Polícia encontra corpo de menino arrastado por jacaré na Disney

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A polícia encontrou nesta quarta-feira (15) o corpo do garoto de dois anos de idade que foi arrastado na noite de terça-feira por um aligátor (jacaré americano) no lago de um resort da Walt Disney World, no estado da Flórida (EUA).
O xerife do condado de Orange disse que o corpo foi encontrado intacto na água por mergulhadores e que agora irá para necropsia e identificação formal, mas que não há razões para pensar que não seja do garoto.
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Com uso de barcos e helicóptero, a polícia procurou ao longo do dia pelo menino que foi atacado pelo réptil no Seven Seas Lagoon, no hotel Disney’s Grand Floridian Resort and Spa, em Lake Buena Vista.
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Ele estava brincando na água enquanto sua família, que mora no Nebraska, estava na beira do lago, disse o xerife Jerry Demings.
“O pai entrou na água e tentou agarrar a criança e não teve sucesso”, afirmou Demings, acrescentando que a mãe também tentou resgatar o menino. O pai sofreu ferimentos na mão durante a tentativa de salvar o filho.
“Como um pai, como um avô, vamos esperar pelo melhor nestas circunstâncias, mas, com base nos meus 35 anos de experiência no cumprimento da lei, sabemos que teremos alguns desafios”, disse Demings.
 
Ele disse que o animal possivelmente tem cerca de 1,2 a 2 metros de comprimento.
“Todos aqui no Walt Disney World Resort estão devastados por este acidente trágico. Nossos pensamentos estão com a família e estamos ajudando a família”, disse uma porta-voz.
 
Aligátor x jacaré
O animal que arrastou o menino, por se tratar de um incidente ocorrido na Flórida, é um aligátor ou jacaré-americano (espécie Alligator mississippiensis), considerado um “primo” do jacaré do Pantanal (Caiman yacare), por exemplo, já que ambas as espécies fazem parte da família Alligatoridae. Os crocodilos, embora também semelhantes no aspecto, são de outra família: a Crocodylidae.
 
Fonte: G1
 
Foto: (Foto: Red Huber/Orlando Sentinel/AP )
 

Vídeo: Vítima gravou início dos disparos em massacre de Orlando

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Orlando – Uma mulher que foi vítima do ataque a Boate Pulse, em Orlando, nos Estados Unidos, gravou o ínicio do tiroteio em sua conta no Snapchat. Amanda Alvear, de 25 anos, estava na boate com amigos quando tudo aconteceu. Os vídeos foram gravados por ela e publicados na rede social.
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Na última filmagem, Amanda aparece assustada e ao fundo é possível ouvir uma sequência de disparos. De acordo com o Daily Mail, os momentos registrados precedem a morte da mulher. Um vídeo publicado por um amigo da vítima no Facebook mostra todas as gravações feitas do celular da americana.
 
No dia seguinte ao atentado, a morte de Amanda foi confirmada como uma das vítimas do assassino pelas autoridades.
 
 Fonte: Daily Mail

Atirador abre fogo em boate em Orlando e deixa 50 mortos e 53 feridos

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 Atualizado às 16:00h
Um atirador abriu fogo dentro de uma boate voltada ao público LGBT em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos na madrugada deste domingo (12). A polícia diz que há cerca de 50 mortos no interior da casa chamada Pulse. Pelo menos outras 53 pessoas foram levadas a hospitais da região.
 
O agressor morreu durante uma troca de tiros com a polícia, no caso que está sendo investigado pelo FBI como um possível ataque terrorista doméstico.
A policia de Orlando informou que foi chamada por volta das 2h (3h de Brasília) e, quando agentes chegaram à boate, houve troca de tiros do lado de fora e o atirador voltou para dentro e fez reféns.
 
Segundo a polícia, o ele tinha duas armas – um rifle e um revólver – e estava muito bem preparado para a situação. Pouco antes de anunciar a morte do atirador, a polícia informou que havia realizado uma “explosão controlada” em frente à boate, sem dar detalhes.
 
