O que podem fazer os agentes de imigração dos EUA? Revistar o celular, exigir senhas, entrar nas redes sociais?

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“Desbloqueie seu telefone.” Esse pedido pode ser feito por um agente de imigração quando um estrangeiro desembarca nos Estados Unidos.
 
Não se trata de uma regra criada por Donald Trump. Foi Barack Obama que a implementou em 2009. Os agentes do serviço americano de Alfândega e Proteção das Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) podem, inclusive, reter aparelhos e fazer cópias dos dados.
 
O jornalista Ali Hamedani, da BBC, viveu isso na pele há alguns dias ao desembarcar no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago, no norte dos Estados Unidos. Ele nasceu no Irã e tem passaporte britânico.
 
No fim de janeiro, Trump assinou uma ordem executiva impondo restrições à entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana – entre eles, o Irã – e proibindo a recepção de refugiados nos EUA (medida atualmente suspensa).
 
‘Mantenha desbloqueado’
Após passar pelo controle de visto e passaporte, Hamedani foi levado à uma sala de espera. “O momento mais difícil foi quando o agente (do CBP) pediu a senha do meu telefone”, relatou Hamedani.
 
Embora ele tenha advertido que havia ali informações confidenciais de seu trabalho como repórter, os agentes insistiram. Hamedani cumpriu a ordem. Os agentes pegaram o aparelho e “tentaram mantê-lo desbloqueado o máximo possível para poder vasculhá-lo”, conta.
 
“Um deles acessou minha conta no Twitter. Ele tentava descobrir meu ponto de vista político, se eu apoiava alguém, se tinha alguma ideia extremista ou não”, diz.
 
Foi perguntado se Hamedani teve treinamento militar em alguma base no Irã, quando foi a última vez que esteve no país e por que tinha um passaporte britânico em vez de um iraniano.
“Não foi nada agradável”, conta ele, que compara a experiência à ocasião em que foi preso no Irã por causa de seu trabalho como jornalista.
 
O que podem pedir?
O novo diretor do Departamento de Segurança Interna, John Kelly, informou estar considerando mudar a política aplicada a estrangeiros.
 
“Queremos ter acesso às suas redes sociais, senhas. O que fazem com elas? O que dizem?”, disse Kelly em uma audiência na Comissão de Segurança Interna da Câmara de Representantes. “Se não quiser cooperar, não entra.”
 
Mas, enquanto isso não for implementado, nenhum agente pode pedir senhas de aparelhos ou perfis em redes sociais. “Não estamos pedindo. Só podemos pedir para inspecionar o dispositivo, algo aplicado a qualquer viajante”, disse à BBC um porta-voz do CBP.
 
No caso das redes sociais, há um formulário de preenchimento voluntário aplicado desde dezembro a cidadãos de 38 países dos quais os Estados Unidos não exigem visto.
 
O questionário pede para indicar sua conta em uma série de redes sociais. “Nenhuma destas políticas está relacionada com a recente ordem executiva (de Trump) suspensa pelos tribunais”, disse o porta-voz do CBP.
 
Reter um dispositivo
De acordo com as normas do CBP, os agentes podem pedir o desbloqueio de telefones, tablets, computadores, câmeras ou “qualquer outro tipo de aparelho eletrônico”.
“Manter os americanos seguros e fazer que sejam cumpridas as leis do país em um mundo cada vez mais digital depende da nossa capacidade de examinar legalmente esses materiais”, disse o porta-voz.
 
Para uma “busca detalhada”, os agentes têm direito de fazer cópias das informações e reter os aparelhos pelo tempo que for necessário (não há um limite).
 
A regra diz que os viajantes têm direito a que os dispositivos sejam inspecionados em um local reservado e armazenados sob alta segurança e que as informações sejam destruídas quando não for detectada uma atividade ilegal.
 
De acordo com uma reportagem do jornal The New York Times, os dados disponíveis mostram que, em 2015, foram inspecionados 4.444 celulares e 320 aparelhos eletrônicos. Se considerarmos que cada pessoa carrega ao menos um aparelho, isso representaria 0,0012% dos 383 milhões que entraram nos Estados Unidos naquele ano.
 
O direito de não fazê-lo
De acordo com a lei dos EUA, os agentes da imigração “têm o poder de revistar, sem mandado, pessoas e objetos pessoais de qualquer um que pretenda entrar nos Estados Unidos”.
 
Para a a Electronic Frontier Foundation (EFF), ONG internacional dedicada a direitos digitais, “essa lei está ultrapassada” devido à falta de restrições impostas aos agentes de imigração e ao que eles podem obter a partir de um aparelho móvel com acesso à internet.
 
Um caso semelhante ao do jornalista Ali Hamedani ocorreu com o cientista Sidd Bikkannavar, que é americano e foi detido por agentes em um aeroporto de Houston no fim de janeiro.
 
Foi pedido que ele desbloqueasse o celular. A princípio, Bikkannavar se recusou, porque o aparelho pertencia à agência espacial americana, a NASA, e continha informações importantes. Ele acabou concordando depois de o agente insistir que tinha autoridade para fazer o pedido.
 
“Os funcionários do CBP pegaram meu telefone e não me devolveram até que dei minha senha para que fizessem uma cópia dos dados”, disse o cientista ao portal The Verge.
 
Tanto Hamedani, estrangeiro, quanto Bikkannavar, americano, concordaram com o pedido para dar acesso a seus telefones, mas também tinham o direito de se recusar ou pedir um advogado.
 
