Memorial do Holocausto – Miami Beach

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Construído em memória dos seis milhões de judeus vítimas do holocausto cometido pelos nazistas no período de II Guerra Mundial, o memorial em Miami é considerado, por alguns, como o monumento mais impressionante dentre os diversos construídos no mundo (a exemplo do parque de lápides em Berlim) com a intenção de evitar o esquecimento da maior barbárie sistematicamente cometida em tempo de guerra.
 
O memorial do holocausto impressiona, por congelar em esculturas de bronze imagens de uma fração daquilo que ocorreu na Europa, algumas décadas atrás.
 
Idealizado por um grupo de sobreviventes e inaugurado em 1990, o monumento conduz os visitantes por uma passagem que se estreita ligeiramente, levando a uma área circundada por um muro com intermináveis nomes de algumas das vítimas. Ao lado, esculturas em bronze simbolizando dezenas de vítimas: homens, mulheres, velhos, crianças, bebês, alguns deles fundidos em uma só massa de agonia e desespero.
O centro do monumento é uma impressionante escultura em forma de braço erguido ao céu, com cerca de 12 metros de altura. Marcado com um número, o braço se desfaz em sua base em uma série de figuras humanas que personificam parte do horror ocorrido nos campos de extermínio nazistas.
 
THE HOLOCAUST MEMORIAL
1933-1945 Meridian Avenue, Miami Beach, FL 33139
Phone: 305 538 1663 – Fax: 305 538 2423
 
Fonte: viajantes economicos

Os segredos sobre o Castelo da Cinderela, no Walt Disney World

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1. O Castelo da Cinderela é todo torto
 
Os Imagineers (engenheiros da Disney) usaram uma perspectiva forçada no Castelo da Cinderela, no Magic Kingdom, para fazer com que ele parecesse maior e mais alto do que realmente é.
As janelas e tijolos dos andares de cima são menores do que os do primeiro andar. Isso faz com que nossos olhos vejam os andares de cima como muito mais altos do que eles são de fato.
 
2. Ele é mais baixo por um motivo tecnológico
 
O castelo foi construído com menos de 60 metros de altura para que não fosse necessário colocar uma luz piscante vermelha no topo. Na Flórida, todas as construções com mais de 60 metros são obrigadas a ter isso para avisar os pilotos de aviões e evitar acidentes.
 
3. Há três elevadores dentro do Castelo
 
Um deles é utilizado para transportar a comida que é preparada no restaurante Cinderella’s Royal Table; outro é para os visitantes chegarem ao segundo andar, no mesmo restaurante; o terceiro é para Cast Members (como os funcionários são chamados) e visitantes terem acesso aos quartos dos andares superiores do castelo, incluindo a Cinderella Suite.
 
4. A iluminação é econômica
 
Com todas as luzes que são usadas para iluminar o castelo durante o natal, você pode até pensar que muita energia é gasta, mas a verdade é que as luzes são muito econômicas. São 200.000 de luzes LED que gastam a mesma quantidade de energia que você gastaria para usar uma secadora de roupas três vezes!
 
5. O castelo tem 29 torres – mas a 13 e a 17 não existem
 
E cada uma delas é numerada de 1-29. As torres 13 e 17 foram excluídas antes da construção por não serem visíveis de muitos lugares do parque. Dessa forma é mais fácil planejar as decorações e identificar qual delas precisa de manutenção. A torre com o relógio é a 10 e a mais alta é a 20.
 
6. Ele é resistente a furacões
 
Foram necessários cerca de 18 meses para construir o castelo, que é 30 metros mais alto que o Castelo da Bela Adormecida, na Disneyland. Ele é feito de concreto e aço e construído para resistir a furacões de mais de 170 km/h.
 
7. O número 4 no relógio da torre não segue o padrão
 
O número quatro no relógio em frente ao Castelo da Cinderela é representado com o numeral romano IIII ao invés de IV. Os Imagineers seguiram a representação do filme da Cinderela, que também utiliza o número IIII, mas por um motivo: a forma IV só começou a ser usada depois do período colonial.
 