O Corpo de Bombeiros também deslocou uma equipe de desativação de artefatos explosivos, indicou o jornal local “Orlando Sentinel”. O atirador tinha um dispositivo suspeito, informou a polícia.
 
Segundo caso em Orlando
O caso ocorre um dia depois da morte da cantora Christina Grimmie, assassinada após fazer um show também em Orlando. Kevin James Loibl, de 27 anos, foi identificado como autor dos disparos. A polícia acredita que os dois casos de violência não estão relacionados.
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Relatos da Pulse
Por volta das 2h, alguém começou a atirar. As pessoas se jogaram no chão”, contou um dos clientes, Ricardo Negron, à Sky News. A testemunha disse ter ouvido disparos contínuos por quase um minuto, embora tenha parecido muito mais. “Havia sangue por toda a parte”, disse outra testemunha.
A boate Pulse, que se apresenta em seu site como “o bar gay mais quente de Orlando”, publicou no Facebook uma última mensagem urgente: “Todos saiam da Pulse e continuem correndo”.
“Assim que tivermos informações, os atualizaremos. Por favor, tenham todos em suas orações enquanto afrontamos este trágico evento. Obrigada por seus pensamentos e amor”, acrescentou o clube em outra mensagem nessa rede social.
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Parlamentares americanos afirmam que Omar Saddiqui Mateen, de 29 anos, é o atirador que matou 50 pessoas na boate gay Pulse em Orlando, nos Estados Unidos, neste domingo (12). A polícia não tinha confirmado a informação até a publicação desta reportagem.
“Tivemos uma possível identificação, mas não conseguimos dizer exatamente quem é o suspeito”, afirmou o porta-voz do FBI durante entrevista.
 
Um dos que divulgaram o nome é o senador republicano Alan Grayson, que afirmou que o suspeito é americano, filho de pais estrangeiros e que mora na cidade de Port St. Lucie, também na Flórida. Segundo a mídia local, Mateen é de família afegã.
Uma conta no Twitter de um grupo afiliado ao Estado Islâmico (EI) postou uma foto que seria dele, mas a organização terrorista não reivindicou oficialmente o ataque.
 
Segundo o jornal “Washington Post”, o pai do suspeito chama-se Seddique Mateen. De origem afegã, ele apresentava um programa sobre política e apoiava o regime talibã. Ainda segundo o jornal, Seddique chegou a se declarar candidato a presidente do Afeganistão.
 
Em entrevista ao canal de TV NBC, o pai do suspeito descartou motivações religiosas para o ataque e apontou para homofobia. “Isto não tem nada a ver com a religião”, disse, acrescentando que seu filho ficou transtornado, há mais ou menos dois meses, quando viu dois homens se beijando durante uma viagem a Miami. “Peço desculpas pelo incidente. Não éramos conscientes de que estivesse premeditando algum tipo de ação. Estamos em estado de choque da mesma forma que todo o país”, disse.
A ex-mulher de Mateen disse ao “Washington Post” que ele era violento, mentalmente instável e batia nela constantemente enquanto eles eram casados.
 
Citando “vários oficiais da lei”, a NBC disse que Mateen ligou para o telefone de emergência (911) logo antes do ataque para alegar que jurou fidelidade ao EI. A CNN afirma que ele foi treinado em manejo de armas. Uma fonte que não se identificou disse ao canal que ele estava na lista de suspeitos de simpatizar com o Estado Islâmico.
Possível terrorismo
O caso é investigado pelo FBI como um possível ataque terrorista doméstico, considerando que o suspeito poderia ter “inclinação” pelo terrorismo islâmico, segundo os agentes federais.
A mídia americana divulgou a identidade do suspeito como Omar Saddiqui Mateen, mas a polícia ainda não confirmou a informação. Segundo o senador Alan Grayson, o suspeito é americano, mas sua família é de fora do país.
“Tivemos uma possível identificação, mas não conseguimos dizer exatamente quem é o suspeito”, afirmou o porta-voz do FBI durante entrevista coletiva.
Hospitais locais, que ativaram um plano de emergência, afirmam que algumas vítimas estão em estado crítico e que tentam descobrir os nomes para dar informações às famílias.
O presidente da sociedade islâmica local participou de uma coletiva de imprensa junto a autoridades e disse que se tratou de uma ação individual, que não está ligada a redes terroristas. Ele elogiou o trabalho da polícia.
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Fonte: Globo/ Orlando Sentinel