O CBP explica que a concordância é voluntária, mas, se houver uma “suspeita” de que a pessoa está escondendo informações, é possível reter o aparelho.
 
O que é melhor fazer nestes casos? A advogada Sophia Cope, da EFF, diz ser uma decisão individual: “As pessoas têm de avaliar qual é o risco que estão dispostas a correr e o que desejam conseguir com isso”.
 
OBS: Agentes do CBP podem reter uma pessoa até finalizar a revista, o que pode levar várias horas
 
Fonte: BBC/ Globo

Little Havana de Miami é declarada “tesouro nacional” americano

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Little Havana, o bairro que é a alma e o coração da diáspora cubana em Miami, foi declarada nesta sexta-feira (27) “tesouro nacional” dos Estados Unidos.
 
O Fundo para a Preservação Histórica (NTHP, em inglês) deu esta distinção ao bairro por este ser um “testamento do espírito imigrante que construiu os Estados Unidos”, afirmou em um comunicado esta organização privada, que trabalha para proteger os lugares históricos do país.
 
Little Havana abriga o Versailles, um café histórico que pulsa ao ritmo da música cubana e às vezes oferece gratuitamente doces típicos da ilha aos exilados que fazem do local um ponto de encontro para protestar ou comemorar eventos da sua terra.
A alguns quarteirões dali, no Domino Park, dezenas de aposentados jogam dominó todas as tardes em meio a discussões políticas acaloradas. Do outro lado da rua, o clube de salsa cubana mais popular da cidade é uma parada turística obrigatória.
 
Há, ainda, um museu que reúne armas, fotos e documentos dos veteranos da Baía dos Porcos, que tentaram sem sucesso invadir a ilha em 1961. Nas portas dos bares, clientes fumam charutos e é difícil encontrar alguém que não fale espanhol.
 
No entanto, os moradores hoje temem ser forçados a sair do bairro pelo desenvolvimento imobiliário e aumento dos preços. O título de “tesouro nacional” pretende afastar esta ameaça.
 
Preservação
“Little Havana é um símbolo da experiência imigrante nos Estados Unidos”, disse a presidente do NTHP, Stephanie Meeks.
Fonte: France Presse
 
 Leia mais sobre Little Havana: https://miamieflorida.com.br/as-cores-de-little-havana-conheca-o-principal-bairro-cubano-na-florida

A era Trump começou, Trump toma posse como 45º presidente dos EUA.

