchegante que tenha uma clientela fiel local, vá para Coconut Grove.

Sinta-se como a Realeza no Viscaya Museum & Gardens

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Villa Vizcaya é uma propriedade em estilo renascentista italiana localizada em Coconut Grove construída entre 1914 e 1916 como residência de James Deering, o então vice-presidente da International Harvester.  Adaptada ao clima subtropical do sul da Flórida, foi projetada de acordo com os estilos de mansões europeias que Deering havia visitado.
A propriedade é atualmente denominada oficialmente Vizcaya Museu and Gardens e consiste na casa principal e sua mobília original e os jardins formais que a envolvem. A propriedade abrange cerca de 50 hectares (500 mil m²) dos quais 10 hectares (100 mil m²) constituem o jardim botânico.
O museu contém mais de 70 quartos decorados com vários artefatos antigos provenientes do século XV até o início do século XIX europeu.10 Atualmente a propriedade está sob o controle do Condado de Miami-Dade e é mantida pelo instituto Vizcaya Museum and Gardens Trust criado em 1998.
Villa Vizcaya localiza-se em South Miami Avenue n°3251 no bairro de Coconut Grove e permanece aberta ao público todos os dias, exceto no dia de Natal.

EUA: Desembarque, Imigração e Alfândega.

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Muitas pessoas ficam preocupadas com a chegada nos Estados Unidos, por ter que passar pela conversa com os agentes de imigração e os fiscais da alfândega.

Por isso, resolvi dar algumas dicas (perguntas e respostas) para tranquilizar a todos.

Por que existe este processo todo?
Apesar de você estar com um visto americano em seu passaporte (ou passaporte europeu), o governo americano quer certificar que você não está com intenção de morar ilegalmente no país. Assim, eles querem assegurar que você possui laços com o país de origem, no nosso caso, o Brasil.
Apenas para comparação, o Brasil possui processo semelhante para a chegada de estrangeiros em nosso país.

O que eu faço quando saio do avião?
Após pousar nos Estados Unidos, você precisará passar pelos agentes de imigração e pela alfândega (o chamado “customs”). Isto  acontecerá mesmo que você ainda não tenha chegado em seu destino final. Por exemplo, muitas pessoas pousam em Miami e depois embarcam para Orlando. O procedimento de imigração é feito na primeira cidade americana que você desembarcar, neste caso, Miami.
Após sair do avião, basta seguir as pessoas, pois todos tem que passar pela imigração, mesmo os cidadãos americanos.

Após sair do avião, devo pegar minhas malas antes de passar pelos agentes de imigração?
Não. Suas malas só estarão disponíveis depois que você passar pelos agentes de imigração americanos.

Não sei falar inglês. Isto é um problema?
Não. Todos os agentes sabem falar espanhol e muitos até arranham um português. Não se preocupe com isto. Eles vão te entender mais do que você pensa…

Que fila devo pegar?
Quando você chega no local onde estão os guichês nos quais os agentes de imigração estão, existe uma área para os cidadãos americanos e outras para os estrangeiros (não importa se você tem passaporte europeu, dá na mesma). Siga a orientação dos guardas, que te direcionarão para o atendimento a estrangeiros.
Dependendo do portão no qual você desembarcou, pode existir uma fila única ou várias filas pequenas, na frente de cada guichê. Basta escolher uma delas e esperar.

O que preciso levar em mãos?
Neste momento, você precisará do passaporte com visto americano e os formulários preenchidos:
– 6059B (azul): um por família.

Sempre é recomendado que você leve uma pastinha em mãos (fora da mala) com a reserva do seu hotel e a reserva do retorno aéreo, caso o agente solicite.

Confira o post especial sobre o preenchimento destes formulários aqui mesmo no Miami é Florida.
https://miamieflorida.com.br/616/

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 O que eu não posso ou não devo fazer na fila de espera?
– É expressamente proibido falar ao telefone celular nesta área. Nem caia na tentação de ligá-lo, pois mesmo se você estiver jogando Angry Birds no celular, os guardas podem achar que você está tirando fotos, o que é proibido também. Se eles pegarem, você vai perder horas tentando explicar…

– Não reclame da fila. Sim, você vai passar de 15 a 60 minutos esperando em pé, após um voo de 9 horas de duração. Você pode perder o próximo voo…Dá raiva. Mas, não reclame, muito menos em voz alta. Os guardas, fiscais e câmeras ficam olhando para quem se “sobressai” na multidão…

– Não fale mal do processo de imigração americano em português, pensando que eles não entendem: os guardas e fiscais sabem falar português e espanhol, não se engane…

– Nunca, nunca, nunca faça piadinhas sobre o processo de segurança americano ou use palavras como “bombas” ou “armas”. Não se esqueça da história do brasileiro que fez uma piada que estava levando uma bomba e foi deportado…

Seu próximo vôo vai sair daqui a pouco e você continua na fila. O que fazer?

Vá até o guarda que fica perto da fila e mostre para ele que seu voo vai sair em breve (use o papel de reserva de seu voo). Mas, prepare-se: em geral, eles não ligam pra isto e você acaba perdendo o vôo mesmo.
Para eles, a segurança nacional é mais importante que sua escala…
Se ele não deixar você passar na frente, agradeça a atenção e volte para seu lugar na fila. As empresas aéreas estão acostumadas a isto e você pode pegar o próximo vôo sem custos adicionais.