Fonte: Natália Grandi / Viagem e Turismo Abril
 

Polícia busca americano que matou vítima ‘aleatória’ em crime transmitido pelo Facebook

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A polícia de Cleveland, nos Estados Unidos, está buscando por um homem que matou a tiros uma vítima escolhida “aleatoriamente” na rua e transmitiu o crime ao vivo pelo Facebook.
 
O vídeo, de pouco menos de um minuto de duração, mostra o movimento de alguém dentro de um carro, dizendo “vou matar esse cara agora”, descendo do veículo e interpelando um idoso andando na rua; após um estampido, aparecem imagens do corpo na rua, e a pessoa que segura a câmera volta ao veículo.
 
Identificado pela polícia como Steve Stephens, de 37 anos, ele diz, em um segundo vídeo, que teria assassinado 13 pessoas e ainda desejava matar outras.
 
O chefe de polícia da cidade, Calvin Williams, confirmou a morte de Robert Godwin, de 74 anos, mas disse não ter conhecimento de outras vítimas. Williams afirmou que “múltiplos recursos” foram mobilizados na busca por Stephens e fez um apelo para que ele se entregasse “para receber a ajuda que precisa”.
 
“Não há motivos para mais derramamento de sangue. Precisamos dar um fim nisso hoje. Precisamos tirar Stephens das ruas.”
 
Um alerta foi emitido “no Estado de Ohio e além” por conta do incidente “sem sentido”, segundo Williams. O chefe de polícia pediu que as pessoas não abordem o suspeito, que provavelmente está armado e é perigoso.
 
Acredita-se que Stephens esteja dirigindo um veículo esportivo creme ou branco. Ele é alto (1,91 m) e negro.
 
Uma página criada para coletar doações para a vítima ultrapassou a meta de US$ 20 mil (R$ 63 mil) em poucas horas.
 
Williams disse que o alvo de Stephens parece ter sido escolhido aleatoriamente e acrescentou que ele “claramente tem um problema”.
 
O FBI, a polícia federal americana, está trabalhando em conjunto com a polícia local nas investigações, informou a emissora CNN.
 
O Facebook disse ajudar as autoridades em casos em que haja “ameaça clara à segurança”. A rede social classificou o ato como um “crime horrível” e acrescentou que “não permite esse tipo de conteúdo” no site.
 
Não é a primeira vez que um assassinato é postado ou transmitido ao vivo no Facebook.
 
Em junho do ano passado, um homem foi morto enquanto transmitia imagens de si mesmo nas ruas de Chicago. Em março, um homem não identificado foi alvejado 16 vezes durante uma transmissão ao vivo.
 
A ferramenta Facebook Live, lançada em 2010, permite que qualquer pessoa com conta no Facebook faça transmissão de vídeo em tempo real.
 
Fonte: BBC / Globo

Doação de “Milionário Americano” permitiu ao Chile criar rede de parques do tamanho da Suíça

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Graças a uma doação, o Chile terá agora uma rede de parques nacionais do tamanho da Suíça.
 
Kristine McDivitt, viúva do magnata norte-americano Douglas Tompkins, doou 407.625 hectares de terra ao governo chileno para a criação de uma área de conservação.
 
Cofundador da marca de roupas e artigos esportivos The North Face, Tompkins morreu em 2015, aos 72 anos, após um acidente de caiaque na Patagônia chilena.
 
A presidente do país, Michelle Bachelet, e McDivitt assinaram o acordo para transferência dos terrenos, que farão parte da futura Rede de Parques Nacionais da Patagônia.
 
O governo chileno se comprometeu ainda a adicionar 949.000 hectares de terra para a criação da rede.
 
Parques nacionais
Os terrenos em questão – “a maior doação de terras privadas da história”, segundo a família Tompkins – serão usados para abrigar três parques nacionais, Pumalin, Melimoyu e Patagônia, de acordo com um comunicado divulgado pela Presidência do Chile.
 
