Avós de menino disputado por mãe brasileira e pai americano são detidos em Miami

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Os brasileiros Carlos Otávio Guimarães, de 67 anos, e Jemima Guimarães, 65 anos, foram detidos no Aeroporto Internacional Miami no início da manhã desta quarta-feira (7), quando chegaram num voo vindo do Brasil. Contra eles há na Justiça dos EUA uma denúncia segundo a qual teriam ajudado sua filha, Marcelle Guimarães, de 39 anos, a manter o neto, cujo pai é americano, ilegalmente no Brasil.
 
Marcelle e a criança viajaram para o Brasil para participar de um evento familiar em julho de 2013, mas deveriam retornar a Houston, onde mora o pai, até 20 de julho de 2013, de acordo com a promotoria americana. Marcelle Guimarães também é acusada no caso, mas não está detida.
 
Carlos Otávio e Jemima Guimarães devem se apresentar ainda nesta terça a um juiz em Miami, que deve determinar se eles ficam detidos nos EUA durante o processo.
 
Defesa
A advogada de Marcelle no Brasil confirmou que os avós foram detidos para esclarecimentos, mas não sabia se eles já haviam sido liberados, e afirmou que não poderia dar detalhes do caso porque o processo corre em segredo de Justiça.
 
“Não compreendo o entendimento da Justiça americana, já que o próprio pai da criança retirou os avós do processo aqui no Brasil”, disse a advogada Marcela Fragoso.
 
O advogado do pai da criança publicou uma nota com comentário do americano sobre a detenção. “Sinto muito que tenhamos chegado a isso. Tudo o que sempre quis – e tudo o que ainda quero – é que meu filho N. tenha acesso igual a ambos os pais amorosos. Se N. for imediatamente devolvido a Houston, estou preparado para pedir à promotoria dos Estados Unidos que seja leniente em como lida com os casos de Carlos e Jemima “, afirmou Christopher Scott Brann, pai do menino.
 
Fonte: Globo
Foto: Christopher Scott Brann/ Arquivo Pessoal
 
Atualização às 19:47 h
Fonte: Consulado-Geral do Brasil em Miami
 
O Consulado-Geral do Brasil em Miami tem acompanhado o caso dos cidadãos brasileiros e norte-americanos Carlos Guimarães e Jemima Guimarães, presos, ontem, no aeroporto internacional de Miami.
 
O casal está sendo acusado pela Procuradoria norte-americana dos crimes de sequestro internacional de menor e formação de quadrilha (“conspiracy”).
 
Na manhã de hoje, foi realizada visita do assessor jurídico do Consulado-Geral a Carlos Guimarães e Jemima Guimarães no centro de detenção federal, em Miami.
 
Os cidadãos brasileiros encontram-se em boa situação de saúde e receberam a assistência consular cabível.
 
Advogado particular nos EUA foi contratado pela família para defender o casal.
 
O Consulado-Geral mantém permanente contato com membro da família dos brasileiros e com seu advogado.
 
A próxima audiência judicial está marcada, a princípio, para o dia 12 de fevereiro na corte federal em Miami.
 

Dia da Marmota: Phil ‘prevê’ mais 6 semanas de inverno nos EUA

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A marmota Phil “previu” nesta sexta-feira (2) em Punxsutawney, no estado da Pensilvânia, mais 6 semanas de inverno.
 
“Eu vejo minha sombra real, seis semanas mais de inverno pela frente”, disse Jeff Lundy, tutor da marmota, após examinar o animal e “conversar” com ele.
 
O evento do Dia da Marmota é tradicional, remonta a 1886, mas se tornou popular depois do filme “Groundhog Day” (de 1993, traduzido no Brasil como “Feitiço do Tempo”) e agora atrai milhares de curiosos de todo o mundo.
 
A lenda em torno da cerimônia diz que se trata efetivamente da mesma marmota -apesar de isso ser impossível, já que elas vivem apenas cerca de seis anos.
 
A tradição de observar o comportamento do roedor remonta aos imigrantes alemães que se estabeleceram na região. A superstição diz que se o animal que está hibernando sair da toca e sua sombra aparecer no dia 2 de fevereiro, o inverno deve durar mais seis semanas.
 
Se nenhuma sombra for vista, a primavera virá mais cedo. Os fazendeiros da área utilizavam o método para tomar decisões sobre a semeadura dos campos.
 
