O Festival dos Piratas de Gasparilla é um grande desfile e uma série de eventos comunitários, realizados em Tampa, Flórida, quase todos os anos desde 1904. O tema das festividades é uma invasão do mítico pirata José Gaspar (também conhecido como Gasparilla), que é uma figura popular no folclore da Flórida, embora não haja evidências de que ele realmente existisse.
O ponto focal do Gasparilla é o desfile de piratas, que é realizado no último sábado de janeiro e é muitas vezes referido como o Parade Gasparilla. Desde a sua criação, foi organizado por Ye Mystic Krewe, de Gasparilla(YMKG), uma organização inspirada nos ” krewes ” que participam do Mardi Gras em Nova Orleans . No dia Gasparilla, os membros da YMKG viajam para o centro de Tampa a bordo de seu grande navio pirata repleto de homens caracterizados de piratas e acompanhado por centenas de barcos particulares para exigir que o prefeito entregue a chave da cidade . Posteriormente, eles organizam um “desfile de vitória” ao longo do Bayshore Boulevard, acompanhado por dezenas de outros krewes e organizações comunitárias, com as festividades continuando durante a noite ao longo do Tampa Riverwalk .
Gasparilla Festival
Gasparilla é festival, evento, festa, show de barco, concurso de fantasias e a maioria das festas de Tampa. Mais de um dia ou um evento, Gasparilla agora abrange uma temporada de três meses a cada primavera em Tampa, que consiste em desfiles, festas, festivais de música, mostras de arte, filmes, maratonas e muito mais.
Este é o evento Big Deal – The Gasparilla que colocou Jose Gaspar (e talvez Tampa Bay) em evidência, por assim dizer. O Gasparilla Pirate Fest acontece no sábado, 25 de janeiro de 2020, das 9h às 21h em Tampa. Patrocinado pelo Seminole Hard Rock Casino, o Gasparilla Pirate Fest apresenta a 103ª invasão de Gasparilla e desfile dos piratas, apresentada por Ye Mystic Krewe, de Gasparilla. Espere entre 500 mil e um milhão de pessoas para participar do Gasparilla Pirate Fest.
O Gasparilla Pirate Fest oficialmente consiste em três eventos principais: A invasão de Gasparilla – o navio pirata Jose Gasparilla invade a cidade de Tampa com canhões disparando.O desfile dos piratas de Gasparilla – tendo invadido novamente Tampa com sucesso, os Piratas de Ye Mystic Krewe de Gasparilla comemoram com um desfile na Bayshore Blvd.Gasparilla After Party e Sunday Jazz Brunch – embora o Desfile dos Piratas termine por volta das 17h, isso não significa que as festas parem. Fonte: Wikipedia / Tampa Bay date night guide
Um segundo ataque na madrugada deste domingo (4) elevou para 29 o número de mortos em assassinatos em massa neste fim de semana nos Estados Unidos. O criminoso, que foi morto pela polícia, matou 9 pessoas na cidade de Dayton, Ohio. Na tarde de sábado (3), outro atirador fez 20 vítimas em El Paso, no Texas. Ele foi preso pela polícia.
Os ataques deixaram, ainda, 52 feridos, parte deles em estado grave. As motivações ainda são investigadas. No primeiro caso, em El Paso, o assassino é um homem de 21 anos e teria postado um manifesto racista horas antes do ataque. O atirador de Dayton, que teria agido sozinho, era jovem e branco.
Ainda não se sabe também quem são as vítimas. No caso do Texas, elas têm entre 2 e 82 anos e há 3 mexicanos entre os mortos. Segundo o Itamaraty, não há informações de brasileiros entre as vítimas.
Na manhã deste domingo, o presidente Donald Trump lamentou as mortes e elogiou a atuação da polícia nos dois casos. “Deus abençoe o povo de El Paso, Texas. Deus abençoe o povo de Dayton, Ohio”, escreveu em uma rede social.
Tiros em Dayton
O ataque no estado de Ohio ocorreu pouco depois da 1h da manhã (2h em Brasília) perto de um bar na East Fifht Street, na região central da cidade. O criminoso utilizava uma arma de calibre .223 de alta capacidade, além de recarregadores e equipamentos de proteção.
De acordo com a prefeita de Dayton, Nan Whaley, a polícia levou cerca de 1 minuto para conter e matar o criminoso. Os 26 feridos foram levados ao hospital, alguns correm risco de morte.
O ataque ocorreu do lado de fora do bar Ned Peppers. Pouco tempo depois, em seu perfil em uma rede social, o estabelecimento afirmou que os funcionários do bar estavam seguros.
Uma testemunha disse à BBC que estava próximo ao local, em um show de rap que foi evacuado. “Saímos todos com rapidez e segurança”, disse Jae Williams. “Ficamos todos chocados”.
Tiros no Texas
No sábado (3), um ataque em um supermercado dentro de um centro comercial na cidade de El Paso, Texas, deixou 20 pessoas mortas e 26 feridas. Um homem foi detido.
As vítimas feridas têm, de acordo com a “ABC News”, entre 2 e 82 anos de idade. Não há, até o momento, informações sobre as identidades dos que morreram.
O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, afirmou que entre os mortos há 3 mexicanos. O ministro de Relações Exteriores do país informou que outros 6 mexicanos ficaram feridos no ataque.
As autoridades consulares do Brasil nos EUA estão em contato com a polícia texana, mas não há, até o momento, nenhuma informação de brasileiros entre as vítimas em El Paso. Do mesmo modo, não foi recebida nenhuma consulta de familiares no Brasil sobre o caso.