Você está com crianças de colo/ idosos/ etc. Pode passar na frente?

Não. Porém, os guardas ficam observando e geralmente puxam as famílias com crianças pequenas ou pessoas com deficiência de locomoção para a frente. Grande parte das pessoas que chegam ali são crianças ou idosos: se eles passassem todos na frente a fila ficaria uma loucura…

Cada pessoa passa sozinha no guichê?
As pessoas da mesma família podem passar juntas na entrevista. Oficialmente, eles  consideram que pessoas da mesma família devem morar na mesma residência, porém recentemente eles estão aceitando que os avôs e avós que acompanham a família passem juntos (mas não é garantia).

Estamos viajando com meus filhos e a babá nos acompanhará. Ela passa junto conosco?
Sim. Empregadas e babás possuem vistos temporários atrelados ao da família, sendo considerados parte dela durante a entrevista.

Estou viajando com meus amigos. Podemos passar juntos no guichê?
Não. Só famílias podem passar em grupos na entrevista.

Cheguei no guichê e estou na frente do agente de imigração. E agora?
Sorria e fale bom dia/ boa tarde/ boa noite, na lingua que preferir.
Lembre-se: ele estará prestando atenção em tudo o que você disser em português para as pessoas que estão com você. Faz parte do trabalho dele. Ele entende a nossa lingua e está observando, mesmo que não pareça. Desta forma, cuidado no que fala com os outros durante esta entrevista.
O agente vai começar perguntando qual é o objetivo da viagem (“what’s the purpose of your trip?”). Responda que você vai para a Disney ou que está de férias e quer conhecer os Estados Unidos.
Ele também vai te perguntar quantos dias você vai ficar (“How many days will you stay is US?”). Fale a quantidade de dias que você ficará e a data vai embarcar de volta.
Por fim, ele vai perguntar onde você vai ficar enquanto estiver nos Estados Unidos (“Where will you stay?”). Fale o nome do hotel que você ficará. Se forem vários, mencione todos eles.
Ele poderá fazer perguntas adicionais, se sentir que é necessário. Fique calmo, isto é normal. Se você não entender o que ele está falando, basta dizer que não entendeu e peça para repetir. Se ele estiver falando em inglês e você não souber, fale que não sabe nada de inglês.
Não abra sua mala para pegar algum documento, exceto se ele pedir isto!
Após a bateria de perguntas, o agente vai pedir para você e cada pessoa que esteja junto para  colocar os dedos na máquina que lê as impressões digitais. Após isto, ele tirará uma foto de sua face (sem óculos).
Tudo certo, ele carimba seu passaporte, grampeia parte do formulário I-94 no seu passaporte e te devolve o formulário 6059B (azul).
Diga obrigado e saia.

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O que é a temida “salinha” de imigração?
Este é o maior medo dos brasileiros na imigração: ir para a salinha…
Caso o agente de imigração não fique satisfeito com a entrevista, ou se ele interpretar que faltou algum documento necessário, o turista será encaminhado para uma segunda entrevista, na tal salinha. Na verdade é uma área na qual agentes farão uma pesquisa mais detalhada a pessoa, levantará alguns dados históricos, checará sua reserva com o hotel, etc…
Se o segundo agente não estiver confortável com a entrada do turista, ele será deportado.
Por exemplo, conheço uma pessoa que foi para a salinha porque a impressão digital tinha sido capturada errada na embaixada americana. Ou seja, na hora do guichê, a impressão digital não bateu…
Na salinha, eles checaram os dados por mais ou menos 2 horas e liberaram a entrada dela nos Estados Unidos.

Se você vai para a salinha é certeza que você vai ser deportado?
Não. Ir para a salinha significa apenas que sua entrevista será mais detalhada e você gastará no mínimo mais uma hora e meia no processo.
Você precisará apresentar muito mais documentos: reservas de hotel, ingressos, mostrar o dinheiro que está carregando, etc…
Nesta sala, os agentes são mais duros com os turistas, fazendo perguntas mais diretas e insistentes. Eles vão querer verificar tudo!
Vale uma boa dica: NUNCA MINTA PARA ELES. Eles sabem quando as pessoas estão mentindo pela linguagem corporal e fazer isto é quase carimbar o passaporte de volta.

Estou viajando com meus amigos. Eu e minha família fomos aprovados na imigração, porém eles foram para a salinha. E agora?
Melhor combinar este cenário com antecedência.
Combinem que vocês vão se encontrar nos bancos do saguão do aeroporto e que, ao sair da salinha, a pessoa vai ligar via celular para os demais do grupo para se encontrarem.
Se vocês não pousaram em um aeroporto e tiverem ainda um outro voo, você precisará pegar o voo no horário de sua reserva e deixar seus amigos para pegarem o voo seguinte. Neste caso, combinem que vão de comunicar via celular para se encontrarem no hotel, horas depois.

Fui aprovado pelo agente de imigração. E agora? Pra onde vou?
Vá pegar suas malas. Mantenha o formulário 6059B em mãos. Pegue sua mala e caminhe para a saída. Haverá ainda mais um ponto de checagem antes de entrar no salão do aeroporto: o customs.

O que é o Customs?
Customs é a alfândega. Eles verificam o que está nas malas das pessoas que estão entrando no país. É proibido, por exemplo, entrar com alimentos e plantas nos Estados Unidos ou algumas drogas não autorizadas.