Além disso, três parques existentes serão ampliados: Hornopirén, Corcovado e Isla Magdalena.
 
Os seis parques fazem parte dos 17 que vão compor a Rede de Parques Nacionais da Patagônia, cuja criação oficial ainda está pendente. Até agora, só existe um protocolo de intenção.
 
As terras estão localizadas nas regiões de Los Lagos, Aysén, Magalhães e Antártica Chilena. Elas se estendem por mais de 2 mil quilômetros, de Puerto Montt até Cabo de Hornos, no extremo sul do Chile.
 
Segundo Bachelet, “a rede protegerá 4,5 milhões de hectares de biodiversidade”, ou seja, uma área do tamanho da Suíça.
A magnitude da doação não é por acaso. Douglas Tompkins acreditava que a conservação, para ser eficaz, precisava ser “grande, selvagem, conectada”.
 
A rede de parques planejada atende aos três requisitos.
“É um grande dia para o Chile! A visão dos Tompkins, somada à vontade e aportes do Estado, vão criar a Rede de Parques Nacional da Patagônia”, disse Bachelet no Twitter.
 
A presidente acrescentou tratar-se do “maior projeto de parques terrestres desde a década de 1960” no Chile e um passo para preservar a “vasta fonte de biodiversidade do país.”
 
“Hoje é um dia histórico para nós. Tenho certeza que Doug está lá com um sorriso”, afirmou a viúva, apontando para cima.
McDivitt ofereceu as terras ao governo de Chile em janeiro de 2016, um mês após a morte de Tompkins. Desde então, os dois lados estavam em processo de negociação para chegar a um acordo sobre as condições da doação.
 
O acordo de transferência foi assinado no Parque Pumalin, na região de Los Lagos, no sul do Chile.
 
Quem foi Douglas Tompkins?
Ao longo da vida, o ambientalista Doug Tompkins comprou grandes extensões de terra no sul do Chile e da Argentina para preservar.
 
“Se Doug estivesse aqui hoje, ele diria que os parques nacionais são uma das maiores expressões da democracia”, afirmou McDivitt.
 
Gideon Long, jornalista da BBC em Santiago, disse que o acordo entre o governo do Chile e a família Tompkins “é um marco importante para a conservação da Patagônia” e “mostra como a relação entre ambos tem melhorado desde que o ambientalista desembarcou pela primeira vez no país, no início dos anos 90”.
 
Naquela época, muitos chilenos viam os Tompkins com desconfiança e se perguntavam por que aqueles “gringos” ricos estavam comprando grandes extensões de terra no sul do país.
 
“Os chilenos temiam que os Tompkins acabassem sendo donos das terras da costa até a fronteira argentina e dividissem o país em dois”, afirma Long.
 
O cofundador da The North Face era considerado por alguns como um “gringo” que chegou à América do Sul para tomar áreas de recursos naturais da Patagônia chilena e argentina.
 
O que para Tompkins era filantropia, alguns moradores chamavam de interferência.
 
Na Patagônia chilena, onde passou as últimas duas décadas da sua vida, Tompkins disse que estava “salvando o paraíso” e não explorando, como haviam feito muitos milionários antes dele.
 
Ele não conseguiu evitar, no entanto, que alguns o rotulassem de “o maior latifundiário” do Chile e da Argentina.
 
Com a doação, os Tompkins cumpriram a promessa feita repetidas vezes desde sua chegada: comprar as terras para que fossem preservadas e devolvê-las algum dia para uso público.
 
Fonte: BBC / Globo

Como funcionam as Leis Trabalhistas nos EUA

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Reforma da Previdência, Lei da Terceirização e tantos outros acontecimentos recentes foram estopim para uma série de reclamações sobre as leis trabalhistas brasileiras.

 
Quando falamos em leis trabalhistas nos EUA esse padrão se mantém, e o funcionário definitivamente não usufrui das mesmas “regalias” adotadas no Brasil.
 