Em encontro na Casa Branca com o presidente Jair Bolsonaro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (19) que apoia o ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A declaração foi dada à imprensa durante reunião entre os dois presidentes, em Washington. Bolsonaro chegou à Casa Branca às 13h04 e foi recebido logo na entrada do prédio por Trump.
Mais cedo, o presidente brasileiro se reuniu com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro.
“Eu estou apoiando os esforços deles [brasileiros] para entrar [na OCDE]”, disse Trump, ao lado de Bolsonaro. Ele não deu mais detalhes sobre o assunto.
A OCDE atua como uma organização para cooperação e discussão de políticas públicas e econômicas que devem guiar os países que dela fazem parte. Para entrar no acordo, são necessárias a implementação de uma série de medidas econômicas liberais, como o controle inflacionário e fiscal.
Em troca, o país ganha um “selo” de investimento que pode atrair investidores ao redor do globo.
Mais cedo, de acordo com a agência Reuters, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que os Estados Unidos querem que o Brasil deixe a lista de países de tratamento especial e diferenciado da Organização Mundial do Comércio (OMC) em troca do apoio norte-americano à entrada brasileira na OCDE.
A lista de países de tratamento especial e diferenciado da OMC, em que os países se autodenominam, dá vantagens especiais como mais tempo para cumprir acordos e outras flexibilidades.
De acordo com a Reuters, o governo norte-americano, contrário à lista, quer terminar com o modelo, do qual o Brasil participa até hoje, e quer ajuda do governo brasileiro.
Questionado sobre o que esperava que Bolsonaro levasse como resultado da visita aos Estados Unidos, Trump afirmou que o país tem “muitas coisas” que o Brasil gostaria, como o comércio.
“Estamos trabalhando nessas coisas. Um dos aspectos é o comércio. O Brasil fabrica ótimos produtos e nós produzimos ótimos produtos. No passado, nosso comércio nunca foi tão bom quanto deveria ser. Em alguns casos, deveria ser muito mais. Então achamos que nosso comércio com o Brasil aumentará substancialmente em ambos os sentidos e estamos ansiosos para isso”, afirmou Trump.
No encontro, os presidentes trocaram camisas das seleções de futebol do Brasil e dos Estados Unidos e citaram a admiração mútua pelo ex-jogador Pelé, considerado o rei do futebol.
Agenda
Bolsonaro está desde domingo (17) em Washington para sua primeira visita oficial aos EUA, a segunda viagem internacional de seu mandato. O presidente se hospedou na Blair House, residência que o governo norte-americano reserva para chefes de Estado em visitas oficiais.
O encontro privado com Trump é o principal compromisso dos três dias de agenda de Bolsonaro em Washington. Após a audiência privada dos presidentes, haverá um almoço de trabalho, com reunião ampliada.
Na sequência, o presidente brasileiro visitará o cemitério nacional de Arlington, local onde estão os restos mortais de 400 mil soldados norte-americanos e de outros 11 países.
Ainda nesta terça, Bolsonaro terá uma reunião com lideranças religiosas dos EUA e um jantar de trabalho antes da partida para Brasília. Ele deve chegar em Brasília nesta quarta-feira (20).
Parcerias com os EUADesde a campanha eleitoral, em 2018, Bolsonaro defende uma maior aproximação do Brasil com os EUA. Já em Washington, ele declarou que deseja um Brasil “grande”, a exemplo dos planos de Trump para seu país.
Bolsonaro, que já foi chamado de “Trump dos trópicos” pela imprensa estrangeira, reforçou o desejo de parcerias com os norte-americanos na segunda (18) ao discursar no “Dia do Brasil em Washington”, na Câmara de Comércio dos Estados Unidos.
Nesta terça, ao lado de Trump, Bolsonaro disse que é uma satisfação estar nos Estados Unidos “depois de algumas décadas de presidentes antiamericanos”.
O presidente brasileiro disse que “agora o Brasil mudou” e que o país “tem muito muito a conversar, muita coisa a oferecer para os nossos povos”.
“Tenho sim, como disse há muito tempo, muita coisa em comum com o senhor Donald Trump. […] Ele quer uma América grande, eu quero um Brasil grande. Pode ter certeza, a partir desse momento aqui, o Brasil está mais do que nunca engajado com os nossos Estados Unidos”, afirmou Bolsonaro.
Venezuela
Um dos temas previstos para o encontro entre Trump e Bolsonaro é a situação da Venezuela. Brasil e EUA não reconhecem o governo de Nicolás Maduro e consideram o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino do país.
Trump já afirmou que enviar militares ao país sul-americano “certamente é uma opção”. O governo brasileiro tem declarado que não participaria de uma intervenção na Venezuela. Bolsonaro, contudo, citou nesta segunda (18) a capacidade “bélica” dos norte-americanos ao dizer que é preciso “resolver a questão da Venezuela”.
No início desta madrugada, Bolsonaro concedeu entrevista ao canal Fox News e disse querer que a Venezuela “volte à democracia” e que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo Maduro.
Na declaração à imprensa na tarde desta terça, Trump falou sobre a situação da Venezuela e voltou a dizer que “todas as opções estão na mesa” e que ainda não discutiu participação militar do Brasil na Venezuela.
Acordo de Alcântara
Até o momento, o principal acordo firmado entre Brasil e EUA durante a viagem de Bolsonaro viabiliza o uso comercial da base de lançamento de Alcântara, no Maranhão.
O acordo de salvaguardas tecnológicas, que precisará da aprovação do Congresso Nacional para entrar em vigor, preserva a tecnologia dos dois países e viabiliza o lançamento de foguetes e satélites pelos EUA a partir da base maranhense, que continuará sob jurisdição brasileira.