Descoberto maior túnel de narcotráfico entre EUA e México

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As autoridades federais americanas anunciaram nesta quarta-feira (20) a descoberta do túnel de narcotráfico mais longo já visto entre as fronteiras de Estados Unidos e México.
O túnel subterrâneo, com cerca de 800 metros, ligava a localidade californiana de Otay Mesa, na região de San Diego, à cidade mexicana de Tijuana, disse a promotora distrital Laura Duffy.
 
O túnel era equipado com luzes, sistema de ventilação e até um elevador para facilitar o transporte das drogas.
A instalação foi descoberta após oito meses de uma investigação iniciada quando um agente da patrulha de fronteira dos EUA detectou algo estranho no terreno.
 
No lado americano, a entrada do túnel estava camuflada por uma grande lixeira situada em um terreno particular. Uma casa abandonada escondia o acesso pelo México.
No interior do túnel foram encontrados 68 pacotes de maconha, pesando 725 quilos no total, mas a operação permitiu ainda a apreensão de outros 5.600 quilos de maconha, quase mil quilos de cocaína, e a prisão de seis suspeitos, segundo Duffy.
 
Fonte: Da France Presse/ G1

St. Patrick’s Day – Dia de São Patrício

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Dia 17 de março é um dia muito importante na Irlanda – celebra-se o seu santo padroeiro. Os irlandeses e seus descendentes nos Estados Unidos e em todo o mundo comemoram o St. Patrick’s Day – Dia de São Patrício, conhecido por ter levado a religião católica para a Irlanda. Há mais de mil anos os irlandeses consideram o dia 17 de março, suposta data da morte de St. Patrick, um dia de festa religiosa, que cai no período cristão da Quaresma (Lent), quando as famílias irlandesas costumam ir à igreja pela manhã e comemorar durante a tarde.
O Saint Patrick’s Day, coloquialmente St. Paddy’s Day, ou simplesmente Paddy’s Day é feriado nacional na Irlanda e também na ilha de Montserrat. No Canadá, Reino Unido, Austrália, Estados Unidos, Argentina e Nova Zelândia, a data é amplamente celebrada, mas não se trata de um feriado oficial.
 
St. Patrick’s Day é comemorado pelo irlandês em cidades grandes e pequenas, como se fosse o nosso carnaval – podendo ser comparado aos “desfiles de carnaval de rua”. Algumas comunidades chegam a tingir rios ou córregos de verde! As pessoas vestem-se de verde, pintam trevos no rosto e assistem às St. Patrick’s Day parades (desfiles).
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Atualmente, St. Patrick’s Day é comemorado por gente de todas as origens nos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Embora a América do Norte abrigue as maiores produções, O Dia de São Patrício é também celebrado em outros locais distantes da Irlanda, incluindo o Japão, Singapura, Rússia, Argentina e algumas cidades do Brasil.
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Quem foi São Patrício?
St. Patrick nasceu na Grã-Bretanha, filho de pais endinheirados, mais ou menos no final do século IV. Acredita-se que tenha morrido no dia 17 de março de 461 – daí então, a data da celebração. Até os 16 anos, ele se considerava um pagão. Nessa idade, foi sequestrado e vendido como escravo por saqueadores irlandeses. Foi durante sua captura que ele começou a se voltar para Deus.
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Ele conseguiu escapar após ter sido escravizado durante 6 anos e, então, foi estudar em um mosteiro em Gauls (na região da atual França), por 12 anos. Foi quando ele soube que sua “vocação” era tentar converter todos os pagãos na Irlanda para o Cristianismo.
 
Sendo assim, St. Patrick foi de mosteiro em mosteiro, obtendo sucesso em converter as pessoas para o Catolicismo. Os Druidas Celtas (Celtic Druids) ficaram muito insatisfeitos com ele e tentaram prendê-lo por diversas vezes, mas ele sempre conseguiu escapar.
 