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Donald John Trump, 70, tomou posse nesta sexta-feira (20) como o 45º presidente dos Estados Unidos, sucedendo Barack Obama com discurso crítico à classe política e no mesmo tom que marcou sua campanha eleitoral.
Para o juramento, ele usou duas Bíblias — a que ganhou de sua mãe quando terminou a escola primária, em 1955 e a que Abraham Lincoln usou na sua posse, há 150 anos, e que também foi usada por seu antecessor, Barack Obama, em 2009 e 2013.
Com as mãos pousadas sobre elas, proferiu o juramento de posse, seguindo as palavras do presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, John G. Roberts Jr:
“Eu, Donald John Trump, juro solenemente cumprir fielmente as funções de Presidente dos Estados Unidos e, com todos os meios ao meu alcance, salvaguardar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos”, disse, acrescentando ao final a frase “Assim Deus me ajude”.
Essa última frase não consta da Constituição, mas todos os presidentes eleitos a disseram, seguindo os passos de George Washington. Em seguida, Trump fez seu pronunciamento à nação.
Discurso
“Presidente da Suprema Corte, Presidente Carter, Presidente Clinton, Presidente Bush, Presidente Obama, colegas americanos e pessoas de todo o mundo, obrigado.
Nós, os cidadãos da América, estamos agora unidos em um grande esforço nacional para reconstruir o nosso país e restaurar a sua promessa para todos os nossos povos. Juntos, determinaremos o curso da América e do mundo por muitos, muitos anos vindouros.
Vamos enfrentar desafios. Vamos enfrentar dificuldades. Mas vamos fazer o trabalho. A cada quatro anos, nos reunimos nesses passos para realizar a transferência ordenada e pacífica do poder.
E estamos gratos ao presidente Obama e à primeira-dama Michelle Obama por sua graciosa ajuda durante toda esta transição. Eles foram magníficos. Obrigado.
A cerimônia de hoje, no entanto, tem um significado muito especial. Porque hoje, não estamos apenas transferindo o poder de uma administração para outra ou de uma parte para outra. Mas estamos transferindo o poder de Washington, D.C., e dando de volta para vocês, o povo.
Por muito tempo, um pequeno grupo na capital de nossa nação tem colhido as recompensas do governo enquanto o povo suportou os custos. Washington floresceu, mas o povo não compartilhou de sua riqueza. Os políticos prosperaram, mas os trabalhos saíram daqui. E as fábricas fecharam.
As vitórias não foram suas vitórias. Os triunfos não foram seus triunfos. E enquanto comemoravam na capital de nossa nação, havia pouco para comemorar para as famílias em dificuldades em toda a nossa terra. Que todas as mudanças comecem aqui e agora. Porque este momento é o seu momento. Isso pertence a vocês.
Isso aqui, Estados Unidos da América, é seu país. O que importa não é que parte controla nosso governo, mas que nosso governo seja controlado pelo povo. Esse dia será lembrado como o dia em que as pessoas voltaram a controlar esse país. Os esquecidos não serão mais esquecidos.
No centro deste movimento está uma convicção crucial – de que existe uma nação para servir os seus cidadãos. Os americanos querem grandes escolas para seus filhos, bairros seguros para suas famílias e bons empregos.
Essas são exigências justas e razoáveis de pessoas justas e um público justo. Mas para muitos de nossos cidadãos, existe uma realidade diferente. Mães e crianças presas na pobreza em nossas cidades, fábricas espalhadas como lápides pela paisagem de nossa nação, um sistema educativo cheio de dinheiro, mas que deixa nossos jovens e belos alunos privados de todo conhecimento.
E o crime, e as gangues, e as drogas que roubaram muitas vidas e roubaram nosso país de tanto potencial não realizado. Esta carnificina americana para aqui e para agora.
Somos uma nação, e sua dor é a nossa dor. Seus sonhos são nossos sonhos, e seu sucesso será nosso sucesso. Nós compartilhamos um coração, um lar e um destino glorioso.
O juramento de posse que tomo hoje é um juramento de fidelidade a todos os americanos. Durante muitas décadas, enriquecemos a indústria estrangeira à custa da indústria americana, subsidiamos os exércitos de outros países, permitindo o triste esgotamento de nossas forças armadas.
Defendemos as fronteiras de outras nações ao mesmo tempo em que recusamos defender as nossas. E gastamos trilhões e trilhões de dólares no exterior, enquanto a infraestrutura da América caiu em ruínas e decadência.
Fizemos outros países ricos enquanto a riqueza, força e confiança de nosso país se dissiparam no horizonte. Uma a uma, as fábricas fecharam e deixaram nossas costas sem sequer pensar nos milhões e milhões de trabalhadores americanos que ficaram para trás. A riqueza de nossa classe média foi arrancada de suas casas e depois redistribuída em todo o mundo.
Mas isso é o passado e agora estamos olhando apenas para o futuro.
Nos reunimos aqui hoje estamos emitindo um novo decreto para ser ouvido em cada cidade, em cada capital estrangeiro e em cada corredor de poder. A partir deste dia, uma nova visão governará nossa terra. A partir deste dia, vai ser apenas a América em primeiro lugar, a América em primeiro lugar.
Toda decisão sobre o comércio, sobre os impostos, sobre a imigração, sobre assuntos externos será feita para beneficiar trabalhadores americanos e famílias americanas. Devemos proteger nossas fronteiras dos estragos de outros países que fabricam nossos produtos, roubando nossas empresas e destruindo nossos empregos.
Proteção levará a grande prosperidade e força. Vou lutar por vocês com cada respiração em meu corpo. E eu nunca, nunca vou deixar vocês para baixo.
A América vai começar a ganhar novamente, vencendo como nunca antes.
Vamos trazer de volta nossos trabalhos. Vamos trazer de volta nossas fronteiras. Nós traremos de volta nossa riqueza, e nós traremos de volta nossos sonhos. Vamos construir novas estradas e estradas e pontes e aeroportos e túneis e ferrovias em toda a nossa nação maravilhosa. Vamos tirar o nosso povo do bem-estar e voltar ao trabalho de reconstruir o nosso país com as mãos americanas e trabalho americano. Vamos seguir duas regras simples – comprar de americano e contratar de americano.