Durante a viagem, o governo publicou um decreto assinado por Bolsonaro que permitirá, a partir de 17 de junho, que turistas de EUA, Austrália, Canadá e Japão entrem no Brasil sem a necessidade de visto.
A medida foi “unilateral”, ou seja, não muda a forma de os cidadãos brasileiros entrarem nesses países. De acordo com o Ministério do Turismo, a dispensa do visto foi adotada a fim de incentivar o turismo no país, com a geração de emprego e renda no Brasil.
Foto: Brendan Smialowski / AFP Foto: Kevin Lamarque/ Reuters
Nevada é um dos 50 estados dos Estados Unidos, localizado na região dos estados das Montanhas Rochosas. Nevada possui as maiores taxas de crescimento populacional de todo os Estados Unidos, em grande parte graças à grande imigração de mexicanos na região. Porém, a maior parte de Nevada é escassamente povoada. A maior parte da população do estado concentra-se em dois núcleos urbanos distintos, Las Vegas e Carson City-Reno.
Os primeiros europeus a explorarem a região foram os espanhóis. Estes exploradores deram o nome de Nevada à região por causa da neve, que era comum nos meses de inverno. Nevada foi uma colônia espanhola até 1821, quando o México tornou-se independente, e Nevada passou a fazer parte do México. Em 1848, com o final da Guerra Mexicano-Americana, Nevada passou a fazer parte dos Estados Unidos. Em 31 de outubro de 1864, o Nevada foi elevado à categoria de estado dos Estados Unidos, durante a Guerra de Secessão.
Grandes reservas de prata foram encontrados no Nevada durante a década de 1870. Isto deu ao Estado de Nevada o cognome de The Silver State. Atualmente, a economia de Nevada ainda possui a mineração como uma fonte de renda primária, e o estado é um grande produtor de prata, ouro, petróleo e areia. Porém, atualmente, a maior fonte de renda do estado é o turismo. Nevada é famoso pelos seus cassinos, os quais estão principalmente concentrados em Las Vegas e em Reno.
O estado de Nevada possui um clima desértico, com duas estações bem definidas. Os invernos do estado são longos e muito frios, enquanto que os verões são quentes na maior parte do estado. Por causa de seu clima desértico, porém, o estado registra grandes variações de temperatura entre o dia e a noite. Por exemplo, Reno por vezes registra diferenças entre a máxima e a mínima de um dado dia maiores do que 25°C.
Um oásis no meio do deserto.
Imagine um oásis no meio do deserto, um playground aquático repleto de barcos e pessoas curtindo um montão de passatempos. É essa a cena na área de recreação Lake Mead National Recreation Area, onde o poderoso Rio Colorado alimenta dois lagos, Mead e Mohave, nas sombras das florestas da montanha e em íngremes paredões do cânion. Adentre a área, composta por mais de 607.000 hectares – cerca de 526.000 na terra e 81.000 na água – através de nove principais pontos de acesso. Na chegada, passeie pela Boulder Basin a bordo de uma embarcação com roda de pás, bem ao estilo do Mississippi, vá praticar rafting no rio ou passar momentos inesquecíveis em uma casa flutuante. Os que preferem a terra firme podem fazer hiking, montar a cavalo e fazer passeios de carro belíssimos.
Parque Nacional Great Basin Sua localização remota no centro oriental de Nevada contribui para o encanto do Great Basin National Park. A tranquilidade e a fascinante paisagem tornam este parque nacional o lugar perfeito para encontrar paz, calma e aventura.
A Área de Recreação Nacional do Lago Mead oferece um contraste impressionante de deserto e água, montanhas e desfiladeiros, sertão primitivo e marinas movimentadas. Aqui, o rio Colorado flui ao longo da fronteira Arizona-Nevada por uma das regiões mais quentes e secas do mundo. A Represa Hoover ajudou a criar este belo oásis fornecendo, ao mesmo tempo, energia à região Oeste dos Estados Unidos. Estabelecido como a primeira área de recreação nacional dos EUA, o lago Mead atrai milhões de visitantes que vêm ao deserto para fazer passeios de barco, pescar, nadar e praticar esqui aquático. Embora o lago seja a principal atração, você também encontrará muitas oportunidades de desfrutar da tranquilidade e da beleza do Deserto de Mojave. Inúmeras trilhas oferecem um panorama da incrível geologia exposta do parque e da surpreendente abundância de plantas e animais especialmente adaptados.
O Great Basin National Park abriga muitos tesouros. O majestoso Pico Wheeler, que fica a mais de 4.000 metros de altura, é um ótimo lugar para caminhar, bem como o bosque de pinheiros bristlecone, que conta com algumas das árvores mais antigas do mundo (incluindo algumas que podem ter até 5.000 anos). Graças a ambientes como estes, trilhas para caminhadas como a Mountain View Nature são um grande atrativo. Abaixo da superfície do parque, o belo mármore das Cavernas Lehman apresenta um mundo totalmente diferente: finos dentes de rocha suspensos do teto das cavernas criam uma cena incrível, e as atrações não terminam quando o sol se põe. Não deixe de observar as estrelas cintilantes sobre o parque à noite.
Encontre diversão e aventura durante as quatro estações no Great Basin National Park (Parque Nacional Great Basin), um destino de montanha em Snake Range com 31.161 hectares onde você poderá observar e participar de diversas atividades. No verão, pesque nos riachos, faça passeios de carro em belíssimas estradas remotas do parque, curta caminhadas intensas e explore cavernas subterrâneas. O outono traz uma mudança de cores antes de o inverno decorar as árvores com neve. Enquanto esquia pelo parque, aprenda a identificar pegadas de animais deixadas por linces, alces, coiotes e coelhos. Na primavera, os animais acordam e a paisagem tem uma explosão de plantas coloridas.