Depois de 30 anos como missionário na Irlanda, estabeleceu-se num lugar chamado County Down até a sua morte. A valorização atribuída à imagem deste homem não está nos detalhes históricos, mas na inspiração de um homem que conseguiu retornar ao país de origem depois de ser escravo quando criança, com o intuito de transmitir a mensagem de Cristo.
 
 

Nova York

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Nova Iorque (em inglês: New York) é um dos 50 estados dos Estados Unidos, localizado na região centro-atlântica do país. É o maior centro financeiro e comercial do país, e o quarto maior centro industrial dos Estados Unidos, perdendo apenas para a Califórnia, o Texas e Ohio, e está localizado no nordeste do país.
 
O estado não deve ser confundido com a cidade de mesmo nome, a cidade de Nova York, localizada ao sul do estado. Por isto, o estado às vezes é chamado de Estado de Nova York (New York State). Além de ser a maior cidade do estado, Nova York, com seus 8,5 milhões de habitantes (aproximadamente a metade da população do estado), é também a cidade mais populosa dos Estados Unidos. Nova York tornou-se o estado mais populoso do país por volta de 1810, sendo ultrapassado pela Califórnia na década de 1960, e pelo Texas na década de 1990, e atualmente é o terceiro estado mais populoso dos Estados Unidos, com 19,4 milhões de habitantes.
 
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O apelido de Nova Iorque é Empire State. Historiadores acreditam que este apelido vêm de um comentário feito por George Washington – ele uma vez comentou que Nova York era o “centro do império” (norte-americano). O lema do estado é Excelsior. A palavra excelsior que vêm do latim, e significa “sempre acima”, “sempre no topo” ou “mais alto ainda”.
 
Nova York foi originalmente colonizado por holandeses, que chamaram a região de Novos Países Baixos. Eles também fundaram um assentamento na ilha de Manhattan, chamado de Nova Amesterdã. Quando a Inglaterra capturou o estado dos neerlandeses, eles renomearam tanto o estado quanto a cidade, localizada em Manhattan, de New York. Nova York foi uma das treze colônias britânicas que rebelaram-se na Guerra da Independência dos Estados Unidos, e um terço de todas as batalhas aconteceram no estado. Após a guerra, tornou-se o décimo primeiro estado a entrar na União, em 26 de julho de 1788.
 
O estado de Nova York limita-se com o lago Erie a oeste; com o lago Ontário bem como o rio Niágara e as províncias canadenses de Ontário e Quebeque ao norte; os estados norte-americanos de Vermont, Massachussets e Connecticut a leste; o oceano Atlântico a sudeste; e a Nova Jérsei e a Pensilvânia ao sul. Está localizado no estado de Nova York o único enclave extraterritorial internacional dentro dos Estados Unidos, a sede da ONU.
 
A região sul do estado de Nova York- constituída pela cidade de Nova York e seus subúrbios – pode ser considerada o núcleo central de uma megalópole, uma supercidade que se estende desde Boston até Washington, DC. O estado de Nova Iorque é muito associado com a cidade de mesmo nome. Porém, a megalópole não é o único aspecto do estado. O resto do estado é dominado por fazendas, florestas, rios, montanhas e lagos. Uma das atrações turísticas mais conhecidas de Nova York – bem como dos Estados Unidos – é a Cataratas do Niágara, localizadas no noroeste do estado, junto à fronteira canadense.
 
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A leste da cidade de Nova York estende-se uma ilha, propriamente chamada de Long Island (Ilha Longa), que se estende por aproximadamente 190 quilômetros, ocupados pelos condados de Nassau e Suffolk. Árvores foram de grande importância ao longo da história do estado e da cidade de Nova York, contribuindo muito para sua economia. Atualmente, altas árvores podem ser vistas até mesmo na região metropolitana de Nova York. Uma delas, a queens giant, é a árvore mais alta e velha na região.
 