O que eu faço na Alfândega?
Os fiscais vão pedir o formulário 6059B. Entregue para eles. Eles vão perguntar para onde você vai e quanto dinheiro está trazendo? (“How much cash are you bringuin’?”). Responda para ele e espere suas orientações. Ele pode te direcionar para a saída (o saguão do aeroporto) ou para a inspeção detalhada de malas.

Eles vão abrir minha mala. Estou trazendo meus remédios. E agora?
Você pode trazer remédios, desde que as caixas estejam fechadas e você tenha uma receita médica de seu médico.
Para remédios mais comuns( aspirina, tylenol, vitaminas, suplementos alimentares, etc) não é obrigatória a receita, desde que a quantidade que você está levando seja compatível com o período que você ficará nos Estados Unidos (https://help.cbp.gov/app/answers/detail/a_id/1217).

Eles abrem as malas de todos?
Não. Eles escolhem aleatoriamente algumas pessoas para abrir as malas. O processo demora um pouco: caso você seja escolhido, vai perder de 30 minutos a 1 hora.

E depois?
Depois disso você está livre para curtir suas férias!!!

Veja outras dicas em Miami é Florida

Tsarnaev é condenado à morte por atentados na maratona de Boston.

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Dzhokhar Tsarnaev, de 21 anos, foi condenado à morte com injeção letal na tarde desta sexta-feira (15) por sua participação nos atentados terroristas na maratona de Boston.
A condenação do jovem muçulmano de origem chechena foi lida após 14 horas de deliberações, nas quais o júri considerou Tsarnaev culpado de seis das 17 acusações passíveis de pena capital.
Em 8 de abril, o mesmo júri de 12 pessoas havia considerado Tsarnaev culpado das 30 acusações atribuídas a ele no pior ataque em solo americano desde 11 de setembro de 2001.

A pena de morte só pode ser aplicada porque a decisão foi unânime entre as sete mulheres e cinco homens que integraram o júri.
A sala de audiências dos tribunais federais da capital de Massachusetts (nordeste) ficou em absoluto silêncio durante a leitura do veredito.

A secretária de Justiça dos EUA, Loretta Lynch, aprovou a decisão, afirmando que a condenação à morte “é uma pena adequada a esse crime horrível”.
Carmen Ortiz, procuradora-geral do Estado de Massachusetts, em declaração à imprensa após a decisão, disse que, embora Dzhokhar fosse influenciado pelo irmão mais velho Tamerlan, ele era também um adulto e deve responder como tal pelo ataque.
Nenhuma pessoa foi executada no estado de Massachusetts desde 1947. Desde que se voltou a aplicar a pena capital em nível federal em 1988, 79 indivíduos foram condenados. Destes, três foram executados, de acordo com o Centro de Informação da Pena de Morte.
Ao lado do irmão, Tamerlan, Dzhokhar foi responsável pela explosão de duas bombas na linha de chegada da maratona de Boston em 15 de abril de 2013, que deixaram três mortos e 264 feridos, dos quais 17 amputados.
Os irmãos Tsarnaev foram identificados como autores dos ataques dias depois da corrida graças a gravações das câmeras de segurança.
O irmão mais velho de Dzhokhar, Tamerlan Tsarnaev, de 26 anos, foi morto pela polícia depois de matar o policial Sean Collier quando tentavam fugir de Boston. Após uma longa perseguição, Dzhokhar, na época com 19 anos, foi capturado horas mais tarde, gravemente ferido.
No dia 8 de abril, Tsarnaev já havia sido declarado culpado de todas as 30 acusações contra ele, após um julgamento que durou 16 dias. Na ocasião, os 12 jurados precisaram de 12 horas para deliberar.

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Entre as acusações, o jovem foi considerado culpado pelo assassinato de três pessoas, por ferir outras 264, matar um policial a tiros quatro dias depois e por posse e uso de arma de destruição em massa.
A defesa pedia a prisão perpétua tendo como principal argumento o fato de Dzhokhar ter sido completamente influenciado pelo irmão mais velho.
No julgamento inicial, o promotor-assistente William Weinreb disse que Dzhokhar leu revistas radicais na Internet, onde aprendeu a fazer as bombas repletas de estilhaços que provocaram amputações em 17 pessoas.
“Ele acreditou ser um soldado em uma guerra santa contra os norte-americanos”, afirmou Weinreb a respeito de Tsarnaev.
Os mortos pelas explosões provocadas pelos irmãos Tsarnaev foram Krystle Campbell, uma gerente de restaurante de 29 anos, a estudante chinesa da Universidade de Boston Lu Lingzi, de 23 anos, e Martin Richard, um menino de 8 anos de idade.
“Espero que esse veredito dê algum tipo de desfecho para os sobreviventes, familiares e todos aqueles atingidos pelos trágicos acontecimentos de 2013”, declarou o prefeito de Boston, Marty Walsh.
O pai do jovem, Anzor Tsarnaev, que vive no Daguestão (Rússia), disse ao canal americano ABC que era uma notícia “dura” e que continuarão “lutando até o fim” para tentar salvar o filho. “Tínhamos esperanças e ainda temos”, completou.

Fonte: G1

B.B. King, o “Rei do Blues”, morre aos 89 anos nos Estados Unidos.