LEIS TRABALHISTAS NOS EUA: DIFERENÇAS COM O BRASIL
 
A principal diferença entre as leis trabalhistas nos EUA e as brasileiras têm relação com a política econômica adotada em cada um desses países.
 
Enquanto no Brasil essa política é centralizada e controlada para todo o território, nos EUA segue-se um padrão liberal, onde algumas questões são regulamentadas, mas da forma menos controladora possível.
 
Isso não quer dizer que o trabalhador norte-americano não tenha benefícios, mas os que existem visam promover a qualidade de vida dos mesmos. Isso se dá claramente através do nosso primeiro tópico: a Lei de Padrões Justos de Trabalho, ou Fair Labor Standards Act (FLSA).
 
A FLSA, como é chamada, é uma lei federal, portanto abrangente por todo o território estadunidense. Nela, reúne-se uma série de determinações aplicáveis no que se refere ao salário mínimo, horas de trabalho, trabalho infantil, horas extras, licença maternidade e outros pontos.
 
Portanto, como forma de garantir condições mínimas de subsistência e bem-estar, foram estipuladas regras básicas, e que cada Estado tem a liberdade de moldá-las de acordo com o custo de vida local ou determinações particulares – desde que não descumpram as medidas mínimas estabelecidas.
 
 
SALÁRIO MÍNIMO
 
Diferentemente do Brasil, onde existe um salário mínimo supostamente suficiente para viver em qualquer região do país, pelas leis trabalhistas nos EUA o mínimo federal é de USS 7,25 por hora trabalhada, mas cada estado poderá reajustar esse mínimo – desde que para mais – de acordo com as necessidades específicas (custo de vida, turismo, etc).
 
No estado de Washington (capital), por exemplo, o mínimo é de US$ 11/hora.
 
Lembrando que nos EUA, o sistema de gorjetas é obrigatório em muitos locais, e por isso, quem trabalha como garçom/garçonete costuma ter o salário até 4 vezes abaixo do piso de outras categorias. Em compensação, as gorjetas equivalem a cerca de 20% da conta dos clientes.
 
TRABALHO INFANTIL
 
No Brasil, entram na categoria de aprendizes os jovens entre 14 e 16 anos; e somente a partir dos 16 anos completos o jovem se torna hábil a ter carteira assinada. Nos Estados Unidos é um pouco diferente, pois existem trabalhos específicos que criança de 12 ou 13 anos já podem desempenhar.
 
Como exemplo, nessas idades já é possível candidatar-se a empregos como babás, entregadores de jornal e atividades artísticas. A partir dos 14, já podem começar a trabalhar regularmente, desde que em empregos que não lhe ofereçam riscos, geralmente como prestadores de serviço (vendedores, atendentes, garçons, etc); após os 16, ficam permitidos os trabalhos em qualquer função não perigosa.
 
Somente após os 18 anos – mesmo que aos 16 já possam dirigir – o jovem poderá desempenhar qualquer função, bem como conduzir veículos da empresa ou inerentes ao seu trabalho.
 
FÉRIAS
 
30 dias remunerados? Este é um benefício exclusivo no Brasil. De acordo com as leis trabalhistas nos EUA, remunerar um funcionário durante as férias não é obrigatório, e não há nenhuma determinação que estipule qualquer cordialidade.
 
Nestes casos, a questão das férias deve ser acertada entre empregado e empregador no ato da contratação. E em geral, somente empresas de médio a grande porte, com uma estrutura razoável, costumam oferecer a remuneração das férias como forma de manter o bom relacionamento com o funcionário, bem como fortalecer a relação de confiança entre ambos.
 
 
FIQUEI DOENTE, E AGORA?
 
Se você já passou mal em uma segunda ou sexta-feira pela manhã, já deve ter visto a quantidade de pessoas atrás do bom e velho atestado estavam fazendo fila nos prontos-socorros. Pois nos Estados Unidos essa mamata não existe.
 
De acordo com recomendação – leia “re-co-men-da-ção” – federal, o oferecimento da ausência por questões de saúde é aconselhável, porém não obrigatório aos empregadores.
 