Lago Tahoe
Aventuras a altas altitudes, nas proximidades de um belo lago na montanha
Localizado a 1.897 metros de altitude, na majestosa cordilheira de Sierra Nevada, no encontro da Califórnia e de Nevada, o lago Tahoe é considerado um dos lugares mais belos do mundo. Esse tesouro natural proporciona uma experiência incrível, com ótimas opções de recreação ao ar livre e paisagens magníficas durante todo o ano. De todas as opções de atividades nesse lago incrível, uma das melhores são os passeios de caiaque. Diversas empresas de turismo oferecem cruzeiros com vistas incríveis e também há opções para quem prefere praticar stand up paddle. De volta em terra firme, faça uma caminhada por Eagle Falls, um trecho de 2,9 quilômetros que passa pela região alta de Sierra e leva até o lago Eagle, onde você poderá se refrescar com um mergulho.
Conheça o castelo Vikingsholm, isolado às margens da Emerald Bay. Para chegar ao castelo, é necessário seguir por um trecho de 1,6 quilômetro a cerca de 1.900 metros de altitude. Admire as vistas surpreendentes da baía e da floresta e aproveite para conhecer a construção do século XIX por dentro. Na sequência, você pode aproveitar para admirar as cascatas de Lower Eagle Falls ou relaxar na praia da Emerald Bay. Do outro lado encontra-se a praia Zephyr Cove, com uma estreita faixa de areia entre a margem do lago e a beleza da floresta. No local, você pode jogar vôlei, pegar aquele bronzeado ou saborear bebidas refrescantes, além de poder mergulhar nas águas alpinas do lago. Reserve um dia para acompanhar o lago pelos 100 quilômetros da estrada conhecida como Lake Tahoe Scenic Drive, fazendo paradas em locais históricos, parques, praias e vilas pelo caminho.
Carson City
A cidade fronteiriça de Nevada surge novamente Carson City, a cidade fronteiriça flanqueada pela cordilheira de Sierra Nevada e banhada pelo rio Carson, é conhecida por sua paisagem acidentada hoje como era também no século XIX, quando o escritor Mark Twain a chamou de “deserto murado por montanhas áridas cobertas de neve”. As atividades ao ar livre são o trampolim para a aventura na cidade capital, seja pedalando nas trilhas, pescando, caminhando, remando ou voando sobre a neve de esquis. Os visitantes também encontram museus, galerias de arte, um distrito histórico pitoresco e uma moderna cena gastronômica. Eles perceberão o clima amigável daqui, afinal, Carson City é conhecida por sua tranquila hospitalidade.
O ciclismo é um estilo de vida em Carson City, onde os ciclistas de backcountry ou das montanhas podem pedalar por trilhas em canais históricas que datam de 1850. Aqueles que preferem a água podem seguir até o Washoe Lake State Park (Parque estadual do lago Washoe) para ter a chance de passear de barco e pedalinho, além de ter uma vista majestosa da cordilheira de Sierra Nevada. Um passeio até o Fuji Park and Fairgrounds (Parque e Feiras Fuji), que costuma sediar rodeios, feiras pecuárias e shows de motocicleta, o fará lembrar que a cidade foi fundada por fazendeiros. As crianças vão adorar o Mills Park (Parque Mills), que inclui uma miniferrovia e um parque para prática de skate. Se estiver cheio de coragem, passeie de asa delta sobre o lago Tahoe.
A história contada pela trilha
Às vezes, a melhor maneira de conhecer a história de uma cidade é caminhando por ela, e essa é a teoria por trás da Trilha Kit Carson, conhecida como “Trilha da Linha Azul”. Nessa rota, você é guiado por 60 locais históricos, incluindo a Mansão do Governador, o Centro de Arte Cervejeira e pelo Capitólio do Estado de Nevada. Para ter mais perspectiva, visite o Nevada State Museum (Museu do Estado de Nevada), um prédio histórico que tem uma réplica de uma cidade fantasma e a recriação de uma mina do século XIX para você conhecer.
Atrações variadas
Após um passeio emocionante de bicicleta, pedalinho ou uma escalada na montanha, visite as Fontes Termais de Carson, uma atração natural desde 1849 e local para relaxar. A água mineral flui com temperatura estável de 49,4 °C durante o ano todo. Na cidade, visite o Nevada State Railroad Museum (Museu Ferroviário do Estado de Nevada) para aprender tudo sobre a ferrovia de Virgínia e Truckee, além de ver dezenas de locomotivas e vagões de trem. A Stewart Indian School (Escola indígena Stewart) falará sobre um projeto de um internato que funcionou por 100 anos e já chegou a retirar as crianças de suas famílias. As 63 estruturas do local estão no Registro Nacional de Locais Históricos.
Reno
Essa pequena cidade oferece muito entretenimento e muita diversão, além de estar repleta de atrações ao ar livre e em lugares fechados. Há opções tanto para quem gosta de esqui quanto para quem prefere golfe (são 50 campos espalhados pela região). Também há diversas opções para aproveitar a vida noturna de Reno. Visite um saloon, faça maratonas por bares temáticos ou arrisque alguns passos de ritmos latinos em um dos muitos clubes da cidade, que não têm hora certa para fechar. Você também encontra ótimos descontos no Outlets at Sparks e pode visitar o The Summit, um centro de compras e estilo de vida ao ar livre. Desde as opções de entretenimento do centro da cidade até o rafting nas corredeiras do rio Truckee, todas as atrações de Reno são emoção garantida.