Buscaremos amizade e boa vontade com as nações do mundo.
Mas o fazemos com o entendimento de que é o direito de todas as nações colocar seus próprios interesses em primeiro lugar. Nós não procuramos impor nosso modo de vida a ninguém, mas sim deixá-lo brilhar como um exemplo. Nós brilharemos para que todos sigam.
Vamos reforçar alianças antigas e formar novas. E unir o mundo civilizado contra o terrorismo radical islâmico, que vamos erradicar completamente da face da terra.
No alicerce da nossa política será uma lealdade total aos Estados Unidos da América e através da nossa lealdade ao nosso país, vamos redescobrir a nossa lealdade uns aos outros. Quando você abre seu coração ao patriotismo, não há espaço para o preconceito.
A Bíblia nos diz quão bom e agradável é quando o povo de Deus vive em união. Devemos falar o que pensamos abertamente, debater o nosso desacordo honestamente, mas sempre buscar a solidariedade. Quando a América está unida, ela é totalmente incontrolável
Não deve haver medo. Estamos protegidos e estaremos sempre protegidos. Seremos protegidos pelos grandes homens e mulheres de nossas forças armadas e da aplicação da lei. E o mais importante, seremos protegidos por Deus.
Finalmente, devemos pensar grande e sonhar ainda maior. Na América, entendemos que uma nação só está viva enquanto estiver lutando. Não vamos mais aceitar políticos que só conversam e não agem, constantemente reclamando, mas nunca fazendo nada sobre isso.
O tempo para conversas vazias acabou. Agora chegou a hora da ação.
Não permita que ninguém lhe diga que não pode ser feito. Nenhum desafio pode corresponder ao coração, à luta e ao espírito da América. Não vamos falhar. Nosso país vai prosperar e prosperar novamente. Estamos no nascimento de um novo milênio, indústrias e tecnologias de amanhã. Pronto para desvendar os mistérios do espaço para libertar a terra das misérias da doença e para aproveitar as energias, um novo orgulho nacional vai agitar-nos e curar nossas divisões.
É hora de lembrar que nós somos pretos ou marrom ou branco, todos nós acreditamos que temos o mesmo sangue vermelho dos patriotas. Todos nós desfrutamos das mesmas liberdades gloriosas, e todos saudamos a mesma grande bandeira americana.
E se uma criança nasce na expansão urbana de Detroit ou nas planícies de Nebraska, varridas pelo vento, elas olham para o mesmo céu noturno, constroem um coração com os mesmos sonhos e são infundidos com o sopro de vida pelo mesmo Criador Todo Poderoso.
Assim, para todos os americanos em todas as cidades próximas e distantes, pequenas e grandes, de montanha para montanha, de oceano para oceano, ouçam essas palavras – vocês nunca serão ignorados novamente.
Sua voz, suas esperanças e seus sonhos definirão nosso destino americano. Sua coragem, bondade e amor sempre nos guiarão ao longo do caminho. Vamos fazer a América forte novamente. Vamos fazer a América rica novamente. Nós faremos América orgulhosa outra vez. Vamos fazer a América segura novamente. Sim, juntos, obrigado. Nós faremos a América grande outra vez. Deus abençoe vocês . E Deus abençoe a América. Obrigado.”
Trump foi eleito em 8 de novembro de 2016, quando conquistou a maioria do colégio eleitoral, embora sua adversária, a democrata Hillary Clinton, tenha tido mais votos populares. O resultado final contrariou pesquisas, surpreendeu analistas e a imprensa norte-americana, que até o começo da apuração dava como praticamente certa a vitória de Hillary.
“Estou aqui hoje para honrar nossas democracia e nossos valores duradouros. Nunca deixarei de acreditar no nosso país e seu futuro”, disse Hillary por meio do Twitter.
Polêmico
Com um discurso direto e muitas vezes agressivo, Trump foi um dos mais polêmicos candidatos à Casa Branca e se envolveu em discussões com diversos grupos e indivíduos ao longo de quase um ano de campanha. Ainda assim, derrotou outros 14 pré-candidatos de seu partido na disputa pela vaga para concorrer à presidência.
Votado por 47,01% dos eleitores, Donald Trump terá que encarar a divisão – e uma enorme desconfiança – da população desde o início de seu mandato. Segundo levantamento da CNN, ele assume o cargo com uma taxa de popularidade de apenas 40%, menos do que a metade da de seu antecessor, Barack Obama, que se tornou presidente com um índice de 84%. Além disso, ele também é menos popular do que George W. Bush e Bill Clinton, segundo a mesma pesquisa.
Seguindo o tom da época de campanha, Trump desdenhou desses números dias antes da posse, expressando-se através de seu perfil no Twitter: “As mesmas pessoas que fizeram as falsas pesquisas eleitorais, e estavam tão erradas, estão agora fazendo pesquisas de taxa de aprovação. Eles estão sendo parciais como antes”, reclamou.
Dia de posse
Ainda antes de tomar posse, Trump começou a sexta-feira participando de uma cerimônia religiosa em uma igreja em frente à Casa Branca. Depois foi com sua esposa, Melania, para se reunir com Barack e Michelle Obama na Casa Branca antes de todos partirem ao Capitólio para a cerimônia de posse do magnata.
Os dois casais se dirigiram ao tradicional chá com seus vice-presidentes e líderes do Congresso. Antes disso, um presente da nova primeira-dama gerou comoção. Após um abraço, Melania presenteou Michelle com uma grande caixa da joalheria Tiffany’s.
Sob os olhares de todos, Michelle pareceu perplexa, sem saber onde colocar o presente surpresa, enquanto os quatro posavam para uma fotografia. Nenhum dos fuzileiros que estavam de pé ao lado deles foi autorizado pelo protocolo a quebrar sua saudação para segurar a caixa, e o problema só foi resolvido quando Obama entrou na Casa Branca para deixar o misterioso presente.
Protestos
Enquanto tudo ocorria dentro do previsto na formalidade de posse, manifestantes vestidos de preto quebraram vidros de lojas e janelas de carros durante uma marcha de protesto contra a posse de Trump, em Washington. Uma filial da rede Starbucks, uma do McCafe e uma agência do Bank of America foram vandalizadas alvo dos manifestantes, segundo testemunhas.
Houve correria e a polícia utilizou spray de pimenta para dispersar o grupo.
Fonte: Exame/ Globo
Foto : Carlos Barria/Reuters