Portanto, caso esteja estipulada tal condição em contrato ou se o contratante considerar que deva lhe pagar, o dia não será perdido. Caso contrário, você não receberá pelo dia (ou dias) em que estiver doente.
 
 Fonte: Heloísa von Ah / e-konomista

Brasileira casada com americano é detida nos EUA durante entrevista para obter o “green card”

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Uma brasileira casada com um americano foi detida nos Estados Unidos na quinta-feira (30) enquanto fazia uma entrevista para obter o ‘green card’ (visto de residência permanente no país).
 
O nome dela não foi divulgado, mas, segundo o dono do escritório de advocacia que a representa, William Joyce, ela é dona de um salão de beleza na região de Boston, mora no país há mais de 10 anos, tem um filho e ajuda a criar outros dois enteados, filhos do marido.
 
Antes de se casar com o americano, ela vivia no país ilegalmente e havia uma ordem de deportação contra ela. Ao ir à entrevista para regularizar a situação, já que teria direito ao Green Card após o casamento, foi detida junto com outras quatro pessoas em situação parecida.
 
Segundo Joyce, o que aconteceu com a brasileira se tornou mais comum durante a administração de Donald Trump. “Na era Obama era diferente. Eles apenas ficavam de olho em você, mas não te prendiam”, diz.
 
O advogado diz que a brasileira sabia que havia uma possibilidade de ser detida, mas, se não comparecesse à entrevista, poderia perder a chance de conseguir o visto.
 
Atualmente, ela se encontra em uma prisão local e pode ser deportada em questão de semanas.
 
“Ela não é uma criminosa. É uma pessoa boa, com fortes laços com a comunidade. O que fizeram foi afastar uma mulher de sua família”, defendeu Joyce, acrescentando que o escritório fará “de tudo” para que ela seja liberada e possa ficar nos EUA.
 
Fonte: Flávia Mantovani, G1

Palm Beaches muito além de Donald Trump

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A região de Palm Beaches, na Flórida, é formada por 39 cidades, entre elas a famosa ilha de Palm Beach, destino luxuoso e bastante desejado pelas celebridades e ícones importantes da política mundial. Além do luxo, a área é bem reservada e conta com excelentes restaurantes, charmosas praias, museus e outras atividades culturais, uma majestosa arquitetura e as mais belas paisagens naturais, um cenário perfeito para um político famoso desfrutar de um momento de lazer, portanto, não é nenhuma surpresa encontrar alguma celebridade, ou até mesmo o presidente dos Estados Unidos, passeando pela região.
 
Donald Trump é dono de dois grandes clubes de golfe, em duas diferentes cidades da região de Palm Beaches – West Palm Beach e Jupiter. Além dos clubes, Trump reside em uma luxuosa mansão em Palm Beach, Mar-a-Lago, onde também é um clube privativo, que cobra 200 mil dólares para se tornar membro e mais 14 mil dólares de anuidade.
 
Ainda na ilha de Palm Beach, o ex-presidente americano, John Kennedy, também tinha uma propriedade, que ele chamava de “casa de inverno”, já que o inverno ensolarado da região é, para muitos, bem mais agradável que o frio intenso em outros locais dos Estados Unidos. Nesta casa, Kennedy passou muitos momentos de sua vida, inclusive foi lá que escreveu o livro Retratos de Coragem. Nixon é um dos outros presidentes americanos que sempre visitavam a região de Palm Beaches, principalmente pelo seu clima agradável.
 
Ícones políticos de outros países também escolhem viajar para Palm Beaches, como o Primeiro Ministro Britânico Winston Churchill – famoso por um grande discurso durante a Guerra Fria – que decidiu fugir da pressão e ficar na luxuosa vila de Manalapan, ao sul de Palm Beach.
 
Outra visita internacional admirável foi a de Príncipe Harry, que esteve na região em 2016, para participar de uma copa de polo, a Sentebale Royal Salute Polo Cup, visando beneficiar uma instituição de caridade que ele mesmo criou em homenagem a sua mãe, Princesa Diana.
 