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O músico B.B. King, considerado o “Rei do Blues” e integrante do Hall da Fama do Rock and Roll desde 1987, morreu na madrugada desta sexta-feira (15) em Las Vegas, nos Estados Unidos, aos 89 anos de idade, informou seu advogado.
No início de abril, o guitarrista havia sido hospitalizado após sofrer uma desidratação por causa da diabetes tipo 2 da qual sofria há mais de 20 anos. Ele voltou a ser internado há poucos dias.

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A lenda se despede com 16 prêmios Grammy, mais de 50 discos em quase 60 anos de carreira e músicas que marcaram época, como “Three o’clock blues”, “The thrill is gone”, “When love comes to town”, “Payin’ the cost to be the boss”, “How blue can you get”, “Everyday I have the blues”, “Why I sing the blues”, “You don’t know me”, “Please love me” e “You upset me baby”.
Considerado o maior guitarrista de blues da atualidade, verdadeira lenda. Riley B. King, nasceu em 16 de setembro de 1925, no Mississippi, Estados Unidos. Sua infância foi parecida com a de milhares de meninos negros, trabalhadores agrícolas nas grandes plantações de algodão do sul segregacionista.

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Tocava nas esquinas e em bares. Comprou o primeiro violão quando a falta de eletricidade no interior do país fazia dos instrumentos musicais a maior atração dos anos de 1940.
O músico foi autodidata, nunca teve professor convencional. Gostava de ser seduzido pelas melodias. Mas teve teve a sorte de contar durante a adolescência com o apoio protetor de Bukka White, seu primo. Este guitarrista, muito renomado na região, deu as dicas de guitarra ao futuro gênio e o levou a descobrir a grande cidade da música, Memphis, para onde se mudou em 1947.
O futuro B.B. King passou a conviver com Sonny Boy Williamson (Rice Miller), Robert Lockwood Jr, Bobby “Blue” Bland e tocava regularmente na Beale Street, onde mais tarde abriu um clube com seu nome, a “Broadway” da música negra nos Estados Unidos.
Sua carreira ganhou novo fôlego em 1949 ao ser contratado como DJ de uma rádio, onde ganhou o apelido que o eternizou, Blues Boy, ou B.B.
Seu primeiro grande sucesso nacional foi “Three o’clock blues”, que estourou nos anos 1950. A partir daí começou a fazer turnês sem parar. Só no ano de 1956 sua banda chegou a fazer 342 apresentações.

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B.B. King criou um estilo autêntico de guitarra. Em seus solos, ao contrário de outros guitarristas, o Rei do Blues preferia usar poucas notas. Ele dizia que conseguia fazer uma nota valer por mil.
Paixão era a guitarra
Ele tinha verdadeira paixão por seus instrumentos. Tanto que enfrentou um incêndio durante um show para salvar uma de suas guitarras. O fogo teria começado numa disputa entre dois rapazes por uma garota. Depois desse episódio suas guitarras passariam a ser carinhosamente chamadas de “Lucille”, o nome da jovem.
A fama de suas guitarras ganhou o mundo. Em 1997, King presenteou o papa João Paulo II com uma “Lucille”, no Vaticano.
Em 2012, fez parceria inesperada com o presidente americano Barack Obama, durante um show de blues na Casa Branca.
Em outubro de 2014, o guitarrista precisou abandonar um espetáculo em Chicago, diante de um quadro de desidratação e esgotamento, o que provocou a suspensão do restante da turnê, que ainda tinha 8 shows programados.
Aos 86 anos, ainda fazia cerca de 100 apresentações por ano. O último show no Brasil ocorreu em 2012, em São Paulo. Antes, se apresentou no Rio de Janeiro e em Curitiba.

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Considerado um dos artistas mais influentes de todos os tempos, seu talento inspirou outros grandes guitarristas, como Stevie Ray Vaughan, Jeff Beck, Jimi Hendrix, George Harrison, Buddy Guy e Eric Clapton.
Na lista de 2003 dos 100 maiores guitarristas de todos os tempos, a revista “Rolling Stone” classificou King como nº 3, atrás apenas de Jimi Hendrix e Duane Allman.
B.B. King ganhou diversos Grammy: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The thrill is gone”; melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There must be a better world somewhere”; melhor gravação de blues, em 1983, com “Blues’N jazz”, e, em 1985, com “My guitar sings the blues”.
Em 1970, “Indianola Mississippi Seeds” concedeu-lhe o Grammy de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. o nomeou “embaixador das guitarras Gibson no mundo”.
King se casou duas vezes. Primeiro com Martha Lee Denton, com quem viveu entre 1946 e 1952; e, depois com Sue Carol Hall, entre 1958 e 1966. O artista deixa 14 filhos e mais de 50 netos.

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Fonte: G1

13 Dicas para fazer uma viagem tranquila de avião com seu bebê.

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1 – Prefira um voo direto
Dependendo do destino, os voos podem ter escalas e conexões. Evite-as ao máximo para não tornar a viagem mais cansativa. Confira o itinerário antes de comprar a passagem para garantir o menor tempo possível no avião e nos aeroportos.

2 – A primeira dica que dou é chegar cedo no aeroporto para tentar pegar os assentos preferenciais, aqueles que ficam na primeira fileira do avião e que só podem ser marcados no momento do embarque e utilizados por grávidas, mamães com crianças de colo, deficientes físicos e idosos. Isso garantirá um maior conforto e mobilidade para a criança que adora ser espaçosa.