Desde que a tradição começou, Phil viu sua sombra mais de 100 vezes e não a viu outras 18 vezes. Algumas previsões não são conhecidas.
 
Moradores da cidade agora vão “se preparar” para enfrentar mais frio.
 
 
Fonte: Globo
Foto: Alan Freed/Reuters
 

Carioca acusada de assassinar marido americano é extraditada em decisão histórica do Brasil

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Quando um avião fretado pelos Estados Unidos e repleto de agentes da Interpol tocou o solo americano, por volta das 23h da última quarta- feira (17 de Janeiro), Claudia Cristina Sobral Hoerig, de 53 anos, se tornou a primeira brasileira da história a ser extraditada para ser julgada no exterior.
 
A aeronave, que partiu do Brasil sob forte esquema de segurança e sigilo, levava Claudia de volta ao país ao qual ela se naturalizou e de onde, há dez anos, teria fugido logo após assassinar o marido, Karl Hoerig, ex-piloto da Força Aérea Americana.
 
A volta de Claudia é também um marco para a história das relações internacionais brasileiras e abre a possibilidade de que mais brasileiros que tenham obtido cidadania de outras nações possam enfrentar processos semelhantes ao dela.
 
O caso judicial de Claudia se arrastou por mais de dez anos antes que ela entrasse no voo da Interpol.
 
A brasileira nasceu Claudia Cristina Sobral, no Rio de Janeiro, mas se mudou para os Estados Unidos ainda nos anos 1990. Casou-se com o médico nova-iorquino Thomas Bolte e, graças à união, conseguiu o Green Card – a licença permanente para viver e trabalhar no país.
 
Nos Estados Unidos, se tornou contadora. Em 1999, já divorciada de Bolte, resolveu concluir o processo de naturalização como cidadã americana. A mudança facilitaria a atuação profissional de Claudia, que teria aumentado seus rendimentos em cinco vezes depois da alteração de nacionalidade, de acordo com o que disseram os advogados dela no processo brasileiro.
 
O que talvez Claudia ignorasse no momento em que tomou essa decisão é que, ao assumir a a cidadania americana, ela estaria necessariamente abrindo mão da brasileira.
 
Casamento e morte
Karl Hoerig e Claudia teriam se conhecido pela internet. Ele era um veterano das guerras do Afeganistão e do Iraque e, depois de voltar aos Estados Unidos, trabalhava como piloto comercial. Em 2005, eles se casaram, ela adotou o sobrenome dele e o casal foi morar em Newton Falls, um vilarejo de cerca de 5 mil habitantes em Ohio, onde Hoerig nasceu. O casamento, no entanto, não durou nem dois anos.
 
O corpo de Hoerig foi encontrado em 15 de março de 2007, na casa dos dois, com perfurações de balas nas costas e na cabeça. Apenas três dias antes, no suposto dia da morte do piloto, um vizinho do casal teria visto Claudia sair de casa com pressa.
 
Naquele dia, ela voou para o Brasil, deixando para trás boa parte dos pertences pessoais. As investigações da polícia de Ohio concluíram que Hoerig havia sido alvejado por disparos de um revólver Smith & Wesson, calibre 357 – semelhante a um modelo que Claudia havia comprado apenas cinco dias antes da descoberta do homicídio.
 
Testemunhas disseram tê-la visto praticando tiro com a arma em um alvo próximo à casa. Para a polícia americana, ela se converteu na suspeita número um. Um pedido de prisão foi expedido.
 
A Interpol a incluiu na lista de procurados e o Estado americano entrou com um processo no Brasil para que ela fosse devolvida a território americano para ser julgada.
 
O processo
O caso causou comoção nos Estados Unidos, onde Hoerig é frequentemente retratado como herói nacional. No Facebook, um ex-colega de Forças Armadas do piloto criou uma página – intitulada Justice For Karl Hoerig – para divulgar notícias do caso e pressionar políticos americanos pelo retorno de Claudia.
 
Em documentário sobre o caso veiculado pela TV Americana CBS em novembro passado, a família do ex-piloto faz acusações contra ela.
 
“Eu descobri (que Karl havia morrido) quando o meu irmão mais velho me ligou e me contou. Ele simplesmente disse: ‘Karl está morto’. Assim que ele disse “Karl está morto”, eu já sabia quem tinha feito isto. Imediatamente, eu sabia que tinha sido ela”, disse o irmão dele, Paul Hoerig, ao programa “48 hours”, da rede CBS.
 