Distrito Riverwalk localizado às margens do rio Truckee, o centro revitalizado de Reno está repleto de atrações. A área é ótima para fazer compras, comer e se divertir, além de contar com muita área verde e ciclovias bem-mantidas que servem de roteiros para excursões. Na região é possível encontrar desde restaurantes italianos intimistas e pubs irlandeses até lounges sofisticados para beber coquetéis. Você também pode fazer compras em butiques ou explorar diversas galerias de arte. Aproveite para assistir peças de teatro, apresentações no Reno-Tahoe Comedy Theater (Teatro de Comédia Reno-Tahoe) ou produções mais densas no Pioneer Center for Performing Arts (Centro Pioneiro de Artes Performáticas).
Atrações de destaque
O Animal Ark é um santuário de animais selvagens que abriga chitas, ursos, aves de rapina e outras espécies exóticas, além de promover diversos eventos para toda a família. No Sierra Safari Zoo (Zoológico-Safári Sierra) é possível ver de tudo, de tigres a papagaios. Quem prefere automóveis antigos pode visitar o National Automobile Museum (Museu Nacional do Automóvel), que expõe 220 carros de época, mas também promove eventos para quem gosta de carros mais novos. O Wilbur D. May Center (Centro Wilbur D. May) conta com um arboreto, jardins botânicos e um museu com obras de arte e objetos coletados durante 40 viagens do aventureiro e filantropo de Reno pelo mundo. Para conhecer a cultura urbana de Reno de verdade, visite o distrito de MidTown, onde é possível encontrar lojas independentes, lojas de artesanato e muitos restaurantes inovadores.
Aventura nas montanhas e diversão nos resorts
O trajeto até a Sierra Nevada Mountains (Cordilheira Serra Nevada) é rápido, e o destino garante muita diversão em terrenos alpinos acidentados para quem já curtiu a cidade. O Peavine Peak (Pico Peavine) é um dos que mais se destaca, com 1.158 metros de altitude e dois cumes onde é possível fazer caminhadas ou andar de bicicleta. Outras opções para apreciar a paisagem são passeios a cavalo, saltos de asa-delta ou passeios em balão de ar quente. O rio Truckee River é a única projeção do lago Tahoe, um lugar perfeito para descidas de rafting, passeios de caiaque e pesca. Durante o inverno, entre os meses de dezembro e março, diversos resorts permitem acessar 15 pistas de esqui. Ainda no quesito “resorts”, Reno oferece diversas opções, como Atlantis, Harrah’s e Sands Regency, todas com ótima gastronomia, spas sensacionais e muita agitação noturna.
Las Vegas
Aventuras em Las Vegas: diversão e luxo de dia e de noite.Las Vegas é uma cidade feita para o entretenimento, esculpida no Deserto de Mojave, pensada para ser mesmo uma fuga da realidade. Estima-se que mais de 42 milhões de pessoas visitem Las Vegas todos os anos para relaxar, comer, comprar, ver artistas, curtir a noite e, claro, aproveitar as mesas de jogo.
Explorando a Las Vegas Strip A diversão começa na Strip, a principal artéria de Las Vegas, onde ficam cassinos agitados, restaurantes de primeira, resorts ricamente ornados e shows exuberantes. Depois de tirar uma foto com a famosa placa “Welcome to Fabulous Las Vegas”, na parte sul da Las Vegas Boulevard, você já pode partir para suas aventuras.
Passe o dia mergulhando com tubarões no Shark Reef Aquarium, dentro do hotel Mandalay Bay, ou mergulhe de cabeça na queda livre controlada de 108 andares de altura no SkyJump, no Stratosphere Tower. O ponto ideal para recuperar o fôlego é o Chandelier Bar, no The Cosmopolitan of Las Vegas, que prepara drinks exclusivos e cujos três andares são um espetáculo visual à parte.
Você pode fazer um reconhecimento de terreno na festiva Foxtail, piscina e casa noturna do SLS Las Vegas; ou, para momentos mais relaxantes, tomar um chá no Tea Lounge do Mandarin Oriental, na parte alta da Strip. Termine o dia com uma refeição e uma vista incrível no Country Club, dentro do Wynn Las Vegas.
Além da Las Vegas Boulevard Saindo da Strip, há mais diversão à sua espera. Vá para a Fremont Street e experimente as tirolesas da SlotZilla Zip Lines sob a tenda de vídeo Viva Vision, na Fremont Street Experience. Quem se aventura nos cabos de cima “voa” sobre toda a animação da Fremont Street. Além de lojas, luzes e shows noturnos, o D Las Vegas Hotel traz apresentações teatrais de comédia, mágica e mistério/assassinato. Além disso, o restaurante Andiamo Italian Steakhouse foi considerado o melhor de Las Vegas.
Outros favoritos de Downtown Las Vegas incluem o Gold Diggers Nightclub, dentro do Golden Nugget, a piscina do Downtown Grand, o intimista Downtown Cocktail Room, o beer garden do Park on Fremont e o Commonwealth, onde nos sentimos na época da Lei Seca.
Você encontrará música ao vivo no Backstage Bar & Billiards, no Downtown Container Park (onde também há opções de compras e restaurantes ao ar livre) ou no Vinyl Nightclub, dentro do Hard Rock Hotel.
De volta aos arredores da Strip, a hospitalidade e a gastronomia sulinas esperam por você no The Orleans, enquanto a casa noturna Ghostbar, no topo do Palms, é o lugar certo para um pouco de sofisticação.