Com um pouco mais de 141 mil quilômetros quadrados, é o 27º maior estado americano em área do país. O litoral do estado possui cerca de 204 quilômetros de extensão. Contando-se todas as regiões banhadas pelo mar – baías, estuários e ilhas oceânicas – este número salta para 2 977 quilômetros. Nova York possui cerca de dois mil lagos e lagoas, e florestas cobrem aproximadamente metade do estado.
 
Principais cidades
O estado de Nova York é altamente urbanizado. Cerca de 84% da população vive nas cidades, e aproximadamente 92% vive em uma das treze áreas metropolitanas de Nova York. Destas 13 áreas metropolitanas, três delas possuem mais de um milhão de habitantes: Nova York, Buffalo e Rochester. 
 
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Principais cidades
Nova York, Buffalo, Rochester, Yonkers, Syracuse, Albany (capital), Niagara Falls, White Plains, New Rochelle, Mount, Vernon, Schenectady, Utica, Binghamton, Ithaca e Troy.
 
Nova York é um Estado ao mesmo tempo conhecido e cheio de surpresas. Da emoção da pesca submarina no Oceano Atlântico longe da costa de Long Island à tranquilidade das caminhadas e dos barcos a remo nas Montanhas Adirondack, há tesouros esperando para serem descobertos.
 
Só aqui você pode planar sobre o “Grand Canyon do Leste”, o Letchworth State Park, em um balão de ar quente, participar de demonstrações ao vivo de insuflação de vidro no Corning Museum of Glass e de degustações de vinícolas premiadas nos Finger Lakes. Embarque no Maid of the Mist, nas Cataratas do Niágara, e navegue bem perto de uma das maravilhas naturais do mundo. Explore um museu nas montanhas Catskills, onde houve o festival de música de Woodstock na década de 1960.
 
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Atravesse o mais longo sistema de canais do país, faça turismo em uma cervejaria artesanal e descubra as cavernas subterrâneas da região central de Nova York. Reviva a história da América colonial e da Guerra da Independência nos arredores da capital Albany e assista a uma eletrizante corrida dos melhores puros-sangues do mundo no evento esportivo mais antigo dos EUA, o Saratoga Race Course. Visite dois castelos insulares nas Thousand Islands (as mil ilhas) ou assista a representações artísticas em uma vila vitoriana próxima ao lago em Chautauqua-Allegheny.
 
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Albany
 
Na cidade de Nova York, assista a um show na Broadway, suba ao terraço de um arranha-céu para apreciar a famosa vista do horizonte ou visite o Memorial Nacional de 11 de Setembro, um tributo inspirador à capacidade de recuperação norte-americana. Em uma viagem de carro obrigatória, dirija pelo deslumbrante Vale do Hudson, parando para ter uma amostra da cozinha deliciosa no renomado Culinary Institute of America. Faça um tour pela Academia de West Point, a mais antiga academia militar dos EUA, e visite casas históricas como a mansão Vanderbilt e a residência do presidente Franklin Delano Roosevelt.
 
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o belíssimo Adirondack Park é maior do que Yellowstone e Yosemite juntos, com quilômetros de canais navegáveis para remar e 46 altos picos a alcançar. O Letchworth State Park é chamado de Grand Canyon do Leste devido à vista que está à altura do nome. E a beleza das praias de areia branca de Long Island só é superada pelo pôr de sol no farol de Montauk Point.
 
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Para os amantes de esporte
além de conhecer uma das equipes famosas de Nova York que atuam na Major League e na Minor League, de Brooklin a Buffalo, os fãs podem celebrar os esportes nos Halls da Fama, como o de beisebol em Cooperstown e o de boxe na região central do Estado. O Hall da Fama das corridas de cavalos fica junto ao grandioso Saratoga Race Course, o evento esportivo mais antigo do país. Celebre o “Miracle on Ice” no museu e centro olímpico de Lake Placid.
 
Museus imperdíveis
o mundo inteiro conhece os incríveis museus de arte da cidade de Nova York. O Corning Museum of Glass oferece demonstrações ao vivo de insuflação de vidro. O museu em Bethel Woods explora os anos 1960 no local em que aconteceu o festival de música de Woodstock. A casa Eastman conta a história da fotografia e dos filmes. O bucólico campus do museu de Adirondack apresenta a vida na região em meio a vistas arrebatadoras.
 