No mesmo programa, a família afirma que o casamento de Claudia e Karl Hoerig era tumultuado, marcado por brigas e discussões.
 
Até esta quarta, ela não havia mais pisado nos Estados Unidos. Constituiu advogados brasileiros que levaram o caso até o Supremo Tribunal Federal (STF), onde o assunto foi julgado em março de 2017.
 
Ao longo do processo, Claudia foi destituída da nacionalidade brasileira. Em julho de 2013, o Ministério da Justiça oficializou a anulação.
 
No Supremo, os ministros da Primeira Turma levaram em conta que, quando Claudia optou pela nacionalidade americana em 1999, sua nacionalidade brasileira estava definitivamente anulada.
 
Isso porque a Constituição brasileira prevê, em seu 12º artigo, a perda da nacionalidade brasileira quando outra é adquirida, com algumas exceções – nenhuma delas, para a corte, aplicável ao caso de Claudia.
 
“A Constituição é muito clara sobre a perda da nacionalidade brasileira. Mas o Brasil não costuma ir atrás das pessoas para retirá-la e alguns consulados brasileiros pelo mundo já chegaram a orientar que não haveria perda dela. Criou-se um clima de não crença na Constituição e isso foi corroborado por práticas administrativas”, afirma Ana Flávia Velloso, professora de Direito Internacional no Centro Universitário de Brasília (Uniceub-DF).
 
Ela conclui: “A decisão do STF sobre o caso Claudia Hoerig indica o que a Constituição dizia e ninguém acreditava. Se a prática administrativa vai mudar em razão disso, só o tempo vai dizer”, diz a especialista.
 
O resultado não foi unânime. O Ministro Marco Aurélio Mello protestou contra o entendimento dos colegas:
 
“Uma primeira vez tem que ser a primeira vez, até pela própria nomenclatura. Vejo que este colegiado (…) está para inaugurar a entrega de uma brasileira nata, ante extradição, a um governo irmão.”
 
Foi voto vencido.
 
Apelações
Claudia tentou reaver a nacionalidade brasileira. Em entrevista ao portal de notícias G1, um dos advogados da contadora, Antônio Andrade Lopes, afirmou que, nos dez anos em que morou no Brasil, ela viveu na região serrana do Rio e voltou a se casar, desta vez com um brasileiro.
 
Apenas dois dias antes de embarcar no avião da Interpol, Claudia teve negado um mandado de segurança no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em que pedia novamente para voltar a ser oficialmente brasileira. A manobra impediria a extradição.
 
Penas
O Estado de Ohio possui previsão de pena capital e prisão perpétua, mas nenhuma das duas penas poderá ser aplicada à Cláudia caso ela seja condenada em um julgamento, cuja data ainda não está definida.
 
Em sua decisão, o Supremo concordou com a extradição de Claudia desde que lhe fosse aplicada, na pior das hipóteses, a pena máxima de 30 anos de prisão.
 
Consultado, o Ministério da Justiça afirmou em nota à BBC Brasil que “a efetivação da extradição só ocorreu após os EUA terem formalmente apresentado ao Brasil o compromisso de a extraditada não ser condenada à pena de morte ou de prisão perpétua”.
 
De acordo com o órgão, “havendo uma condenação à pena superior ou que não seja aplicada pelo Estado brasileiro, o governo norte-americano compromete-se a substitui-la pela pena máxima aplicada no Brasil, que é a de 30 anos de prisão”.
 
O Brasil não deve prestar assistência jurídica à Claudia ou à sua família brasileira – que não foi localizada pela BBC Brasil. O país já não tem mais competência sobre o assunto.
 
Mas, mesmo admitindo que Claudia não é mais brasileira e que os Estados Unidos são os legítimos julgadores do caso, o Brasil ainda pode fazer exigências sobre o tipo de pena que pode ser aplicada à ela, segundo Florisbal de Souza Del’Olmo, professor de direito da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI):
 
“Pelo simples fato do réu estar aqui no Brasil, e sendo o país aquele que vai extraditar, ele pode impor suas condições. Para os parâmetros internacionais, o não cumprimento destas condições pelo país de destino seria uma grave infração.”
 
Consultado, o Ministério da Justiça afirmou em nota que “irá acompanhar o desenrolar do processo, a fim de verificar se os compromissos assumidos pelos Estados Unidos estão sendo cumpridos”.
 