Donald Trump é eleito novo presidente dos EUA

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O empresário Donald Trump, do Partido Republicano, surpreendeu o mundo ao garantir os 270 votos necessários para se eleger o 45° presidente dos Estados Unidos. A informação é da agência de notícias Associated Press.
 
A vitória vem depois de meses de uma corrida eleitoral escandalosa e uma apuração disputadíssima contra a democrata Hillary Clinton. O sucessor de Barack Obama assumirá a liderança da maior potência do mundo no dia 20 de janeiro de 2017.
 
Reação de Hillary
 
Derrotada, Hillary Clinton, por meio de seu porta-voz John Podesta, disse que não falará por enquanto, atrasando a realização do tradicional discurso de concessão no qual o candidato vencido que reconhece os resultados do pleito.

Donald John Trump (Nova Iorque, 14 de junho de 1946) é um empresário, investidor e personalidade da mídia norte-americano, e será o novo presidente dos Estados Unidos nas eleições de 2016. É ainda presidente do conglomerado The Trump Organization e fundador da Trump Entertainment Resorts. Sua carreira, exposição de marcas, vida pessoal, riqueza e modo de se pronunciar contribuíram para torná-lo famoso.

Trump é natural de Nova Iorque e é filho de Fred Trump, que o inspirou a entrar no negócio imobiliário. Depois de dois anos na Universidade Fordham e enquanto estudava na Wharton School da Universidade da Pensilvânia, trabalhou na empresa de seu pai, a Elizabeth Trump & Son. Ao se formar, em 1968, entrou para a empresa, e em 1971 recebeu seu controle, mudando seu nome para “The Trump Organization”.

Desde então, construiu hotéis, campos de golfe e outras propriedades, muitos dos quais levam seu nome, em Manhattan e outros locais. É uma figura importante no cenário de negócios americano e recebeu exposição proeminente na mídia. O reality show da NBC, The Apprentice, reforçou sua fama, e seus três casamentos têm sido assunto em tabloides. Em 19 de julho de 2016, Trump foi confirmado como o candidato do Partido Republicano para a eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016.

Família

Donald John Trump nasceu em 14 de junho de 1946, em Nova Iorque. Um dos cinco filhos de Fred Trump e Mary Anne MacLeod. Sua mãe nasceu na Escócia, em 1912. Em 1930, aos 18 anos, de férias em Nova Iorque, ela conheceu Frederick “Fred” Trump. Casaram-se em 1936. Os avós paternos de Trump eram imigrantes alemães de Kallstadt, no Palatinado.

Trump tem quatro irmãos: dois irmãos, Fred Trump, Jr. (já falecido) e Robert Trump, e duas irmãs, Elizabeth Trump e Maryanne Trump. Sua irmã mais velha, Maryanne Trump Barry, é juíza do Tribunal Federal de Apelações.

Vida pessoal

Casou-se pela primeira vez em 1977, com a modelo checa Ivana Zelníčková, com quem teve três filhos: Donald Trump Jr. (nascido em 31 de dezembro de 1977), Ivanka Trump (nascida em 30 outubro de 1981) e Eric Trump (nascido em 6 de janeiro de 1984). Divorciaram-se em 1992. O divórcio entre Ivana e Donald Trump foi muito exposto nos tablóides e custou US$ 25 milhões.

Casou-se pela segunda vez em 1993, com a modelo Marla Maples, com quem teve uma filha: Tiffany Trump (nascida em 13 de outubro de 1993). Divorciaram-se em 8 de junho 1999.

Seu terceiro casamento foi em 22 de janeiro de 2005, com a modelo eslovena Melania Knauss, numa grande cerimônia na Flórida. O casamento custou cerca de 12 milhões de reais – só o vestido da noiva, desenhado por Christian Dior, custou R$ 343.000. É considerado um dos dez casamentos mais caros de todos os tempos. Com Melania teve um filho, Barron Trump, nascido em 20 de março de 2006.

É dono do bordão You’re fired (Você está demitido), utilizado para dizer quem seria o eliminado da vez no seu reality show chamado The Apprentice.

Dono de prédios famosos em Nova Iorque como a Trump Tower e o Trump Place, o bilionário também escreveu livros com a intenção de ensinar às pessoas comuns a arte de fazer dinheiro. São eles “A arte da negociação”, “Como ficar rico” e “Como chegar lá”. Ele é também dono das concessões dos concursos de beleza Miss EUA e Miss Teen EUA e foi dono do concurso Miss Universo.

Carreira política

Em junho de 2015 Trump anunciou sua candidatura para presidência dos Estados Unidos nas eleições de 2016 pelo Partido Republicano. Desde que anunciou sua candidatura, Trump tem liderado as pesquisas de opinião entre os pré-candidatos republicanos.Com seus discursos de cunho populista e anti-imigração, Trump tem conquistado apoio entre a ala ultra-conservadora do seu partido, mas seus comentários (especialmente sobre imigração) têm atraído a condenação de outros políticos e da mídia.

Em julho de 2016 ele foi confirmado pelo partido como o candidato na eleição.

Polêmica com os mexicanos

Ao lançar sua candidatura, Donald Trump acusou o México de enviar “drogas” e “estupradores” através da fronteira dos EUA. Ele também disse que construiria um muro entre os dois países. As declarações fizeram com que ele perdesse sua sociedade com a NBC no Miss Universo e mais tarde se visse obrigado a vender o concurso devido ao afastamento de alguns países, como México e Costa Rica.

Também houve muitas críticas de celebridades, como Mario Vargas Llosa e George Clooney, que o chamaram de xenófobo. O Governo do México oficialmente respondeu aos comentários de Trump dizendo que eram preconceituosos.

Suspeitos são presos 42 anos após assassinato de duas jovens, nos EUA

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Dois americanos foram presos, nesta terça-feira, suspeitos de participação no assassinato de duas jovens, que aconteceu há 42 anos, na cidade de Wheatland, na Califórnia, nos Estados Unidos.
 
De acordo com as autoridades locais, novas amostras de DNA, que estavam sendo analisadas há dois anos, ligaram Larry Don Patterson e William Lloyd Harbour, ambos de 65 anos, às mortes das amigas Valerie Janice Lane e Doris Karen Derryberry, que tinham 12 e 13 anos, respectivamente, quando foram encontradas mortas. As informações são do jornal “The New York Daily News”.
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As amigas foram vistas com vida pela última vez em novembro de 1973, quando passeavam por um shopping. Poucas horas depois, elas foram encontras mortas em uma rodovia de Wheatland. Ambas foram baleadas à queima roupa. Os suspeitos tinham 22 anos quando o crime aconteceu.
 