Leia também: https://miamieflorida.com.br/west-palm-beach
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Os assassinatos de índios milionários que levaram à criação do FBI nos EUA

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No início do século 20, integrantes da nação indígena americana osage se tornaram as pessoas mais ricas do mundo – mas, de repente, começaram a aparecer mortos, um atrás do outro.
 
Essas mortes misteriosas viraram um dos primeiros casos investigados pela agência que viria a ser conhecida mundialmente como FBI (Federal Bureau of Investigation, ou Agência Federal de Investigação).
 
A história é o tema de um novo livro chamado Killers of the Flower Moon: the Osage Murders and the Birth of the FBI (Assassinos da Lua de Flores: os Assassinatos de Osage e o Nascimento do FBI, em tradução livre), do americano David Grann.
 
“A nação osage, assim como outros povos indígenas dos Estados Unidos, foram expulsos de suas terras para uma região no nordeste de Oklahoma”, conta Grann à BBC.
 
“Pensavam que essa região não tinha qualquer valor. Era rochosa e infértil. Mas depois, sob a reserva deles, descobriram um dos maiores poços de petróleo do país”, explica o autor.
 
“E assim os osage se tornaram a gente mais rica do mundo”.
Grann diz que, a partir daí, os osage romperam com todos os estereótipos que se tinha até então de povos indígenas.
 
Os jornais da época falavam da exorbitante riqueza de quem chamavam de “os milionários vermelhos”, que viviam em mansões, vestiam casacos de pele, usavam joias caras e tinham empregados brancos.
 
Muitos viam indígenas como “primitivos” e “selvagens”, e achavam que estes não se prestavam à imagem de pessoas com dinheiro e poder.
 
E logo, alguns osage começaram a desaparecer misteriosamente ou a morrer assassinados. Até o início da década de 1920, dezenas de osage haviam sido encontrados mortos.
 
‘Uma mulher extraordinária’
Em seu livro, David Grann investiga uma família em particular.
“Acompanhei o caso de uma mulher extraordinária, chamada Mollie Burkhart, que nasceu em território indígena em Oklahoma e falava o idioma osage”, explica o autor.
 
“Em um período de uns 30 anos, a mulher passou a viver numa mansão, casou-se com um branco e começou a falar inglês. E sua família passou a ser o alvo de uma conspiração para matá-los.”
Mollie tinha três irmãs – todas foram assassinadas. Uma foi envenenada, outra foi morta a tiros e a última morreu em uma explosão.
 
“Alguém colocou uma bomba sob sua casa e a explosão matou a irmã de Mollie, seu cunhado e um empregado branco que vivia na casa com eles”, disse Grann.
 
Durante sua pesquisa, Grann descobriu que esses incidentes não poderiam ter ocorrido sem a cooperação das próprias autoridades que, no mínimo, faziam vista grossa aos atentados.
 
As mortes foram organizadas por uma poderosa rede, que estava de olho nos milhões de dólares dos osage.
“Tratava-se de uma conspiração, com participação de médicos, que ajudaram a envenenar os osage, de empregados de funerárias que encobriam os assassinatos, de jornalistas que se recusaram a escrever sobre as mortes e agentes da lei que foram diretamente cúmplices nas mortes ou indiferentes a elas porque se tratavam de indígenas. E para o sistema, ‘essas vidas não importavam'”, pontua o autor.
 
Mas aí entrou em cena um jovem funcionário público chamado J. Edgar Hoover, que dirigia um escritório que Grann descreve como um “ramo obscuro” do Departamento de Justiça, chamado “Escritório de Investigações”.
 
Os assassinatos dos osage foram o primeiro caso de Hoover e a primeira investigação importante de assassinato do que logo passaria a se chamar de FBI.
 
“Inicialmente, o FBI foi ligando uma coisa a outra”, disse Grann. “E chegou a um bandido chamado Blackie, que havia acabado de ser liberado da prisão e que os investigadores acreditavam estar usando como informante”.
 