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O paraíso das compras
As lojas da Quinta Avenida e da Madison Avenue, em Nova York, são conhecidas em todo o mundo. Marcas igualmente famosas estão disponíveis com descontos em centros comerciais como Woodbury Commons, no Vale do Hudson. Compras luxuosas estão à espera em Long Island, em lugares como os Hamptons e o Miracle Mile em Manhasset. O Destiny USA, em Siracusa, é um dos maiores shopping centers dos EUA, com opções de compras, alimentação e entretenimento.
 
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A cidade de Nova York é cosmopolita, atraindo pessoas de todo o mundo. Tudo o que acontece nesse lugar é icônico: da silhueta da cidade ao longe até as lojas e as incríveis luzes da Times Square. Se você nunca esteve aqui, pode se sentir perdido com tantas atividades “obrigatórias” dessa grande cidade. Não importa qual seu itinerário: são três lugares que simplesmente não dá para perder em Nova York: Macy’s Herald Square, Empire State Building e Times Square.
 
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Seja qual for a sua escolha, Nova York fascina – há algo para todos os gostos.
 
 
 
 

Tiroteio nos EUA deixa 7 mortos, sendo 1 criança

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Um homem abriu fogo, matou sete pessoas e feriu outras nove no estado de Michigan, nos Estados Unidos, na noite deste sábado (20), informou a polícia. O tiroteio ocorreu no condado de Kalamazoo.
A polícia estadual deteve um suspeito dos disparos. O tenente David Hines anunciou a detenção de um homem à emissora “Woodtv”, associada à “CNN”. O detido aparenta ter 45 anos e é morador da própria cidade de Kalamazzo, que fica a leste de Chicago.
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Hines disse que o detido e o carro no qual estava batem com a descrição dada por testemunhas.
O funcionário do escritório do xerife Paul Matyas afirmou que foi encontrada uma arma no carro do suspeito e que os disparos ocorreram de forma aleatória, contra as pessoas que ele encontrou no caminho em três lugares diferentes do condado.
 
Os mortos inicialmente eram seis, mas a polícia confirmou a morte de uma sétima vítima, uma jovem que estava ferida em estado grave.
Três dos feridos, entre eles uma criança, permanecem em estado crítico, segundo a “CNN”.
A polícia ainda não sabe sobre os motivos que levaram o homem a atirar, por volta das 18h30 do sábado.
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Os primeiros tiros aconteceram no estacionamento de um bloco de apartamentos onde uma mulher recebeu quatro disparos. A vítima, que ficou gravemente ferida, estava acompanhada de três crianças.
Pouco depois, duas pessoas foram mortas em uma concessionária de veículos, e, depois, o atirador matou outras quatro pessoas que viajavam em dois carros nas proximidades do restaurante Cracker Barrel, a poucos quilômetros do local anterior.
 
Fonte: CNN/ G1

A experiência de brasileiras que foram ser domésticas nos EUA:”Americano não manda, pede”

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Atraídas por bons pagamentos, jornadas flexíveis e a possibilidade de progredir na carreira, imigrantes brasileiras nos Estados Unidos vêm dedicando décadas de suas vidas a um dos serviços menos valorizados no Brasil: o trabalho doméstico.
 
Em partes do Estado de Massachusetts, onde se estima que a comunidade brasileira some 300 mil pessoas, o setor é hoje dominado por brasileiras, que contam com um batalhão de trabalhadoras e fundaram empresas especializadas em limpeza.
Vinda na década de 1980 nas primeiras levas de imigrantes, a mineira Célia Fernandes, 56, trabalha como diarista na região de Boston há mais de 20 anos.
 
Limpando em média cinco casas por dia, ela recebe mensalmente cerca de US$ 5.600 (R$ 22.400). Com o dinheiro, comprou o carro que dirige até a casa dos clientes, paga as prestações de uma casa de três andares – dois deles alugados para outras famílias – e ainda cobre os gastos da filha, que cursa farmácia numa universidade local.
 