Claudia está agora em uma cela em uma prisão do condado de Trumbull.
 
Fonte Mariana Sanches e Mariana Alvim
Da BBC Brasil em São Paulo

Polícia encontra 12 irmãos acorrentados em casa na Califórnia

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Doze irmãos foram encontrados acorrentados e famintos em uma casa de um povoado da Califórnia, e a polícia prendeu os pais por tortura e por colocar em risco a vida de menores, informaram as autoridades nesta segunda-feira (15).
 
A polícia encontrou o local alertada pela 13ª vítima, de 17 anos, que conseguiu escapar da casa, nos arredores de Perris, a sudoeste de Los Angeles. Segundo policiais, a adolescente estava tão desnutrida que tinha a aparência de uma criança de aproximadamente dez anos.
 
Pelo mesmo motivo, as autoridades inicialmente pensaram que todas os outros 12 filhos do casal eram crianças, mas sete já são adultos com idades entre 18 e 29 anos.
 
Os pais foram identificados como David Allen Turpin, de 57 anos, e Louise Anna Turpin, de 49.
 
Fonte: Globo
Foto:  Riverside County Sheriff’s Department via AP

Avião militar dos EUA cai no Pacífico com 11 pessoas a bordo

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Um avião da Marinha dos Estados Unidos com 11 pessoas a bordo caiu nesta quarta-feira no Oceano Pacífico quando se dirigia a um porta-aviões parado no Mar das Filipinas. As causas do acidente são desconhecidas, mas suspeita-se de pane no motor.
 
A aeronave caiu na direção do litoral de Okinawa, no Japão, às 14h45 (horário local, 4h45 de Brasília), de acordo com a Sétima Frota dos Estados Unidos. O grupo de combate do porta-aviões USS Ronald Reagan da Marinha americana, desdobrado nas Filipinas e para onde a aeronave se encaminhava, começou uma operação para resgatar os sobreviventes.
 
“O resgate da tripulação está em curso e a condição das pessoas será analisada pela equipe médica do USS Ronald Reagan”, indicou a Sétima Frota em comunicado. O Ministro da Defesa do Japão informou que oito pessoas já foram resgatadas.
 
A frota americana com sede em Yokosuka, no Japão, e um contingente de 60.000 fuzileiros navais anunciou que, por enquanto, os nomes de tripulantes e passageiros não serão divulgados à espera de autorização dos parentes dos envolvidos.
 
Fonte: EFE / Veja

Tiroteio deixa 26 mortos em igreja no Texas

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Um tiroteio deixou 26 mortos e 20 feridos neste domingo (5) em uma igreja batista na pequena cidade de Sutherland Springs, no Texas, Estados Unidos.
Informações até o momento:
Suspeito abriu fogo durante culto de domingo na Primeira Igreja Batista da cidade de Sutherland Springs às 11h30 do horário local (15h30, pelo horário de Brasília).
  
 
Atirador: O Departamento de Polícia de Guadalupe declarou que o atirador morreu após uma pequena perseguição. Não foi informado se ele foi morto pela polícia ou se cometeu suicídio.
 
Atendimento: Diversos hospitais da região estão recebendo feridos e não há informações sobre estado de saúde dos pacientes.
 
Mais cedo a rede americana CNN, citando Albert Gamez Jr, membro da polícia local, declarou que seriam 27 mortos e 24 feridos. Ele citou um membro do atendimento médico como sua fonte.
 
Megan Posey, porta-voz do hospital Connally Memorial Medical Center, declarou não ter um número exato de quantos pacientes o hospital recebeu, mas disse que ainda estavam chegando feridos.
 
Ainda de acordo com a CNN, o atirador foi morto após uma breve perseguição policial por uma região próxima. Robert Murphy, porta-voz da polícia do condado de Guadalupe, não soube dizer se ele foi morto pela polícia ou se cometeu suicídio.
 
O FBI também está no local para ajudar nas investigações.
De acordo com uma testemunha ouvida pela KSAT, afiliada da rede ABC no local, um homem entrou na Igreja Batista e abriu fogo por volta das 11h30 do horário local (15h30, pelo horário de Brasília).
 
Ainda de acordo com a TV, há uma forte presença da polícia e dos bombeiros na igreja e helicópteros foram ao local para transportar vítimas a hospitais.
 