“Mas eles acabaram perdendo Blackie de vista. Ele roubou um banco e matou um policial.”
 
‘Sujeito diabólico’
“Este era o início da carreira de Hoover e, ainda que pareça difícil acreditar, ele se sentia inseguro no trabalho”, explica o autor.
“Assim, para evitar o escândalo (do caso Blackie), ele entregou o caso a um guarda florestal do Texas chamado Tom White, que organizou uma equipe que incluía aquele que era o único indígena do departamento.”
 
Os agentes se infiltraram na região e, utilizando as mais avançadas técnicas de investigação na época, começaram a destrinchar e expor uma das maiores conspirações da história dos Estados Unidos.
 
Na investigação, eles descobriram um homem a quem Grann chama de “um dos piores e mais diabólicos sujeitos que já conheci em todos os meus anos de repórter”.
 
Era um homem chamado William Hale, que tinha se mudado para o território dos osage no início do século 20.
“Havia chegado como um homem sem passado: ninguém sabia de onde vinha, estava vestido com trapos, viajando a cavalo e não tinha nenhum dinheiro.”
 
“Mas pouco a pouco ele foi se tornando cada vez mais poderoso, acumulando terras e gado, e logo passou a controlar todo o território, até ser conhecido como ‘rei das colinas de osage'”, afirma David Grann.
 
‘Controlava todos na comunidade’
“Era um homem com uma aparência benévola, que parecia um professor da escola, que fazia com que todos confiassem nele. Todos o viam como um verdadeiro amigo do povo osage.”
 
Eventualmente, Hale, juntamente com outras pessoas, foram apontados como autores dos assassinatos daqueles indígenas.
Descobriu-se que ele havia enganado, intimidado, mentido e roubado os osage. E, por fim, resolveu matá-los por sua sede de poder.
 
Hale e um grupo de homens foram culpados, condenados e presos por assassinato. Mas depois de um tempo, entretanto, acabou sendo perdoado.
 
Segundo David Grann, esse perdão teria sido um “favor” de alguns amigos políticos.
 
“Dizia-se que Hale controlava todo mundo na comunidade, do xerife ao prefeito e ao governador.”
 
Grann conta que, apesar de terem descoberto os assassinos que matavam osage, a maioria deles acabou em liberdade.
 
A investigação revelou uma série de crimes e barbaridades. Mas, acima de tudo, expôs a frieza e o preconceito com que eram tratados os indígenas nativos dos Estados Unidos.
 
Fonte: BBC/ Globo

Mulher Melão é “Barrada” nos EUA.

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Renata Frisson, a Mulher Melão, passou por dificuldades na semana passada enquanto tentava entrar nos EUA. A funkeira foi barrada pela migração do país na última quinta-feira (16) e teve que passar a noite no aeroporto. A informação foi divulgada pelo colunista do O Globo Ancelmo Gois.
 
Segundo informações, Renata não soube responder um questionário em inglês e por isso teria sido barrada. Melão já viajou diversas vezes para os EUA e países da Europa a trabalho.
 
Com a aprovação de leis anti-imigração propostas pelo atual presidente dos EUA, Donald Trup, muitos turistas estão tendo dificuldades para entrar no país. A publicação conta ainda que Melão teve que dormir em um quartinho da polícia local localizado no próprio aeroporto.
 
Fonte: Extra/ Globo

ALERTA: New York se prepara para sua pior nevasca quase na primavera.

Nas vitrines da Quinta Avenida estão expostos vestidos curtos e sandálias, mas os nova-iorquinos ainda não guardaram as botas de inverno e os casacos pesados: a pior nevasca do ano chegará nesta terça-feira, faltando apenas uma semana para o início da primavera.
 
Mais de meio metro de neve e ventos de 56 km/h estão previstos para a região a partir da noite desta segunda, de acordo com o Serviço Nacional Meteorológico (SNM), que emitiu um alerta até a meia-noite de terça-feira.
 
A tempestade, batizada de “Stella”, pode causar rajadas perigosas de vento de até 90 km/h.
 