Costureira em Guanhães, sua cidade natal, Fernandes se uniu a outros imigrantes para entrar nos Estados Unidos pela fronteira com o México, a pé. Ela diz que o grupo esperou 28 dias pelo momento certo de atravessar a fronteira. “A gente usava roupas rajadas para se misturar com o deserto.”
 
Ao entrar nos Estados Unidos, logo se instalou em Massachusetts e começou a trabalhar como doméstica. Hoje Fernandes é cidadã americana, condição de uma minoria dos imigrantes brasileiros no país, e alcançou o topo da hierarquia no ramo. Ela se tornou “dona de schedule”, diarista que negocia diretamente com os empregadores e costuma contratar ajudantes para auxiliá-las na limpeza.
Muitas imigrantes que começam como ajudantes ambicionam chegar a “donas de schedule”, posição associada a maior estabilidade e independência.
 
“Eu faço meu horário, o dia que eu quero. Elas (as clientes) já sabem: se nevar, eu não vou”, diz Fernandes, que hoje limpa 45 casas, algumas há mais de 20 anos.
Ela conta que uma das principais diferenças entre o trabalho doméstico no Brasil e nos Estados Unidos é a forma de calcular o pagamento. Nos Estados Unidos, o valor costuma se basear no total de horas trabalhadas, modelo que tende a encurtar as jornadas, enquanto no Brasil patrões e empregados geralmente combinam uma quantia para um determinado número de tarefas.
 
São raros nos Estados Unidos os trabalhadores domésticos fixos, que atuam em uma só casa. Muitas domésticas se referem a seus empregadores como clientes, e não patrões.
Como geralmente não há vínculos formais entre trabalhadores e empregadores, imigrantes sem documentos conseguem desempenhar as funções com mais facilidade. Por outro lado, podem ficar mais vulneráveis a abusos que trabalhadores americanos e não usufruem das redes de proteção social.
 
 
Vantagens de ser brasileiro
Algumas imigrantes brasileiras foram além e abriram empresas de limpeza pra atender a clientela.
A paulista Lilian Radke chegou aos Estados Unidos aos 18 anos com uma bolsa para jogar vôlei – modalidade em que era profissional – e cursar administração de empresas na Universidade de Arkansas.
 
Hoje Radke preside a Unic Pro, companhia com 65 funcionários e responsável pela limpeza de 72 prédios em Massachusetts.
Para ela, ser brasileira conta pontos no ramo. “Às vezes um americano não consegue ter uma empresa de limpeza porque teria de falar português ou espanhol com os funcionários”, diz, referindo-se à mão de obra majoritariamente latino-americana na região.
Radke afirma que o setor atrai imigrantes por não exigir o domínio do inglês e pagar mais que muitas ocupações de escritório.
As vantagens, diz ela, fazem com que muitos imigrantes brasileiros – inclusive vários com diplomas universitários – optem por permanecer no ramo indefinidamente.
 
 
‘Herança da escravidão’
A professora universitária e diretora executiva do Centro do Trabalhador Brasileiro em Boston, Natalícia Tracy, diz que o trabalho doméstico tem feições distintas no Brasil e nos Estados Unidos.
“Quando você trabalha como trabalhador doméstico aqui, eles (patrões) não mandam em você: eles pedem e agradecem”, diz Tracy.
Já no Brasil, segundo ela, a profissão é “muito desvalorizada”. “Acho um absurdo que (no Brasil) você tenha de usar uniforme para mostrar ao mundo que você é menos”, afirma.
 
Tracy também critica o fato de muitos trabalhadores domésticos no Brasil acessarem as casas de patrões por entradas e elevadores separados. “Vejo isso como o que restou da escravidão, (como práticas) de desvalorizar as pessoas”, diz.
Tracy conta, porém, que nem todas as imigrantes brasileiras têm boas experiências como trabalhadoras domésticas nos Estados Unidos.
Ela mesma diz ter sido submetida a condições análogas à escravidão ao trabalhar como babá para a família brasileira que a levou ao país, nos anos 1990.
Tracy diz que, além de cuidar de um bebê de dois anos, executava todas as tarefas da casa e dormia numa varanda com “cimento grosso no chão”.
 