Natureza e cultura Tire uma folga das luzes e visite ali perto o Red Rock Canyon National Conservation Area para praticar hiking, ciclismo e escalada.
Las Vegas oferece também acesso a rafting de corredeiras no Grand Canyon, tirolesa em Boulder City, golfe e passeios de buggy nas dunas de areia o ano inteiro. São muitas as palavras (Vasto, imenso, inspirador) usadas para descrever o Grand Canyon, mas nenhuma é suficiente para expressar a sensação de maravilhamento proporcionada por um dos marcos mais famosos dos EUA. O Grand Canyon National Park (Parque Nacional Grand Canyon) é patrimônio da UNESCO e engloba fendas em tons dramáticos que cobrem quase 5 mil quilômetros quadrados.
Há muitas formas de curtir o parque, como fazer trilhas e passeios de mula ao longo do South Rim, rafting no rio Colorado ou tours de helicóptero pelos labirintos de ravinas. Lembre-se apenas de levar consigo muita água, um chapéu e protetor solar, itens essenciais para proteger-se do sol do deserto.
Muitas empresas oferecem passeios de um dia ou mais ao Grand Canyon. Confira o Neon Museum para conhecer as placas que antigamente enfeitavam os hotéis e cassinos de Las Vegas. Não deixe também de capturar seu interesse no Mob Museum (ou Museu da Máfia), cujo nome oficial é National Museum of Organized Crime and Law Enforcement; o National Atomic Testing Museum (museu sobre os testes atômicos na região) e a Bellagio Gallery of Fine Art (galeria de belas artes no Bellagio).
Las Vegas merece mesmo o apelido de “Capital do Entretenimento Mundial”.
Um tiroteio dentro de uma escola de ensino médio em Santa Fe, região de Houston, no Texas, deixou entre oito e dez mortos, segundo o xerife Ed Gonzalez.
Um suspeito foi detido e um policial ficou ferido, segundo um diretor-assistente e o escritório do xerife local. O resgate aéreo foi acionado.
Os alunos foram tirados do prédio e estão sendo revistados na parte externa.
Um estudante disse à rede ABC que viu um atirador disparando contra uma garota, mas não há confirmação oficial do que de fato ocorreu.
Outra aluna disse à mesma emissora que por volta das 7h45, pela hora local, os alarmes de incêndio dispararam e os alunos deixaram as salas de aula. Ela relatou que alguns alunos disseram ter ouvido tiros. Ela está atualmente abrigada com outros alunos e professores próximo à escola.
‘Ataque totalmente horrível’
O presidente Donald Trump disse que está monitorando de perto a situação no Texas e que as autoridades federais estão em coordenação com as locais. Ele mandou apoio aos afetados pelo caso e disse que o evento foi um “ataque totalmente horrível”. “Minha administração está determinada a fazer tudo para proteger nossos estudantes”, disse o presidente.
Trump também mencionou o tiroteiro no Twitter. “Deus abençoe a todos”, disse.
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Em 4 de abril de 2018, a morte de Martin Luther King Jr. completa 50 anos. King, o ativista e símbolo da luta por direitos civis nos EUA, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 1964, foi assassinado em 1968 aos 39 anos.
Martin Luther King, Jr. nasceu em 15 de janeiro de 1929, em Atlanta, Geórgia. Filho de Martin Luther King, Sr. e de Alberta Williams King. Seu nome legal ao nascer era de “Michael King”; seu pai, que mudou seu nome de Michael a Martin Luther, disse mais tarde que o nome de Michael foi registrado incorretamente. Martin, Jr. era o filho do meio entre a irmã mais velha, Willie Christine King, e um irmão mais novo, Alfred Daniel Williams King. Cantou com o coro da igreja em Atlanta na estréia do filme “E o Vento Levou”. No entanto, mais tarde ele concluiu que a Bíblia tem “muitas verdades profundas que não se pode escapar” e decidiu entrar para o seminário.
King era originalmente cético em relação a muitas das reivindicações do cristianismo. O mais impressionante foi, talvez, a sua negação inicial da ressurreição corporal de Jesus durante a Escola Dominical com treze anos de idade. A partir deste ponto, ele declarou: “as dúvidas começaram a brotar inexoravelmente”.
Em 1955 Rosa Parks, uma mulher negra, se negou a dar seu lugar num ônibus para uma mulher branca e foi presa. Os líderes negros da cidade organizaram um boicote aos ônibus de Montgomery para protestar contra a segregação racial em vigor no transporte. Durante a campanha de um ano e dezesseis dias, co-liderada por Martin Luther King, muitas ameaças de morte foram feitas, foi preso e viu sua casa ser atacada. O boicote foi encerrado com a decisão da Suprema Corte Americana em tornar ilegal a discriminação racial em transporte público.
Depois dessa batalha, Martin Luther King participou da fundação da Conferência da Liderança Cristã do Sul (CLCS, ou em inglês, SCLC, Southern Christian Leadership Conference), em 1957. A CLCS deveria organizar o ativismo em torno da questão dos direitos civis. King manteve-se à frente da CLCS até sua morte, o que foi criticado pelo mais democrático e mais radical Comitê Não Violento de Coordenação Estudantil (CNVCE, ou em inglês, SNCC, Student Nonviolent Coordinating Committee). O CLCS era composto principalmente por comunidades negras ligadas a igrejas batistas. King era adepto ás ideias de desobediência civil preconizadas pelo líder indiano Mahatma Gandhi e aplicava essas ideias nos protestos organizados pelo CLCS. King acertadamente previu que manifestações organizadas e não violentas contra o sistema de segregação predominante no sul dos Estados Unidos, atacadas de modo violento por autoridades racistas e com ampla cobertura da mídia, iriam criar uma opinião pública favorável ao cumprimento dos direitos civis; essa foi a ação fundamental que fez do debate acerca dos direitos civis o principal assunto político nos Estados Unidos a partir do começo da década de 1960.