“Achamos que será a primeira tempestade de neve da temporada. No correr do ano, tivemos temperaturas muito acima do normal, de forma que este é realmente o primeiro período de frio”, explicou Melissa di Spigna, da SNM.
 
A pior nevasca na história de New York aconteceu em janeiro de 2016, com um saldo de 18 mortos. O Central Park bateu recorde com 67 cm de neve em um único dia.
 
A cidade de New York, a maior do país, com 8,4 milhões de habitantes, esperava uma nevasca de 30 a 60 centímetros, que deverá provocar caos nos transportes.
 
“Estamos nos preparando para uma tempestade significativa na terça e os nova-iorquinos devem se preparar para a neve e as condições perigosas nas estradas”, afirmou o prefeito Bill de Blasio em um comunicado.
 
Apesar de o horário de verão ter começado no sábado, atrasando o anoitecer em uma hora, os nova-iorquinos ainda enfrentam temperaturas abaixo de zero e não puderam se despedir ainda de seu longo inverno.
 
A temperatura em New York era de -4ºC no meio da manhã desta segunda, apesar do dia ensolarado e sem nuvens. Pode cair a -6,7ºC na terça e nos três dias seguintes. A média para esta época do ano é de 1 a 8ºC.
 
“A neve se estenderá através do nordeste do país, do norte da Filadélfia, da cidade de New York até a Nova Inglaterra, onde esperamos a maior quantidade de neve”, afirmou Di Spigna.
 
As escolas já anteciparam que não haverá aulas na terça e mais de 1.160 voos domésticos e internacionais já foram canelados, segundo o FlightAware, um serviço de rastreamento aéreo.
 
Caminhões da prefeitura estão espalhando sal pelas ruas e avenidas para evitar o acúmulo de neve e a mesma coisa está sendo feita por comerciantes e moradores.
 
Em 9 de fevereiro, quando uma tempestade de neve de menor intensidade atingiu a cidade, as escolas e o serviço público fecharam suas portas e houve centenas de voos cancelados em vários aeroportos do nordeste.
 
Segundo o serviço meteorológico, a temperatura permanecerá durante toda a semana abaixo do normal para meados de março e começará a subir no fim de semana, quando há possibilidade de chuvas.
SUPRIMENTOS DE EMERGÊNCIA
 
· Organizar uma pasta com todos os seus documentos pessoais (lista de medicamentos e informações médicas pertinentes, comprovante de endereço, certidões de nascimento, apólices de seguro, escritura de imóvel, etc).
 
· Manter seu passaporte válido (para situações de evacuação de emergência).
 
·Água suficiente para pelo menos 3 dias (um galão por pessoa por dia).
 
· Alimentos para pelo menos 3 dias (preferencialmente não perecíveis e de fácil preparo).
 
· Lanternas.
 
· Rádio a pliha.
 
· Baterias extras.
 
· Kit de primeiros socorros.
 
· Remédios (abastecimento para 7 dias) e artigos médicos que você utiliza com frequência (aparelhos auditivos com baterias extras, óculos, lentes de contato, seringas, etc.).
 
· Ferramentas multi-uso.
 
· Itens de higiene pessoal (sabonete, papel higiênico, etc).
 
· Telefone celular com carregadores (sempre manter o seu telefone celular totalmente carregado).
 
· Lista de contatos de emergência.
 
· Dinheiro em espécie.
 
· Cobertores de emergência.
 
· Mapa (s) de região.
 
· Suprimentos de bebê (garrafas, fórmula, alimentos, fraldas, etc).
 
· Suprimentos de animais de estimação(coleira, comida, etc).
· Conjunto extra de chaves do carro e de casa.
 
· Roupa extra e calçados impermeáveis.
 
· Capa de chuva.
 
· Câmera para fotos de eventuais danos em sua propriedade.
 http://novayork.itamaraty.gov.br/pt-br/desastres_naturais_e_emergencias.xml
Fonte: AFP / Isto é / Consulado-Geral do Brasil em Nova York