3 – Economize nas bagagens de mão
Esse item é difícil, é muita coisa para levar, mas não esqueça das roupas extras, casaco,  manta, fraldas,  lenço umedecido, pomada para assadura, comidas e remédios.
Pelo menos uma roupa  extra para você (sim, mães se sujam também)
OBS: 1 fralda para cada 1 hora de voo. Este é o cálculo para estabelecer a quantidade de fraldas que irão na bagagem de mão.

4 – Reserve um bercinho para o voo
No avião, bebês viajam no colo dos pais. Em voos longos, isso pode acabar sendo um incômodo. Na maioria das companhias, entre as divisórias de cabine, é possível instalar um bercinho (baby bassinet) para acomodar bebês de até 11 quilos. Ele é instalado pelos comissários apôs a decolagem e durante a turbulência o bebê não pode ficar ali dentro.

5 – Alternativa ao bercinho: Em voos mais vazios, é possível embarcar com o bebê conforto que pode ser uma alternativa para acomodar o bebê. Já em voos lotados, é necessário despachar o equipamento. Você só descobrirá isso no momento do check-in, por isso tenha-o por perto.

6 – Hidratar

Esse é a premissa para um voo tranqüilo. O leite pode ser um aliado, se a criança não beber muita água, pense em oferecer uma mamadeira extra. Leve algo para hidratar o nariz, tipo rinosoro e passe um hidratante para corpo e rosto é bom também.

7 – Não leve a comida congelada
O avião não tem microondas, leve papinha pronta, será melhor do que não comer.

8 – Ipad carregado
Esse é um grande aliado em qualquer idade. A tela do avião é pequena, e nem sempre com opções muito atrativas. Levar o Ipad já carregado de filmes, desenhos e aplicativos que a criança já conheça é ótimo.

9 – Comida extra
O tempo entre sair da sua casa e chegar ao destino final pode demorar bastante, por vezes muito mais do que você imaginou inicialmente. São vários detalhes que podem fazer aumentar esse tempo, sem falar de um cancelamento de voo.
Alimentem-se antes de viajar. Nada de sair para o aeroporto sem antes ter feito uma alimentação segura, você e seu bebê. Sabemos como é uma criança com fome, chora, se irrita… E dentro dos aviões não oferecem todos os tipos de comida, principalmente a que seu pequeno está acostumado a comer. Por isso, faça uma refeição bem reforçada antes de viajar.
Não passe aperto, leve comida extra, e não uma só, leve com uma folga boa. Isso vale também para o leite/mamadeira, a papinha, biscoitos, sucos, água, etc., caso o bebê sinta fome durante o voo.
Lembre-se que você precisará de uma mamadeira na decolagem e outra no pouso (a sucção ajuda com a pressão no ouvido do bebê), e se o voo for longo, pelo menos mais uma no meio do caminho.

10- Descanse antes
Se você tinha planos de dormir no avião, não confie neles. Para a mãe o voo é puxado, você está com criança no colo, mesmo que ela durma, você irá no máximo cochilar e mesmo que você consiga dormir, a comissária irá te acordar todas as vezes que tiver turbulência para verificar o seu sinto e do bebê.
A mãe chega cansada, mais do que o normal.

11 – Leve um trocador portátil
Impossível viajar sem, você precisará trocar em lugares públicos e nem sempre próprios para isso.

12 – Fuso horário, não se preocupe
Você pode até sofrer nos primeiros dias, mas eles tiram de letra. Eles ficam cansados da viagem, não tem jeito, é só deitar na cama e pronto.
A rotina nova só se restabelece uns 2 dias depois, as sonecas e o horário das refeições entram no eixo aos poucos.

13 – Saia da Rotina
Faça as coisas da forma que achar melhor e encontre uma nova rotina de viagem. Não se culpe se precisar dar mamadeira extra pois o seu filho não quis comer nada, ou se o horário do banho for diferente, ou até mesmo os horários das refeições readaptados.

O melhor a fazer é relaxar e aproveitar a viagem.

5 dicas de como enfrentar uma longa viagem de avião.

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Viajar de avião, para muitos, não é tarefa muito agradável. As cadeiras não são tão confortáveis, a comida servida não é muito boa e a tensão da viagem faz com que muitas pessoas não se sintam a vontade durante as horas de voo.
Se a viagem for curta, esses problemas diminuem. Mas se a viagem for internacional, certamente você passará longas horas dentro de um avião. Para quem não tem a sorte de conseguir dormir fácil, esse tipo de viagem longa de avião são bem cansativas e monótonas.

Como lidar com o problema:
Levar um livro pra ler, tentar ver todos os filmes disponíveis à bordo, caminhar de um lado para o outro ou simplesmente ficar sentado esperando chegar no destino final. Existem várias maneiras para que as horas de uma viagem longa de avião passem o mais rápido possível. O jeito é inovar e buscar algum entretenimento para diminuir o tédio das infinitas horas dentro de um mesmo espaço.

5 dicas importantes para deixar o seu voo o mais agradável possível:

1- Pensando no conforto:
Quando você vai fazer uma viagem longa de avião, pensar no conforto é primordial. Deixe de lado as roupas com muitos acessórios, sandálias altas ou sapatos mais elegantes. Neste momento o que prevalece é o conforto. E com uma roupa bem confortável, vai deixar a viagem melhor.