Segundo investigadores, o caso foi “engavetado” por décadas, depois de três anos de investigações sem sucesso, durante as quais mais de 60 pessoas, incluindo teste
 
O caso foi reaberto em março de 2014, quando investigadores apostaram em novas técnicas forenses, que não existiam em 1973, para tentar descobrir os envolvidos no crime. Finalmente, especialistas encontraram amostras de DNA de Patterson e Harbour em itens que foram coletados no local do crime. Com as novas provas, foram expedidos mandados de prisão contra eles.
 
Os dois foram detidos em suas casa, na Califórnia.
Agora, eles enfrentam acusações de homicídio. Ainda não há data para o julgamento deles.
 
Fonte:The New York Daily News/ Extra/ Globo
 
 
 

Newark, New Jersey

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É a cidade mais populosa do estado de New Jersey, nos Estados Unidos. Localiza-se no Condado de Essex.. Foi fundada em 1666 e elevada a cidade em 1836.
 
Newark é um moderno centro comercial, industrial e financeiro. Abriga o segundo principal aeroporto da região metropolitana de Nova Iorque, o Aeroporto Internacional de Newark, que movimenta quase 30 milhões de passageiros anualmente.
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Um dado interessante é que na cidade de Newark existe um bairro (em inglês, district ou ward) operário chamado Ironbound, no qual existe grande concentração de portugueses, equatorianos e brasileiros. É um bairro onde o idioma inglês é pouco ouvido, sendo superado pelos idiomas português e espanhol. No bairro citado, a principal rua é a Ferry Street, cujo segundo nome é Portugal Avenue.
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No bairro chamado Ironbound, conhecido por ser um bairro português. As raízes portuguesas na área são profundas, com os primeiros imigrantes tendo chegado na década de 1910. Todos os anos, as pessoas migram para o Festival anual português, conhecido como Dia de Portugal. Esse dia, normalmente realizado na primeira ou segunda semana de junho, há uma enorme celebração da cultura portuguesa que atrai cerca de meio milhão de pessoas, quase o dobro da população total de Newark.
 
O grande afluxo de portugueses veio na segunda metade da década de 1950. Hoje, a imigração de Portugal é praticamente inexistente, mas o idioma português se mantém estável em grande parte graças à imigração de brasileiros e de vários países lusófonos da África, especialmente Cabo Verde. Além do festival Portugal Day todo mês de junho, há um festival brasileiro em setembro. Brasileiros e portugueses se uniram aos imigrantes equatorianos e mexicanos e a uma comunidade crescente de não-imigrante que trabalha em Nova York ou Downtown Newark. Os brasileiros trouxeram churrascarias, restaurantes, escolas de capoeira e de samba para o bairro. A primeira academia de capoeira em Newark, New Jersey, Capoeira Arts Center, foi fundada pelo Mestre Cigano do Grupo Liberdade de Capoeira, em 1996.
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A maior coleção de cerejeiras em flor dos EUA encontra-se no Newark’s Branch Brook Park. A menos de 13 km de Nova York, Newark oferece uma história rica que remonta aos anos 1600. Atualmente, você encontra um próspero cenário de arte independente, junto com entretenimento de nível internacional.
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Newark fica a poucos minutos do Newark Liberty International Airport, oferecendo viabilidade financeira aos viajantes, juntamente com acesso rápido e conexões fáceis para tudo o que está acontecendo.
 
Faça um passeio pela história e explore o Military Park, um acampamento usado durante a retirada de George Washington das forças britânicas por New Jersey. Ande pelas igrejas históricas da cidade ou aprecie a riqueza da arte pública, incluindo a escultura Seated Lincoln, na frente do palácio do governo de Essex County. Ele foi projetado por Gutzon Borglum (do famoso Mount Rushmore).
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Divirta-se em um dos centros de artes cênicas mais fascinantes do país, o New Jersey Performing Arts Center (NJPAC), que realiza apresentações de dança, teatro, música, poesia e comédia de nível internacional. Aproveite o estilo inovador da New Jersey Symphony Orchestra, vencedora do Grammy, que tem orgulho em ter o NJPAC como sede.
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Os jogos no Prudential Center são empolgantes, quando o New Jersey Devils da NHL e o Seton Hall Men’s Basketball da NCAA se empenham para ganhar tudo. Prepare-se para sacudir o lugar enquanto as maiores celebridades atuais entram no palco. Caminhe até a Red Bull Arena e torça loucamente em um confronto futebolístico da MLS.
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Também é hora de diversão no CityPlex 12, o cinema gigante de Shaquille O’Neal, onde você pode vivenciar os filmes na sala Shaq DX.
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Faça novas descobertas no Newark Museum, uma mansão vitoriana cheia de renomadas coleções americanas, asiáticas, africanas, jardins de esculturas e até um planetário. O Newark Museum possui a maior coleção de arte tibetana fora do sudeste asiático. Na verdade, sua santidade o Dalai Lama visitou o museu quatro vezes e consagrou seu altar budista no local.
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Brinque com fogo e descubra a arte do vidro soprado no GlassRoots Studio. Manipule a matéria fundida e faça sua própria obra de arte nas sessões sobre o trabalho com a chama, vidro soprado e vidro plano.
 
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Faça uma refeição rápida no Ironbound e embarque em uma jornada culinária na região conhecida por seus cardápios português, espanhol e brasileiro. A apenas alguns passos da Newark Penn Station, esse local pitoresco na beira do Passaic River exala o estilo do velho mundo.
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Quem gosta de aventuras ao ar livre vai se divertir no Military Park, onde acontecem shows incríveis, mercados de agricultores, ioga e tai chi. Você encontrará uma biblioteca, contadores de histórias para crianças, pingue-pongue, xadrez, cinema ao ar livre e ótimas comidas.
 