Ele organizou e liderou marchas a fim de conseguir o direito ao voto, o fim da segregação, o fim das discriminações no trabalho e outros direitos civis básicos. A maior parte destes direitos foi, mais tarde, agregada à lei estado-unidense com a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964), e da Lei de Direitos Eleitorais (1965).
King e o CLCS escolheram com grande acerto os princípios do protesto não violento, ainda que como meio de provocar e irritar as autoridades racistas dos locais onde se davam os protestos – invariavelmente estes últimos retaliavam de forma violenta. O CLCS também participou dos protestos em Albany (Alabama) (1961-1962), que não tiveram sucesso devido a divisões no seio da comunidade negra e também pela reação prudente das autoridades locais; a seguir, participou dos protestos em Birmingham (1963) e do protesto em St. Augustine, na Flórida (1964). King, o CLCS e o CNVCE uniram forças em dezembro de 1964, no protesto ocorrido na cidade de Selma (Alabama).
Em 14 de outubro de 1964, King se tornou a pessoa mais jovem a receber o Nobel da Paz, que lhe foi outorgado em reconhecimento à sua nação e à sua liderança na resistência não violenta e pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos.
Com colaboração parcial do CNVCE, King e o CLCS tentaram organizar uma marcha desde Selma até a capital do Alabama, Montgomery, a ter início dia 25 de março de 1965. Já haviam ocorrido duas tentativas de promover esta marcha, a primeira em 7 de março e a segunda em 9 de março. Na primeira, marcharam 525 pessoas por apenas seis blocos; a intervenção violenta da polícia interrompeu a marcha. As imagens da violência foram transmitidas para todo o país e o dia ganhou o apelido de Domingo Sangrento. King não participou dessa marcha: encontrava-se em negociações com o presidente estado-unidense e não deu sua aprovação para a marcha tão precoce.
A segunda marcha foi interrompida por King nas proximidades da ponte Pettus, nos arredores de Selma, uma ação que parece ter sido negociada antecipadamente com líderes das cidades seguintes. Esse ato causou surpresa e indignação em muitos ativistas locais. A marcha, finalmente, se completou na terceira tentativa (25 de março de 1965), com a permissão e apoio do presidente Lyndon Johnson. Foi durante esta marcha que Stokely Carmichael (futuro líder dos Panteras Negras) criou a expressão “Black Power”. Em 1963, King foi um dos organizadores da marcha em Washington, que, inicialmente, deveria ser uma marcha de protesto, mas, depois de discussões com o então presidente John F. Kennedy, acabou se tornando quase que uma celebração das conquistas do movimento negro (e do governo) – o que irritou bastante ativistas mais radicais e menos ingênuos.
A partir de 1965, o líder negro passou a duvidar das intenções estado-unidenses na Guerra do Vietnã. Em fevereiro e, novamente, em abril de 1967, King fez sérias críticas ao papel que os Estados Unidos desempenhavam na guerra. Em 1968 King e o SCLC organizaram uma campanha por justiça sócio-econômica, contra a pobreza (a “Campanha dos Pobres”), que tinha por objetivo principal garantir ajuda para as comunidades mais pobres do país.
Politicamente King apoiava os ideais do socialismo democrático, embora fosse relutante em falar diretamente deste apoio devido ao sentimento anti-comunista que vinha sendo propagado por toda a América na época – que levou boa parte da população a confundir socialismo com o comunismo bolchevique. King acreditava que o capitalismo não era capaz de fornecer adequadamente uma solução para a miséria de muitos norte-americanos, especificamente no que dizia respeito à comunidade afro-americana.
Também deve ser destacado o impacto que King teve nos espetáculos de entretenimento popular. Ele conversou com a atriz negra do seriado Star Trek original, Nichelle Nichols, quando ela ameaçava sair do programa. Nichelle acreditava que o papel não estava ajudando em nada sua carreira e que o estúdio a tratava mal, mas King a convenceu de que era importante para o negro ter um representante num dos programas mais populares da televisão.
Martin Luther King era odiado por muitos segregacionistas do sul, o que culminou em seu assassinato no dia 4 de abril de 1968, momentos antes de uma marcha, num hotel da cidade de Memphis. James Earl Ray confessou o crime, mas, anos depois, repudiou sua confissão. Encontra-se sepultado no Centro Martin Luther King Jr., Atlanta, Fulton County, Geórgia nos Estados Unidos.
Em 1986 foi estabelecido um feriado nacional nos Estados Unidos para homenagear Martin Luther King, o chamado Dia de Martin Luther King – sempre na terceira segunda-feira do mês de janeiro, data próxima ao aniversário de King. Em 1993, pela primeira vez, o feriado foi cumprido em todos os estados do país.
As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os baixos salários introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”.
Ao menos cinco pessoas morreram em consequência da tempestade que atinge o nordeste dos Estados Unidos, provocando nevascas, intensas chuvas e fortes ventos e tem levado ao cancelamento de milhares de voos e de partidas de trens.
Todos morreram devido a quedas de árvores.
Um menino de seis anos morreu após uma árvore cair sobre sua casa enquanto dormia, anunciaram autoridades do condado de Chesterfield, na Virgínia.
No mesmo estado, um homem de 44 anos morreu quando uma árvore caiu sobre seu caminhão, informou a polícia de James City.