2- Para dormir no avião
Se a ideia é dormir durante o voo, lembre-se de levar aqueles travesseiros próprios de cabeça (isso é fácil de encontrar em vários lugares e de diferentes tamanhos), uma máscara para os olhos para evitar a luminosidade no local e tampões de ouvidos – assim você estará livre de qualquer barulho.

3- Entretenimento durante uma viagem longa de avião
É importante pensar o que você quer fazer durante a viagem. Levar um iPod, iPad ou afins ajuda a passar as horas e relaxar durante todo o voo. Buscar separar uma lista de músicas favoritas, filmes interessantes ou até jogos no tablet. O importante mesmo é fazer com que as horas passem!
Para os amantes dos livros, tente levar aquela obra que tanto queria ler. Ou aquele livro que deixou de lado por falta de tempo. Aproveite as longas horas de avião para colocar a leitura em dia.

4- Levar lanche
Sentir fome durante uma viagem longa de avião não é muito agradável, afinal não é possível comprar comida em lugar algum. Por isso, antes de viajar, prepare uma “lancheira” com comidinhas que lhe agradem. Assim você pode beliscar durante uma refeição ou outra.

5- Medicamentos
Se você fica enjoado com muita turbulência, levar algum remédio para enjoo pode ser uma importante decisão para garantir um voo mais tranquilo. Além disso, é importante levar um colírio – para caso os olhos ressecarem, batom de cacau e um umidificador nasal – já que o nariz tem tendência a ficar muito seco durante o voo.

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EUA: Fonte de água quente forma cores do arco-íris em parque natural de Yellowstone.

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O Parque Nacional de Yellowstone é um parque nacional norte-americano localizado nos estados de Wyoming, Montana e Idaho. É o mais antigo parque nacional no mundo. Foi inaugurado a 1 de março de 1872 e cobre uma área de 8980 km², estando a maior parte dele no condado de Park, no noroeste do Wyoming. O parque é famoso por, entre outras atrações, seus gêiseres, suas fontes termais e por sua variedade de vida selvagem, na qual incluem-se ursos, lobos, bisões, alces, e outros animais.

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É o centro do grande ecossistema de Yellowstone, que é um dos maiores ecossistemas de clima temperado ainda restantes no planeta.
Um atrativo natural que parece uma obra de arte. Assim é a Grande Fonte Prismática (Grand Prismatic Spring), nos Estados Unidos, fonte de água termal que encanta turistas e pesquisadores por ter as cores do arco-íris.
Maior fonte de água quente do parque de Yellowstone e a terceira maior do mundo, a atração mede cerca de 112 metros de diâmetro e tem mais de 37 metros de profundidade.

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A cor intensa e variável é explicada pela presença de algumas bactérias, que variam de acordo com a temperatura de cada parte da fonte. Em seu centro, ela chega a 87°C, o que faz com que pouquíssimos micro-organismos sobrevivam nessa parte, e confere à água uma cor extremamente clara e azul.
À medida que chega à borda, porém, a água vai esfriando, e formam-se círculos concêntricos de temperaturas variadas. Em cada anel há diferentes tipos de bactéria, e são eles que conferem o efeito colorido, que parece o espectro da luz branca em um prisma.

A Grande Fonte Prismática foi batizada assim na época em que foi descoberta, em 1871. Sobre ela, o líder da expedição, Ferdinand Hayden, escreveu: “Nada já concebido pela arte humana pode se igualar à cor vívida peculiar e à delicadeza dessa fonte prismática. A vida se torna um privilégio e uma benção depois que você vê e sente essa incomparável habilidade da natureza.”

Fonte:  Redação e G1.

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Casamento gay gera indústria nos Estados Unidos.

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Quando a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu em 2013 que gays casados tinham direito aos mesmos benefícios federais que casais heterossexuais, Michael e Jeffrey Collins-Smythe fizeram as malas.

Juntos havia 16 anos e moradores de Georgia, Estado no sul do país que não permite o casamento gay, eles viajaram 1 mil quilômetros para oficializar sua união em frente a um tribunal em Washington.
Michael, de 45 anos, diz à BBC Brasil que a decisão de se casar na capital americana buscava homenagear a Suprema Corte do país, que nesta terça-feira (28) começa a julgar outro caso que poderá ter repercussão histórica para gays americanos.
Os juízes decidirão sobre a validade da proibição ao casamento gay vigente em alguns Estados, o que pode tornar as uniões homossexuais legais em todo os Estados Unidos. Mas ele afirma que a escolha por Washington também teve razões práticas.
Desde que passou a reconhecer casamentos gays, em 2009, a cidade viu nascer um agitado mercado voltado a uniões homossexuais, com ampla oferta de serviços e de líderes religiosos simpáticos à causa.
Após uma pesquisa na internet, o casal contratou uma agência para cuidar de todos os arranjos legais e organizar uma cerimônia simples, ao ar livre. A única exigência da dupla era se casar na presença das duas filhas adotivas – Lily, de 9 anos, e Pearl, de 5 – e de um sacerdote cristão de qualquer denominação.