 
Longas jornadas
Pode haver problemas quando patrões brasileiros viajam aos Estados Unidos com suas domésticas e mantêm o esquema de trabalho vigente no Brasil.
A brasiliense Edilene Almeida, que se mudou para Boston para servir uma família brasileira em 2009, afirma que sua jornada às vezes se estendia das 6h às 21h.
“Eu ficava esperando um tempão, sentada, até ele (patrão) pedir comida. Se pedisse às nove horas, eu dava comida; se pedisse às 8, eu achava bom, que terminava mais cedo. “
Quando os patrões deixaram o país, ela não quis continuar a servi-los e ficou para tratar um tumor benigno na cabeça. Hoje Almeida estuda inglês e trabalha como babá enquanto aguarda pela regularização de seu status migratório.
Embora seus sete filhos estejam no Brasil e ela tenha netos que jamais conheceu, diz que pretende voltar ao país “só para passear”.
 
Fonte:João Fellet
Enviado da BBC Brasil a Boston (EUA)/ G1

Presidents’ Day

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Inicialmente criado em 1885 e chamado de Washington’s Birthday, em homenagem ao nascimento do primeiro presidente americano George Washington, o feriado era no dia 22 de fevereiro, que era a data certa do aniversário do presidente. George Washington é considerado um dos “pais” dos EUA (Founding Fathers), tendo liderado o exército americano na guerra de independência contra a Inglaterra e depois tornando-se o primeiro presidente dos Estados Unidos. Washington foi o presidente da convenção que escreveu a Constituição Americana.
 
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Presidents’ Day acontece toda terceira segunda-feira do mês de fevereiro. Mas esse é um daqueles feriados que nem todo mundo tem direito a tirar folga: o que fecha mesmo são os bancos e repartições públicas, a grande maioria das empresas funcionam normalmente. Os shoppings aproveitam para fazer promoções (todo feriado é assim) e tem um monte de liquidações de Presidents’ Day.
 
Depois que o governo federal passou a lei que mudava diversos feriados para segundas-feiras nos anos 60 (Monday Holiday Act), este feriado passou a não ter dia fixo. E foi a partir daí que começaram a homenagear não só George Washington, mas todos os presidentes americanos.
 
Primeiro as homenagens passaram a ser a dois grandes presidentes da história dos EUA: George Washington e Abraham Lincoln (que fazia aniversário em 12 de fevereiro), já que a terceira segunda-feira de fevereiro cai sempre entre os dois aniversários. No final dos anos 80 o feriado já era mais conhecido como Presidents’ Day ao invés de Washington’s Birthday (curiosidade: o nome oficial federal continua sendo esse, nunca mudou – mas os estados tem direito de chamar do que quiserem, então alguns estados chamam de Presidents’ Day).
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As celebrações não são do mesmo porte que o dia da independência por exemplo, mas seguem a mesma linha patriótica. As crianças nas escolas aprendem mais sobre os presidentes Washington e Lincoln e seu legado para o país.
 
Fonte: wikipedia/ luciana misura

Valentine´s Day

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O Dia dos Namorados, em alguns países chamado Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais e namorados, em alguns lugares é o dia de demonstrar afeição entre amigos. Sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolo de coração, tais como as tradicionais caixas de bombons.
 
A história do Dia de São Valentim remete a um dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor e romantismo chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de romantismo foi formulado.
 
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Continuou celebrando casamentos, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte.
 
Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
 
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte – 14 de fevereiro – também marca a véspera de lupercais, festa anual celebrada na Roma antiga em honra a deusa Juno e ao deus Pan. Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade.
 
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar são Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Saint Valentine’s Day.
 
Os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a). Na sua forma moderna, a tradição surgiu em 1840, nos Estados Unidos, depois que Esther Howland vendeu US$ 5000 em cartões do Dia dos Namorados, uma quantia elevada na época. Desde aí, a tradição de enviar cartões continuou crescendo, e no século XX se espalhou por todo o mundo.