 
Sutherland Springs tem cerca de 640 moradores e fica a 48 km de San Antonio.
O presidente dos EUA Donald Trump, que está em uma viagem pela Ásia, usou o Twitter para comentar o tiroteio: “Que Deus esteja com as pessoas de Sutherland Springs. Estou monitorando a situação aqui do Japão”.
O governador do Texas, Greg Abbott, também falou no Twitter sobre o tiroteio: “Nossas orações estão com aqueles machucados por este ato maligno. Nossos agradecimentos aos agentes da lei por sua resposta. Mais detalhes em breve”. Momentos depois ele anunciou que estava se dirigindo ao local para apoiar familiares das vítimas e acompanhar as investigações.
 
Fonte: Globo
 

Tiroteio em Las Vegas deixa 58 mortos e mais de 500 feridos; assista ao vídeo

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Pelo menos 58 pessoas que assistiam a um show de música country foram mortas e cerca de quinhentas ficaram feridas em um ataque a tiros indiscriminado registrado na noite do domingo (horário local, madrugada de segunda-feira em Brasília) em Las Vegas (EUA), informou o chefe da Polícia Metropolitana de Las Vegas, Joseph Lombardo.
 
O xerife informou em coletiva de imprensa sobre o número de vítimas e declarou que o suposto autor dos disparos foi abatido posteriormente pela Polícia em um hotel próximo ao local do fato.
 
O fato aconteceu no encerramento dos três dias do festival country Route 91 Harvest que acontecia ao ar livre perto do hotel Mandalay Bay, na zona sul da famosa avenida que concentra os principais hotéis e cassinos de Las Vegas.
 
Segundo Lombardo, o suspeito agiu sozinho e fez o seu ataque a partir do 32º andar do hotel Mandalay Bay, onde foi encontrado pela Polícia e abatido pelos agentes.
 
Sobre a sua identidade, Lombardo se limitou a dizer que se trata de um morador local, sem dar mais detalhes, e só confirmou que a polícia procura a acompanhante do agressor, que identificou como uma mulher asiática chamada Marilou Danley.

 
“Confirmamos que um suspeito foi abatido. Esta investigação continua”, tinha assegurado pouco antes na sua conta do Twitter a Polícia, informando que acreditava que o sujeito agiu sozinho, desmentindo informações anteriores da imprensa local que apontavam para dois possíveis agressores.
 
Pouco após os disparos, a Polícia ordenou o fechamento de uma ampla seção do sul do Boulevard Las Vegas, via principal da cidade e conhecida pela fila de hotéis e cassinos que há nele, bem como de várias ruas adjacentes da zona sul dessa avenida central.
 
“Estamos investigando relatos de um atirador ativo perto do Mandalay Bay Casino. Pedimos a todos que, por favor, evitem a área”, escreveu a Polícia Metropolitana de Las Vegas em sua conta do Twitter, alertando sobre o fato, ao mesmo tempo em que fechava as ruas da região.
 
Dezenas de viaturas da Polícia foram imediatamente enviadas para o local. As autoridades também acionaram uma equipe da SWAT para encontrar o autor.
 
O ataque aconteceu por volta das 22h de domingo (horário local, 1h de segunda-feira em Brasília) enquanto o cantor de música country Jason Aldean se apresentava no encerramento do festival.
 
Segundo testemunhas, nessa hora foram ouvidas longas rajadas de tiros efetuados possivelmente com um fuzil semiautomático, que provocaram o pânico entre o público e que continuaram inclusive depois que a banda parou de tocar.
 
Em alguns vídeos publicados nas redes sociais pode-se escutar rajadas de tiros, enquanto as pessoas correm apavoradas, perguntando-se o que está acontecendo ou abaixadas no chão se protegendo dos disparos.
 
Entre os mortos há policiais fora de serviço que assistiam ao show, segundo Lombardo, e se teme que entre os feridos haja mais agentes, porque tinham ido em grupo.
 
Os feridos foram levados em ambulâncias principalmente para o University Medical Center e para o Sunrise Hospital Medical Center, onde muitos deles se encontram em estado crítico.
 
Devido ao incidente, além do fechamento da zona sul da cidade e de uma estrada, vários voos com destino ao aeroporto internacional de Las Vegas foram desviados para outros terminais como medida de precaução.
 