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“Casar em Washington foi um gesto político e, ao mesmo tempo, algo bastante conveniente”, diz Michael, que divide o tempo entre as aulas de futebol e ginástica das filhas e seu trabalho como inspetor de casas, em Atlanta.
Nicho de mercado
Dona da DC Elopements, a agência que celebrou a união, Laura Cannon diz que Washington é vista como uma das cidades americanas mais abertas e tolerantes. Ela já tinha uma empresa que organizava matrimônios, mas notou que havia demanda para uma agência especializada em casais do mesmo sexo.
“Muitos casais me procuravam interessados nos meus serviços e, no fim da conversa, perguntavam se aceitaria casá-los mesmo eles sendo gays. Então, resolvi abrir uma agência em que eles se sentissem acolhidos desde o início”, afirma.
A DC Elopements oferece quatro tipos de cerimônia para casais LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), que vão desde a simples assinatura dos papéis a festas para centenas de convidados.
Cannon afirma que, em 2014, metade dos cerca de 600 matrimônios que organizou em Washington e arredores foram de casais gays. A maioria desses casais, diz ela, optou por cerimônias simples e veio de Estados no sul do país onde uniões gays não são reconhecidas.
“São em geral pessoas que estão juntas há muitos anos e buscam a segurança da oficialização”, diz ela.
Várias outras agências de casamento, juízes de paz e fotógrafos de Washington anunciam seus serviços a casais gays. O portal Purple Unions, que mapeia o mercado para uniões homossexuais nos Estados Unidos inteiro, lista 18 prestadores de serviço na capital. Outros agentes têm seus sites próprios.
Pela internet, também é possível encontrar vários líderes religiosos simpáticos à causa LGBT em Washington.
Starlene Joyner Burns, que se define como uma ministra sem filiação religiosa, diz celebrar casamentos gays na cidade desde 2004. Ela cobra de US$ 375 a US$ 875, a depender do local e do número de convidados. Por uma taxa adicional de US$ 145, cuida também dos documentos.
Burns afirma já ter sido alvo de críticas por suas atividades. “Simplesmente saio andando. Não vou tentar argumentar, nem usar a Bíblia para provar que estou certa”, diz. “As pessoas têm suas crenças e não vão mudar.”
Ela afirma, no entanto, que igrejas que não mudarem sua visão sobre o casamento gay ficarão para trás. “Se você fecha as portas da sua igreja para um grupo, as pessoas vão parar de frequentá-la. E pregar para uma igreja vazia não faz sentido”.

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Entre os sacerdotes que celebram casamentos em Washington, existem ainda padres católicos de correntes rompidas com o Vaticano e pastores da Igreja Presbiteriana, uma das maiores denominações evangélicas dos Estados Unidos.
No ano passado, a igreja deu a seus sacerdotes a liberdade de celebrar casamentos gays. O presbítero geral de Washington, Wilson Gunn, diz que, em sua jurisdição, dois terços das 108 igrejas votaram em favor da celebração de uniões homossexuais.
“O casamento de pessoas do mesmo gênero é bom para os negócios”, diz Adam Talbot, vice-diretor de comunicação da Human Rights Campaign, organização americana que milita pelos direitos LGBT.
Segundo ele, assim como Washington, os primeiros Estados americanos a reconhecer casamentos gays – entre os quais estão Massachusetts e Califórnia – receberam “um fluxo massivo” de casais de Estados vizinhos, gerando grandes benefícios para suas economias.
O argumento econômico tem ganhado força no debate sobre os direitos LGBT nos Estados Unidos. Em março, grandes empresas americanas, como Walmart, Gap e Nike, condenaram a aprovação de uma lei no Estado de Indiana que, segundo críticos, dava margem para a discriminação de gays.
A lei permitia que indivíduos e empresas usassem sua religião como defesa caso fossem processados por discriminar gays. Várias companhias ameaçaram deixar de investir no Estado por causa da lei, gerando temores de que a medida causaria graves prejuízos. Em meio à forte pressão, os legisladores alteraram o texto.
Um estudo do Williams Institute, da Universidade da Califórnia, afirma que a legalização do casamento gay nos Estados do sul que ainda o proíbem injetaria US$ 733 milhões (R$ 2,1 bilhões) em suas economias em três anos.
Se as restrições caíssem, as uniões homossexuais movimentariam no mesmo período US$ 2,6 bilhões (R$ 7,6 bilhões) no país todo, arrecadando US$ 184,7 milhões em impostos e sustentando 13 mil empregos.
Caso os Estados do sul passem a reconhecer casamentos gays, porém, é provável que Washington e outras cidades liberais passem a celebrar menos uniões.
Moradoras de Orlando, na Flórida, Jana Beckwith e Chris Doerger se casaram em Washington no ano passado, meses antes de uma decisão judicial tornar o casamento gay legal no seu Estado.
Também fizeram uma cerimônia simples: não havia convidados, somente um fotógrafo e uma sacerdote sem filiação religiosa. Casaram-se no Constitution Gardens, um parque no centro da cidade, e tiraram fotos no National Mall, um dos principais pontos turísticos de Washington.
Mas se o casamento fosse hoje, diz Doerger, elas provavelmente teriam optado por celebrá-lo na Flórida. “Não queríamos esperar, porque não havia garantias da vitória judicial, mas casar-se na Flórida seria mais fácil e teríamos nossas famílias conosco”.