Para quem procura pechinchas, prepare-se para se deleitar no The Mills at Jersey Garden, o maior shopping de descontos premium de New Jersey, que recebe mais de 18 milhões de visitantes por ano, quase cinco vezes mais que a Estátua da Liberdade! O melhor de tudo: não há imposto sobre vendas em roupas e sapatos.
 
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Esporte profissional, belas artes, lojas urbanas e aventura ao ar livre: tudo acontece em Newark. Venha e descubra você mesmo.

New Jersey

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A famosa costa de Jersey é repleta de praias e cidades tranquilas, além de oferecer a mais agitada Atlantic City, com cassinos e vida noturna animada. O Estado de New Jersey é chamada de “Garden State” (Estado dos Jardins ) e não é à toa. O distrito de Meadowlands próximo a New York abriga mais de 265 espécies de pássaros e a Princeton University está rodeada pelo verde exuberante. Para fazer um estudo por conta própria, visite o parque nacional Morristown, sede da guerra revolucionária de George Washington.
 
New Jersey é um dos 50 estados dos Estados Unidos, localizado na região centro-atlântica do país. É o quarto menor estado em área do país, superando apenas Connecticut, Delaware e Rhode Island. Apesar de sua pequena extensão territorial, New Jersey, com seus 8 414 350 habitantes, é o nono estado mais habitado dos Estados Unidos. Com a sua grande população e diminuta área, New Jersey é o estado mais densamente habitado do país. Destaca-se por ser o único estado norte-americano onde a maioria da população, de todos os seus condados, mora maioritariamente em áreas urbanas.
 
A economia de New Jersey depende primariamente de seu setor de manufatura e da prestação de serviços de transporte. É um dos estados mais industrializados do país. Os produtos industrializados fabricados no estado, bem como outros produtos produzidos em estados vizinhos, são exportados através do porto de New Jersey, ao longo dos rios Hudson e Delaware. Este porto é o segundo centro portuário mais movimentado do país, atrás apenas do porto de New Orleans, no estado da Louisiana. Nova Jérsei é também um dos líderes nacionais da produção de produtos químicos.
 
O turismo é também uma das principais fontes de renda da Nova Jersey. As principais atrações turísticas do estado são suas numerosas praias – localizadas em regiões relativamente pouco povoadas, em contraste com as numerosas grandes cidades industriais de New Jersey. Inúmeras pequenas cidades dependem do turismo. Além disso, seus numerosos jardins e parques renderam ao estado o nome de Garden State (estado jardim).
 
Um dos ditos populares de New Jersey é que ela foi o “cockpit” da guerra da independência dos Estados Unidos da América. Mais de cem batalhas e confrontos entre milícias norte-americanas e tropas britânicas foram realizadas em New Jersey. A mais famosa delas ocorreu em 26 de dezembro de 1776, quando George Washington realizou sua famosa travessia do rio Delaware, durante a batalha de Trenton. Após a independência dos Estados Unidos em 1783, New Jersey tornou-se o terceiro estado norte-americano, ao ratificar a constituição estadunidense, em 18 de dezembro de 1787.
 
 
Capital do Estado: Trenton
 
Cidades principais: Trenton (capital), Jersey City, Newark, Paterson, Elizabeth e Edison.
 
 
Pontos Turísticos e Culturais:
 
– Jardim Botânico de New Jersey (em Skylands)
– Capitólio Estadual de New Jersey (em Trenton)
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– Museu do Estado de New Jersey (em Trenton)
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– Museu de Arte Montclair (em Montclair)
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– Museu de Newark (em Newark)
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– George Washington Bridge
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Museu Thomas Edison (em Menlo Park)
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– Torre Cleveland (na Universidade de Princeton)
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– Six Flags Great Adventure (parque de diversões em Jackson Township)
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– Liberty Science Center (museu interativa de Ciências na cidade de Jersey)
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O aeroporto de Newark (sigla EWR, Newark Liberty International Airport), que acaba sendo uma das opções de aeroportos para quem visita a cidade de New York. A cidade de Newark está localizada no Condado de Essex e é a maior cidade do estado de New Jersey, localizada a apenas 14 Km de New York.
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Há diversas opções de atividades em Newark, com destaque para New Jersey Performing Arts Center, Newark Museum, Cathedral Basilica of the Sacred Heart, Prudential Center, Ironbound, Branch Brook Park, Newark Public Library, Military Park e St. Lucy’s Church
 
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Um dos pontos positivos de morar em Newark pois é super perto de New York, apenas 20 minutos de trem.
 
Quanto ao transporte, na área do Ironbound (como se fosse o centro), dá pra fazer muitas coisas sem carro. Há mercado, farmácia , banco, muita coisa perto.
 
As estações do ano são bem definidas. Na primavera é lindo, tudo aflorado. Verão é um calor insuportável, porém só dura 3 meses. Outono é maravilhoso. Inverno é longo, neva muito e faz muito frio.
 
Em Newark há diversos mercados onde são vendidos produtos brasileiros o Supermercado Seabra, onde encontra-se inúmeros mantimentos, e o Emporium Supermarket. Alguns restaurantes brasileiros: as churrascarias Brasilia Grill e Casa Nova Grill, o Boi na Brasa, Delícias de Minas e o Brazilian Pizza.
 