Veja o vídeo  circula sobre o ataque:
 
 Fonte: EFE / Exame

 

 

A macabra decoração de Halloween que gerou uma emergência policial nos EUA

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A polícia de um condado nos EUA fez um apelo para que as pessoas parassem de usar o número de emergência para alertar sobre um corpo estendido de um homem que teria sido “decapitado” pela porta de uma garagem.
 
De fato, a cena do corpo sem braços e sem cabeça deitado na porta de uma garagem manchada de sangue é extremamente realista – mas trata-se de uma decoração de Halloween colocada em uma casa em Greeny County, no Tennessee.
 
O Dia das Bruxas é celebrado nos EUA em 31 de outubro.
 
Ao passar em frente à garagem, muita gente ligou para o número de emergência e a polícia foi acionada.
 
Ao investigarem o chamado, os policiais constataram que se tratava de um boneco de palha, vestido com roupas masculinas.
A polícia local decidiu publicar no Facebook uma foto da cena e um alerta aos que passarem pela via Chuck Pike, em Greene County: “Isso é uma decoração de Halloween”.
 
A publicação da polícia provocou aplausos ao habilidoso decorador.
 
“Literalmente parabéns para as pessoas que fizeram [a cena] parecer tão real”, escreveu um usuário. “Pode imaginar quantos arrombamentos podem ser evitados?”, comentou outra pessoa.
 
Mas houve críticas: “Que tipo de imagem você prepara para crianças pequenas?”
 
O Halloween é um dos feriados mais celebrados nos EUA. Americanos normalmente decoram suas casas com temas macabros e crianças e adolescentes se fantasiam de fantasma ou monstros para bater às portas dos vizinhos e ganhar doces.
 
Os americanos gastaram um recorde de US$ 8,4 bilhões com a festa no ano passado, de acordo com a Federação Nacional de Varejo dos EUA.
 
Fonte: BBC / Globo

José volta a ter força de furacão e pode atingir Nova York e Nova Inglaterra.

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José retomou força de furacão no Oceano Atlântico nesta sexta-feira (15) e pode ameaçar Nova York e Nova Inglaterra, informou o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos.
 
José é um furacão de categoria 1, o nível mais fraco na escala Saffir-Simpson, com ventos contínuos máximos de 120 quilômetros por hora, informou o centro sediado em Miami.
 
Faixas de previsão indicam a tempestade, agora a 785 quilômetros a sudoeste de Bermuda, seguindo para a costa leste dos EUA e possivelmente atingindo Nova York, Nova Inglaterra ou províncias marítimas do Canadá.
Fonte: Globo

Moradores da Flórida encontram destruição na volta para casa

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Moradores que saíram de casa para escapar do furacão Irma começaram a retornar nesta terça-feira (12) às devastadas ilhas de Florida Keys, encontrando casas destruídas e lojas cobertas de algas marinhas, em meio a uma estimativa de 25 % de todas as residências destruídas.
 
O número de mortes pelo Irma, anteriormente classificado como um dos furacões mais potentes já registrados no Atlântico e o segundo grande furacão a atingir o território norte-americano nessa temporada, saltou para pelo menos 61, segundo a Reuters.
Dessas mortes, 43 aconteceram no Caribe e ao menos 18 foram confirmadas no sudeste dos Estados Unidos.
 
Autoridades de gestão de emergência da Flórida confirmaram 12 mortes relacionadas ao Irma na terça-feira, enquanto autoridades na Georgia e Carolina do Sul relataram 3 mortes cada causadas pela tempestade e por suas consequências imediatas.
 
Destruição na Flórida
O arquipélago Florida Keys, por onde o furacão Irma passou com categoria 4 no domingo (10), teve parte substancial de suas contruções destruídas. O administrador da Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema) dos Estados Unidos, Brock Long, afirmou que “todas as casas de Florida Keys foram afetadas de uma maneira ou de outra”.
Devastação no Caribe
O furacão Irma deixou um rastro de destruição pelo Caribe. Mais de 70% dos lares de Saint Martin foram destruídos na tempestade, que também deixou sem água corrente e nem rede de telefonia grandes zonas da ilha. Imagens mostram as ilhas caribenhas antes e depois da passagem do furacão.
 
Sobreviventes chegam ao Brasil
Sobreviventes do furacão Irma que estavam na ilha caribenha de San Martin chegaram na madrugada desta quarta a Brasília, a bordo de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Entre as 14 pessoas a bordo, 8 eram brasileiras.
 
 
Fonte: Globo
Foto: AP/Matt McClain