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No Estado vizinho da Georgia, Michael e Jeffrey Collins-Smythe dizem que há grande expectativa entre casais gays locais sobre a decisão da Suprema Corte nas próximas semanas.
Hoje, afirma Michael, é como se eles só fossem “casados pela metade”, já que o Estado em que moram não reconhece sua união. A situação cria uma série de problemas, afirma ele.
Ao adotar as duas filhas, registradas nos nomes de ambos, eles foram aconselhados a ser “extremamente discretos” sobre a relação para não terem os pedidos negados pelo juiz. A Georgia não proíbe a adoção de crianças por casais homossexuais, ele explica, mas o grupo ainda carrega certo estigma no Estado.
E, embora possam declarar impostos federais juntos, graças à decisão de 2013 da Suprema Corte, eles têm de declarar os impostos estaduais separadamente.
“Se as proibições caírem, a decisão terá para os gays o mesmo impacto que o fim da segregação teve para os afro-americanos”, afirma Michael. “Nenhuma autoridade terá mais desculpas para nos tratar como cidadãos de segunda classe.”

Fonte: BBC

A vibrante cidade de Port St. Lucie – Flórida dispõe de atividades artísticas, culturais e de praias de tirar o fôlego.

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Localizada na costa leste da Flórida, cerca de 120 km ao sudeste de Orlando e cerca de 115 km ao norte de Miami.
Um dos bens mais valiosos são 21 quilômetros de praias desertas e intocadas, mais de 10.000 hectares de parques e reservas, recorde mundial  de pesca esportiva, passeios a cavalo na praia, basebol NY Mets Spring Training, golfe championship no PGA Village e outros campos de golfe de alto nível, o primeiro e único museu dedicado para os EUA Navy SEALs, um centro de cultural encantador e premiado, durante todo o ano dispõe de atividades artísticas e culturais, comum uma história rica e muito mais.

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Admiradores do ar livre terá o prazer de descobrir os belos jardins naturais, incluindo a Port St. Lucie Jardins Botânicos e Heathcote Jardins Botânicos em Fort Pierce, que apresenta a maior exibição pública de árvores bonsai tropicais nos Estados Unidos. Eco-turistas irão apreciar a dedicação de St. Lucie para proteger o meio ambiente através de instalações de educação ambiental, como a Oxbow Eco-Center, Harbor Branch Oceano Discovery Center, o Condado de St. Lucie Aquarium caracteriza o Exhibit Smithsonian Ecossistemas Marinhos e da Educação Manatee e Centro de Observação . A área também tem preservado quase 11.000 hectares para usufruto recreativo e observação da natureza. A cidade de Fort Pierce reconheceu sua abundância de-ativos ecológicos e opera o Fort Pierce programa Tours autênticos, um esforço unificado para mostrar todas as atividades e ativos naturais que cada eco-turista é obrigado a apreciar.

Aproveite o tempo para descobrir as possibilidades de pesca incrível que a região tem para oferecer. A vida marinha abundante no famoso Indian River Lagoon  é o lar de mais de 4.000 espécies de plantas e animais e um terreno fértil para os peixes. A pescaria é diversificada é a casa da truta do mar, robalo e muito mais. Os recifes naturais e artificiais servem como excelentes pontos de encontro para muitos dos grandes peixes de fundo, como o pargo e a garoupa.

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Os adeptos de desporto vão encontrar campos de golfe premiados, incluindo o St. Lucie one-of-a-kind PGA Village no Porto, o que pode ajudar a aperfeiçoar suas jogadas ou aprender sobre a história do jogo. Também em Port St. Lucie, os fãs de beisebol terão o prazer de desfrutar do passatempo favorito da América em Tradition Field-spring casa de formação dos New York Mets e a casa de verão da liga menor St. Lucie Mets.

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Os organizadores de reuniões ficarão encantados ao saber que, além de todas as atividades ao ar livre e entretenimento St. Lucie ostenta instalações de arte que estão disponíveis para sediar  reuniões de tamanho médio e convenções.

Aeroportos
Aeroporto Internacional de St. Lucie County, 14,74 milhas
Aeroporto Internacional de Palm Beach, 43,92 milhas

Praias
Fort Pierce Inlet State Park
Jetty Park
Praia Pepper Park
Kim Bergalis Praia
Jaycee Park
Frederick Douglass Memorial Beach
Walton Rock Beach
Cego Creek Praia
Médio Cove Beach
Avalon State Park

Se você gosta de desfrutar da beleza natural da Flórida, então você vai adorar St. Lucie e suas cidades.

Fonte: visit st lucie fla

 

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mapa Port St Lucie

Sylvester Stallone fica orgulhoso de retrato pintado pelo artista brasileiro Romero Britto.

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Um dos reis da testosterona no cinema de ação, Sylvester Stallone foi refeito em tons de rosa e carmim em retrato assinado por Romero Britto, no quadro o ator aparece de braços abertos, como Rocky Balboa comemorando uma vitória. Stallone,  ficou “orgulhoso” da pintura, pela qual agradeceu duas vezes em uma mesma mensagem no Facebook.
“Obrigado ao grande artista Romero Britto. Tenho muito orgulho de possuir isso. Obrigado de novo!”, disse na rede social. A publicação recebeu mais de 15.000 curtidas.
Romero Britto nasceu em Pernambuco, mas mora nos Estados Unidos há quase 30 anos. Personalidades como Madonna, Lady Gaga, Gisele Bündchen e o casal real William e Kate já tiveram seus retratos pintados pelo brasileiro.

Fonte: Veja

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