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Alerta: Furacão “Hermine” atingirá norte da Flórida hoje à noite (01/09)

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O Centro Nacional de Furacões (“National Hurricane Center”) anunciou, na tarde de hoje, que a tempestade tropical Hermine, atualmente no golfo do México, transformou-se em furacão de categoria 1.
Na noite de hoje, prevê-se que o furacão Hermine atingirá o norte da Flórida (região denominada “Panhandle”), afetando importantes cidades como Panama City e Tallahassee (capital estadual). Outras cidades no litoral oeste da Flórida, como a região da Baía de Tampa, também já sentem efeitos dos ventos e das ondas. Será o primeiro furacão a atingir o estado desde o “Wilma”, em 2005.
O governador da Flórida, Rick Scott, declarou estado de emergência. As autoridades estaduais emitiram alertas de evacuação em diversas localidades costeiras e interditaram pontes em razão do aumento das ondas, que pode gerar inundações. Ao mesmo tempo, escolas cancelaram as aulas.
Segundo a previsão do Centro Nacional de Furacões, o “Hermine” deverá atingir o estado da Geórgia na sexta-feira, 2 de setembro. Em seguida, irá se dirigir ao oceano Atlântico, passando pelo litoral das Carolinas e pela Virgínia ao longo do final de semana.
O que fazer:
1) Prepare plano de contingência. Visite http://flgetaplan.com/
2) Acompanhe os alertas das autoridades locais em http://www.floridadisaster.org
3) Veja as zonas de evacuação por condado em http://www.floridadisaster.org/County_EM/county_list.htm# ou pelo telefone 850-921-0217
OBS: alguns condados encontram-se com alerta de evacuação obrigatória
4) Confira lista de abrigos públicos em http://floridadisaster.org/shelters/
5) Para obter maiores informações durante uma emergência (como vias fechadas, alertas de evacuação, abrigos disponíveis etc.), contate 800-342-3557
6) Para solicitar auxílio durante uma emergência (polícia, bombeiros, médicos), ligue 911
Para maiores informações, leia o Guia de Preparativos para a Temporada de Furacões do Consulado-Geral em Miami (http://miami.itamaraty.gov.br/pt-br/preparativos_para_a_temporada_de_furacoes.xml)
O Consulado-Geral em Miami mantém plantão consular para casos emergenciais: 305-801-6201
Outras informações: https://miamieflorida.com.br/dicas-de-como-se-proteger-na-temporada-de-furacoes
 
Fonte: Consulado-Geral do Brasil em Miami

Labor Day (dia do trabalho) nos EUA

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Labor Day (dia do trabalho) é um feriado nacional americano celebrado na primeira segunda-feira de setembro. A data comemora a contribuição social e econômica dos trabalhadores para o país.
 
Observado que 5 de setembro, Dia do Trabalho presta homenagem às contribuições e conquistas dos trabalhadores americanos. Ele foi criado pelo movimento operário no final do século 19 e se tornou um feriado federal em 1894. Dia do Trabalho também simboliza o fim do verão para muitos americanos, e é celebrado com festas, desfiles e eventos esportivos.
 
O primeiro feriado ao “Labor Day” foi comemorado numa terça-feira, dia 5 de Setembro de 1882 em Boston, no Central Labor Union de New York. Em 1883, o feriado também só seria comemorado nesta cidade. Apenas em 1884 que outras cidades passaram a seguir o exemplo e a celebrar o “feriado dos operários” nesta data. A ideia se espalhou e, em 1885, o Labor Day foi comemorado em diversos centros industriais do país. Mas, apenas em 1894 que o feriado seria comemorado nacionalmente quando depois de muitas mortes de trabalhadores pelas mãos do exército estadunidense durante a Pullman Strike, o então presidente Grover Cleveland colocou a reconciliação com o movimento trabalhista como prioridade politica.

Explosão fecha Central Park, em Nova York

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Uma explosão no Central Park, em Nova York, deixou um rapaz ferido, na manhã deste domingo. A vítima, identificada como Connor Dourado, de 18 anos, é um jovem da cidade de Fairfax, no estado de Virgínia, e teve graves ferimentos no pé esquerdo, de acordo com testemunhas. A informação foi divulgada no site do jornali local New York Daily News
 
Ainda que não haja confirmação do que tenha motivado a explosão, uma amiga do jovem que o acompanhava durante passeio pelo parque afirmou que Connor pulou de uma pedra e pisou em algum objeto que explodiu. Autoridades locais suspeitam de explosão envolvendo fogos de artificio. O esquadrão de bombas da polícia de Nova York evacuou todo o parque e investiga a área do acidente, entre a 68th (leste) e a Quinta Avenida.
 
De acordo com informações da rede de televisão NBC, o rapaz foi levado consciente para o hospital Bellevue, por volta das 11h do horário local.
Dois dos amigos que o acompanhavam pelo local estavam em choque, e negaram que eles estivessem carregando fogos de artifícios momentos antes do acidente. “Não sabemos o que aconteceu. Houve uma explosão e em seguida muita poeira”, disseram.
 
Uma visitante que estava no local próximo de onde ocorreu o acidente disse ao site do jornal Daily News que o barulho foi muito alto, sendo possível ouvir a quilômetros de distância. Ela achou que fosse algum de um tipo de canhão, ou foguete da comemoração do 4 de julho (dia da Independência dos EUA).
 
Fonte: Veja