Na região de Baltimore, na costa leste, uma mulher de 77 anos perdeu a vida também por queda de árvore, em Kingsville, segundo a polícia local.
Árvores arrancadas pelos ventos mataram ainda um jovem de 11 anos, em Putnam Valley, estado de Nova York, e um idoso em Rhode Island.
Tempestade de inverno
Ao menos 2.600 voos foram cancelados, os trens, suspensos, e outros serviços administrativos, interrompidos, pela tempestade que afeta os EUA desde a noite de quinta-feira (1º).
A tempestade de inverno afeta uma área que vai de Maryland a Massachusetts e deve durar até a manhã deste sábado (3).
Na região de Washington, rajadas de vento de 120 km/h obrigaram o governo a interromper serviços administrativos federais e fechar escolas da capital federal americana.
Voos e trens afetados
As fortes chuvas que caem desde quinta provocaram também o atraso de mais de 1.500 voos nacionais e internacionais, segundo o site FlightAware.
Metade dos voos com chegada e partida do aeroporto nova-iorquino de LaGuardia (o mais afetado pela tempestade), foram cancelados, assim como mais de 20% dos voos nos outros dois aeroportos de Nova York (John F. Kennedy e Newark) e nos de Boston (Logan) e Washington (Reagan).
A Amtrak, companhia nacional de trens, anunciou a suspensão temporária de todos os serviços da zona nordeste “por segurança”, mas manteve até o destino os que já estavam circulando entre Washington, Nova York e Boston.
Risco de inundações
De Nova Jersey a Massachusetts, o serviço meteorológico nacional (NWS) advertiu sobre o risco de alagamentos na costa e inundações no interior.
Nas regiões costeiras de Nova Jersey, dos estados de Nova York e de Massachusetts, a temperatura, ligeiramente superior a 0°C, provocou uma mistura de neve derretida, granizo e chuva.
Em partes de Long Island, perto de Nova York, mais de dez centímetros de chuvas são esperados nas próximas 30 horas.
30 centímetros de neve
Algumas nevadas atingiram 30 centímetros, como no centro do estado de Nova York, segundo o serviço de meteorologia nacional, e se espera que continue nevando.
A intensidade do evento aumentou devido a um fenômeno conhecido como “bomba meteorológica”, que consiste em uma forte queda da pressão atmosférica.
O xerife do condado de Broward, Scott Israel, disse que 17 pessoas morreram.
Vítimas confirmadas
Segundo Israel, 12 pessoas foram mortas dentro da escola; duas vítimas morreram fora do prédio; uma morreu em uma rua próxima e 2 morreram no hospital.
Além deles, hospitais da região receberam mais 14 pacientes. O suspeito do tiroteio também foi levado ao hospital, sob custódia da polícia.
O atirador foi identificado como Nikolas Cruz, um ex-aluno da Stoneman Douglas High School. Ele tem 19 anos e, segundo as autoridades, tinha sido expulso da escola por motivos disciplinares. Cruz portava um rifle AR-15 e agiu sozinho.
Um alarme de incêndio foi disparado por volta das 14h30, pouco antes do final das aulas, e os tiros começaram em seguida.
O jornal “Miami Herald” conversou com professores e alunos que conhecem Cruz e dizem que ele era considerado uma pessoa problemática, que ameaçava colegas e não tinha autorização para entrar no prédio portando mochilas. Segundo o professor de matemática Jim Gard, o jovem chegou a receber uma solicitação para deixar o local no ano passado.
Um atirador foi detido nesta quarta-feira (14) após deixar feridos em uma escola em Parkland, na Flórida. Há pelo menos um morto, segundo disse o chefe do Departamento de Bombeiros, Dan Booker, ao jornal “Miami Herald”.
A polícia de Coral Springs está pedindo que as pessoas continuem evitando a região da Marjory Stoneman Douglas High School.
Imagens de TV mostraram mais cedo diversos alunos deixando o prédio, escoltados por agentes da SWAT. Agentes do FBI também estão no local.
A Casa Branca informou que o presidente Donald Trump foi comunicado sobre o caso e está recebendo informações. O presidente postou uma mensagem sobre o assunto no Twitter. “Nenhuma criança, professor ou qualquer outra pessoa jamais deveria se sentir insegura em uma escola americana”, escreveu.
My prayers and condolences to the families of the victims of the terrible Florida shooting. No child, teacher or anyone else should ever feel unsafe in an American school.
— February 14, 2018
O gabinete do xerife do condado de Broward confirma que há pelo menos 14 vítimas, entre as que já foram transportadas e as que ainda estão a caminho de dois hospitais da região.
A CBS News afirma que de 20 a 50 pessoas foram feridas, e que várias foram retiradas do local em ambulâncias. A emissora WSVN também diz que a equipe de resgate está usando o termo “acidente de casualidades em massa”, adotado quando há pelo menos 20 feridos.
Parkland fica a cerca de 24 km a oeste de Fort Lauderdale.
Still locked in. I checked the local news and there is 20 victims. Long live Majory Stoneman Douglas High. pic.twitter.com/4kQMAlCBWt
— February 14, 2018
Fonte: Consulado-Geral do Brasil em Miami
O Consulado-Geral até o momento não tem informações a respeito das nacionalidades das vítimas do tiroteio na Marjory Stoneman Douglas High School, em Parkland, na Flórida. Temos conhecimento de alguns estudantes brasileiros nessa escola, mas que se encontram bem e sob segurança.
Fonte:Globo / Miami Herald
Foto: WPLG-TV via AP / Foto: AP Photo/Joel Auerbach